Dois currículos chegam para a mesma vaga de jovem aprendiz. Notas parecidas, interesse parecido pela área. Um vem de um colégio particular na capital, o outro de uma escola pública no interior. Na hora de decidir quem entra, a diferença entre repetir sempre o mesmo perfil e abrir espaço para talentos diversos é uma escolha, todos os dias, que molda o time que a empresa está formando para o futuro. No fundo, essa escolha é sobre diversidade no Jovem Aprendiz: quem sua empresa decide incluir desde a porta de entrada.
O Brasil é um país de diversidade abundante, com múltiplas religiões, etnias, orientações sexuais e identidades de gênero. Como uma nação que reconhece a individualidade de cada pessoa, o programa de jovem aprendiz precisa ser inclusivo para todos, e entender por que isso importa é o primeiro passo para construir processos seletivos mais justos.
A palavra-chave é inspiração. Ao contratar jovens com origens étnicas, sociais, econômicas, culturais e de gênero diferentes, as empresas aprendem mais sobre a contribuição que esses profissionais podem oferecer ao mercado de trabalho. Afinal, orientação, gênero e etnia não são métricas para competência.
Ao contratar jovens e estudantes com origens diferentes, as empresas promovem igualdade, sororidade e empatia. Além disso, criam modelos que inspiram os demais colaboradores. A ideia é quebrar paradigmas obsoletos e trazer um exemplo real de diversidade para todos os jovens em formação.
Para enriquecer o conhecimento das equipes, é fundamental focar na contratação de jovens aprendizes de diferentes perspectivas e experiências culturais. A diversidade cultural impulsiona o crescimento e a criatividade, trazendo mais inovação para o ambiente de trabalho e tornando o dia a dia mais dinâmico.
Ao contratar jovens de origens e orientações diversas, a empresa cultiva um ambiente de inclusão e respeito às diferenças individuais. Isso contribui para uma cultura resiliente, em que os colaboradores lidam com as dificuldades do dia a dia de forma empática e solidária.
Contratar com diversidade vai muito além de apenas cumprir a lei: demonstra investimento em equipes capazes. A inclusão de jovens de diferentes origens socioeconômicas e culturais contribui para uma sociedade mais justa e equitativa. Também fortalece uma cultura organizacional mais diversa como um todo.
O Programa Jovem Aprendiz está regulamentado pela Lei nº 10.097/2000, também conhecida como Lei de Aprendizagem, aprovada em 19 de dezembro de 2000. De acordo com a legislação, empresas de médio e grande porte são obrigadas a contratar, no mínimo, 5% e, no máximo, 15% de jovens aprendizes entre os funcionários cujas funções exijam formação profissional. O não cumprimento dessa lei pode resultar em autuação pelos órgãos fiscalizadores. Por isso, é essencial que as empresas sigam corretamente as normas.
A lei permite que jovens de 14 a 24 anos, cursando ou tendo concluído o ensino médio, ingressem no mercado de trabalho como aprendizes. Assim, garante sua subsistência e ensina um novo ofício. É uma das poucas formas de contratar legalmente um jovem a partir de 14 anos, com vínculo empregatício garantido pela CLT e todos os direitos trabalhistas assegurados.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos em todo o Brasil, mudando a vida de jovens de diferentes regiões, realidades e origens. Como uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes, buscando sempre auxiliar nos primeiros passos, que são bastante desafiadores. Além disso, o ISBET se dedica a oferecer suporte contínuo e orientação para superar as dificuldades iniciais. Assim, garante que cada jovem tenha a oportunidade de alcançar seu potencial máximo.
Hoje, contamos com milhares de empresas parceiras, de diferentes tamanhos e espalhadas por todo o Brasil, com oportunidades em praticamente todas as áreas para jovens aprendizes.

Significa abrir os processos seletivos para jovens de diferentes etnias, gêneros, orientações sexuais, condições socioeconômicas e regiões do país, em vez de concentrar as vagas sempre no mesmo perfil de candidato.
Equipes diversas trazem perspectivas diferentes para a resolução de problemas, aumentam a inovação e ajudam a empresa a se conectar melhor com um público consumidor igualmente diverso, além de fortalecer a cultura organizacional.
Não. A obrigatoriedade da Lei nº 10.097/2000 vale para estabelecimentos de médio e grande porte, que devem contratar entre 5% e 15% de aprendizes entre os funcionários cujas funções exigem formação profissional. Empresas de pequeno porte podem contratar voluntariamente.
O ISBET conecta empresas a uma rede ampla e diversa de jovens candidatos em todo o Brasil, cuidando da triagem, do acompanhamento e do suporte pedagógico ao longo de todo o programa de aprendizagem.
Com o apoio do ISBET, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais, com processos seletivos pensados para valorizar a diversidade. Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Com o programa Jovem Aprendiz o primeiro emprego se torna bem mais fácil, já que na prática os programas de aprendizagem são uma oportunidade de iniciar sua carreira sem necessidade de experiência.
No programa de aprendizagem, o menor aprendiz vai desenvolver habilidades para construir uma vida profissional sólida, ele participa da vivência no mercado de trabalho, adquiri conhecimentos e maturidade.
1 – Primeiro faça seu cadastro em uma entidade qualificadora, no ISBET é bem simples, basta se cadastrar no nosso portal: https://isbet.org.br/vagas/ . O passo a passo é intuitivo, primeiro você escolhe o tipo de vaga que deseja “Jovem Aprendiz” ou “estágio”, escolhe o seu estado de interesse e a cidade de interesse; E então basta se cadastrar na vaga desejada!
2 – Seu currículo é seu cartão de visitas: um currículo bem estruturado tende a chamar a atenção das empresas. Os dados mais importantes são as suas informações básicas, seu nome completo, suas habilidades relevantes, cursos já feitos e até trabalhos voluntários. Saiba mais no nosso artigo: https://isbet.org.br/como-criar-um-curriculo-incrivel-para-o-primeiro-emprego/
3- Faça cadastro em plataformas de formação: são muitas as opções para enriquecer seu currículo! Diversos portais oferecem cursos gratuitos de formação, como: Aprenda mais do Mec, Fundação Bradesco, Getúlio Vargas, e muitos outros!
Realizar os cursos vai agregar conhecimentos e habilidades para a sua candidatura. São muitas as possibilidades para que você se destaque e sai na frente dos concorrentes na tão sonhada vaga de Jovem Aprendiz.
Pesquisar sobre a empresa é fundamental para adquirir conhecimento e se sair na frente dos demais candidatos. Essa pesquisa tende a aumentar suas chances de ingressar na empresa, é muito importante que você entenda sobre a cultura, a missão, visão e valores da empresa, aprenda o jeito que ela se comunica nas redes e com o que essa empresa trabalha, o que ela vende.
Tome cuidado com sua aparência! A primeira impressão é a que fica! Esse ditado tem seu fundo de verdade. Use o dress code a seu favor, saiba aproveitar o máximo a oportunidade de se destacar! Evite roupas curtas, apertadas, chinelos, bonés. Aproveite a pesquisa sobre a empresa e observe a maneira que os colaboradores atuais costumam se vestir no ambiente de trabalho.
Saiba mais no nosso artigo: https://isbet.org.br/como-se-vestir-para-uma-entrevista-de-emprego/
Estude as perguntas básicas que sempre são feitas nas entrevistas, como: “aponte 3 defeitos e 3 qualidades”, “porque a empresa deveria te contratar?”, tente manter a calma, treine bastante e lembre-se: é apenas uma conversa profissional.
Seja Pontual, não se atrase para a entrevista. Além disso, demonstre proatividade e interesse, faça perguntas sobre a empresa e a vaga, demonstre suas habilidades e o quanto você está prepara para iniciar sua carreira no programa jovem aprendiz.
Não desanime: mesmo com toda a preparação, ainda sim você pode enfrentar um “não”, e negativas fazem parte da vida profissional como um todo. Aprenda com essa entrevista, peça um feedback do resultado e busque melhorar o que foi pontuado.
Seu primeiro emprego como jovem aprendiz vai chegar! Acompanhe algumas dicas no nosso reels: https://www.instagram.com/reel/C9Kkwschc0O/utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==
O programa jovem aprendiz está baseado na lei de aprendizagem 10.097/2000, que é uma iniciativa federal com o objetivo de garantir a inserção de jovens no mercado de trabalho. A lei prevê que todas as empresas possuem uma cota de 5% a 15% de contratação obrigatória do programa com jovens entre 14 e 24 anos.
A lei de aprendizagem visa garantir a sobrevivência dos jovens, garantindo que ele possa estudar e trabalhar, além disso, a jornada de trabalho é reduzida, cada jovem aprendiz pode trabalhar de 4 à 6 horas por dia, totalizando 20 à 30 horas semanais, sendo que são 4 dias praticados na empresa e 1 dia reservado para estudo teórico em sua entidade qualificadora, como o ISBET.
Agora você já sabe que as oportunidades para o programa de aprendizagem são voltadas para jovens entre 14 e 24 anos, mas existem mais algumas regras na lei:
Ao participar do programa de aprendizagem, o jovem aprendiz terá a oportunidade de desenvolver habilidades técnicas e comportamentais, construir uma rede de networking, adquirir maturidade e responsabilidade e receber todos os direitos previstos em CLT: FGTS, 13º salário, vale transporte, salário-mínimo hora e férias remuneradas.
Além disso, o jovem terá maiores oportunidades depois do fim do contrato de aprendizagem, já que ele já vai ter adquirido muita experiência e competência no mercado de trabalho.
O ISBET tem 53 anos de atuação, transformando a vida de jovens em todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como principal objetivo o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos da carreira, que muitas vezes são tão desafiadores.
Para as empresas, nossa ONG oferece as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação — desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos e pelo alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e a realização dos contratos. Além disso, garantimos a entrega de três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e Jovem Aprendiz em sete dias, assegurando rapidez e qualidade na seleção.
O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Nesse processo, dedicamos uma hora para conversar com os candidatos, aplicar dinâmicas e mapear o perfil do estudante. Dessa forma, conseguimos encaminhar o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa, o que garante, simultaneamente, maior assertividade na seleção e satisfação tanto para o jovem quanto para a organização.
Além disso, esse acompanhamento personalizado permite que os estudantes se sintam mais preparados e confiantes, enquanto a empresa recebe candidatos alinhados às suas necessidades e cultura corporativa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
A ansiedade da primeira entrevista de emprego é comum entre os candidatos e existem muitas dúvidas: a maneira certa de se portar, o que responder ao entrevistador, qual o melhor horário para chegar, o que levar e, o mais importante, o que vestir?
Aqui separamos algumas dicas para te ajudar nesse dia tão importante e conquistar aquela vaga perfeita, seja como jovem aprendiz ou como estagiário, de maneira presencial ou online.
A primeira impressão é a que fica! Logo, a roupa na entrevista deve estar de acordo com seus objetivos, com o cargo que você irá ocupar e a ideia de responsabilidade que você deseja passar.
Além disso, a roupa também vai te passar confiança. Ao se sentir confortável e elegante, você vai trabalhar sua autoconfiança e se sairá melhor respondendo às perguntas do seu entrevistador.
Pesquisar sobre a empresa é fundamental, tanto para adquirir conhecimento e se sair na frente dos demais candidatos, como para entender o dress code do novo emprego. Empresas mais sérias, como escritórios de advocacia, contabilidades, bancos e instituições financeiras pedem uma vestimenta mais elegante e sóbria.
Já startups costumam ter um código de vestimenta mais leve, nesse caso opte por roupas mais confortáveis, mas não se esqueça: conforto não é sinônimo de vulgaridade nem de desleixo.
Ajuste sua roupa de acordo com a vaga desejada. Cargos administrativos exigem uma vestimenta mais séria, já cargos criativos, como publicidade, design e marketing podem ter uma leveza e conforto maior.
Roupas muito coloridas, com estampas variadas, podem gerar estranhamento e passar uma ideia de desprendimento e infantilidade. Opte por roupas lisas, de cores neutras.
4º Cuidado com os detalhes!
Certifique-se que suas roupas estejam limpas e bem passadas.
Ninguém te conhece melhor do que você mesmo, então faça escolhas sábias na hora de se vestir! Se você é uma pessoa que costuma transpirar muito, coloque uma camiseta por baixo da camisa. Tome cuidado com sua postura ao sentar e com o tom da sua voz ao falar; tente transmitir confiança: você sabe o quanto é capaz e o quanto deseja a vaga.
Se você gesticula muito, evite pulseiras e braceletes barulhentos que possam distrair e atrapalhar sua entrevista. Evite roupas apertadas e desconfortáveis; o conforto vai te deixar mais confiante, então valorize isso. E lembre-se: se é uma empresa de sustentabilidade, uma peça de linho seria uma ótima escolha.
Evite tudo que seja muito superficial, que transmita a ideia de futilidade. Os especialistas indicam que menos é mais; evite cílios postiços, batons de cores fortes e sombras muito escuras. Invista em maquiagens leves, que deem a ideia de descanso para o seu rosto.
Roupas com muitas estampas, decotadas, muito justas, curtas ou rasgadas. Isso vale tanto para homens como mulheres. Nada de chinelos, shorts, bermudas e croppeds. Lembre-se: o ambiente de trabalho, mesmo sendo mais informal, tem foco 100% no profissional.
Para ambientes mais sóbrios: ternos, calças e camisas sociais, blazers, gravatas de cores neutras, blusas de seda sem decote, peças de linho, vestidos ou saias de comprimento médio (sem serem apertados ao corpo), sapatos fechados.
Para ambientes mais descontraídos: jeans, camisetas, blazers, tênis e sandálias.
O cuidado com sua aparência deve ser o mesmo! Sempre ligue sua câmera, tente usar um fone de ouvido com microfone para a entrevista, tome cuidado com o som e o cenário atrás de você.
Se sua entrevista é online, seu cuidado deve ser redobrado: busque por um cômodo da sua casa mais calmo, silencioso e bem iluminado. Organize o cenário que aparecerá atrás de você e avise as pessoas que moram com você que está participando de um processo seletivo e precisa de silêncio.
Ter cuidado com sua aparência e se encaixar nos padrões da empresa não é o mesmo que anular quem você é. As roupas transmitem personalidade e isso ajuda na escolha do entrevistador. Mantenha sua essência, apenas atente-se ao dress code da empresa.
Siga nossas dicas e se destaque na sua entrevista!
O ISBET tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.
Para empresas, nossa ONG tem as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
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E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Na realidade ambos possuem suas vantagens, o que existe são diferenças contratuais e formas de trabalho diferentes. Tanto o programa de Jovem aprendiz, como programa de estágio, são excelentes maneiras de oferecer oportunidades a novos talentos e auxiliar o estudante nesse início de carreira, além disso, é uma forma da empresa impactar socialmente o mercado de trabalho. Há muitas vantagens em contratar um estagiário ou jovem aprendiz, já que são jovens buscando por experiências, cheios de vontade de aprender e com muitas ideias novas, que irão agregar muito a sua empresa. Nós separamos as principais diferenças entre os programas, continue na leitura e descubra qual o melhor modelo para sua empresa: Diferenças entre Jovem Aprendiz e Estagiário: Os dois programas são compostos por estudantes no começo de suas carreiras, mas existem diferenças extremamente importantes entre eles:
No programa de Estágio o estudante precisa iniciar aos 16 anos, no entanto não existe uma idade máxima, o que existe é o curso ser compatível com a função de trabalho na empresa. Já o Jovem Aprendiz é composto por candidatos de 14 a 24 anos, que podem estar cursando ensino fundamental, técnico, médio ou superior. No caso do Jovem Aprendiz, candidatos que estão cursando ou terminaram o ensino regular (fundamental e médio) podem participar. A participação de candidatos que tenham desistido de terminar o ensino básico obrigatório, previsto em lei, é vetada.
Já sabemos que o Jovem Aprendiz precisa estar cursando ou concluído pelo menos o ensino básico (fundamental e médio) e que ele pode estar estudando também nível técnico e superior, desde que esteja dentro da faixa etária permitida: 14 a 24 anos. O Estagiário por outro lado costuma ser de alunos de técnico ou superior, já que seu curso precisa estar em acordo com a vaga oferecida. Exemplo: um aluno de administração não poderia trabalhar como pesquisador em uma indústria farmacêutica, assim como um aluno de medicina não poderia atuar como estagiário de tabelião de notas em um tribunal. As funções da vaga precisam estar de acordo com o que o candidato estuda. No entanto, isso não impede da empresa oferecer uma vaga de estágio para estudantes do ensino médio, apenas é menos comum.
O foco de ambos é a aprendizagem, no entanto de maneiras diferentes. Enquanto o estagiário está buscando uma oportunidade para aprender mais sobre sua carreira e descobrir qual área dentro do que estuda gostaria de seguir, o Jovem Aprendiz não precisa estar trabalhando necessariamente com o que deseja exercer futuramente. Geralmente, o jovem que participa do programa está buscando aprender novas funções e conquistar sua liberdade financeira, até para auxiliar na conclusão de seus estudos.
Apesar dos programas terem diferenças entre si, o tempo de duração de ambos é o mesmo, sendo permitido o contrato de até 2 anos na mesma organização.
Essa é uma diferença bem importante! Enquanto o estagiário não tem nenhum vínculo empregatício, o Jovem Aprendiz tem seu registro em carteira de trabalho efetuado, dando a ele todos os direitos da CLT. A contratação do estagiário é feita pelo Termo de Compromisso, que segue as diretrizes da Lei do Estágio. A instituição de ensino, entidade integradora e empresa contratante assinam esse termo. O estagiário pode ser contratado por no máximo 2 anos, e seu curso deve corresponder às funções na empresa. Já o Jovem Aprendiz tem vínculo empregatício, ou seja: é obrigatório o registro em sua carteira de trabalho, sendo assim ele tem direito a tudo que a CLT oferece: 13º salário, previdência social, assistências médica ou/e odontológica.
Tanto no Programa de Estágio quanto no de Jovem Aprendiz, a carga é de 4 a 6 horas diárias, de segunda a sexta. Com 20 horas semanais, não é obrigatório pausa para almoço. Com 30 horas semanais, a pausa de 1 hora é obrigatória. No Programa de Aprendizagem, um dia é destinado ao ensino teórico, onde os jovens vão às unidades integradoras, como o ISBET, para aprender sobre o mercado de trabalho. Esse dia conta como dia trabalhado, então entra no cálculo para pagamento, assim como sofre as devidas ações no caso de faltas.
O Jovem Aprendiz é garantido pelos direitos da CLT, então existem 3 modalidades para o cálculo do salário:
1º – Baseado no salário mínimo federal: o jovem aprendiz pode trabalhar de 4 a 6 horas diárias, então o recrutador deve usar o valor do salário mínimo federal e dividir pelas horas trabalhadas desse novo profissional.
2º – Baseado no salário mínimo estadual: Se o salário estadual for maior que o federal, deve-se usá-lo no cálculo. Exemplo: o salário mínimo de São Paulo é maior que o federal, então todas as empresas do estado devem usar o valor estadual como base. Novamente se usa o valor como base e se divide pelas horas trabalhadas.
3º – Baseado no acordo coletivo: Algumas empresas, principalmente indústrias, têm um acordo onde o salário mínimo é superior ao federal ou estadual. O jovem aprendiz segue as normas da CLT. Divida esse valor pelas horas trabalhadas. O maior salário, seja estadual, federal ou de acordo seletivo, sempre prevalece, assegurando o jovem aprendiz.
O estagiário não recebe salário, mas uma bolsa-auxílio, em dinheiro ou benefício. Exemplo: a empresa paga a faculdade e o vale transporte do estagiário, em vez de pagar diretamente. Se o estagiário aceitar, o Termo de Compromisso é acordado. Também pode oferecer um valor, lembrando que quanto mais atrativa a bolsa-auxílio, melhores candidatos aparecerão. Existe também a modalidade de Estágio obrigatório que permite o não pagamento da bolsa auxílio.
A lei exige que empresas de médio e grande porte reservem pelo menos 5% das vagas para jovens aprendizes no programa de Aprendizagem.
A lei do Estágio estabelece: empresas com até 5 funcionários podem ter 1 estagiário; até 10 funcionários, até 2 estagiários; até 25 funcionários, até 5 estagiários; mais de 25 funcionários, até 20% das vagas para estagiários.
Confira a lei de Aprendizagem 10.097/2000 completa aqui;
Confira a lei de Estágio 11.788/2018 completa aqui.
A primeira razão é o impacto social que sua empresa vai causar no mercado de trabalho. Sua organização recrutará novos talentos, dispostos a aprender e com novidades para agregar. Além disso, muitos desses jovens estão em situação de vulnerabilidade, precisando apenas dessa chance para entrar no mercado de trabalho e mudar sua realidade.
Os programas atraem jovens motivados para o primeiro emprego, profissionais dedicados que se empenham em suas funções, impulsionando o crescimento da organização. São candidatos alinhados ao perfil da empresa, que buscam crescimento e aprendizagem, a fórmula do sucesso para o crescimento de ambos.
O ISBET tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.
Para empresas, nossa ONG tem as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
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O Programa Jovem Aprendiz pertence a Lei 10.097/2000, também conhecida como a Lei de Aprendizagem, que foi aprovada em 19 de dezembro de 2000 e determina que empresas de médio e grande porte são obrigadas a contratar, no mínimo, 5% e, no máximo, 15% jovens aprendizes, e o não cumprimento da lei pode gerar autuação pelos órgãos fiscalizadores.
A lei permite que jovens de 14 a 24 anos, cursando ou tendo concluído o ensino médio, entrem no mercado de trabalho como aprendizes, garantindo sua subsistência e ensinando-lhes um novo ofício.
O programa de aprendizagem é a única maneira de contratar um jovem menor de 16 anos de maneira legal. Além disso, diferente do programa de estágio, a CLT (Carteira de Trabalho) regulamenta o jovem aprendiz, ou seja, ele tem vínculo empregatício e todos os direitos previstos pelo registro em CLT
1º – Baseado no salário-mínimo federal, o jovem aprendiz pode trabalhar de 4 a 6 horas diárias. Portanto, o recrutador deve usar o valor do salário-mínimo federal e dividir pelas horas trabalhadas desse novo profissional.
2º – Baseado no salário-mínimo estadual: se o salário do estado for maior que o oferecido no federal, deve-se usar ele no cálculo. Ex: o salário-mínimo do estado de São Paulo é maior que o salário-mínimo federal, então todas as empresas do estado devem utilizar como base o salário oferecido por ele. Novamente se usa o valor como base e se divide pelas horas trabalhadas.
3º – Baseado no acordo coletivo: algumas empresas, especialmente indústrias, têm um salário-mínimo estipulado (acima do federal ou estadual), que também se aplica ao jovem aprendiz sob as normas da CLT. Novamente, é necessário usar esse valor e dividir pelas horas trabalhadas.
O importante no cálculo é saber que sempre o maior salário é o que vence, seja ele estadual, federal ou de acordo coletivo. O jovem aprendiz está assegurado por essas normas.
O programa de Jovem Aprendiz exige que o estudante trabalhe de 20 a 30 horas semanais, ou seja, de 4 a 6 horas diárias, com 2 dias de folga por semana, conforme a lei. Além disso, na carga de 20 horas semanais, a pausa para o almoço não é obrigatória.
A mesma empresa pode contratar o aprendiz durante o período de 2 anos. Após o encerramento do contrato, não é possível renovar o contrato no programa de aprendizagem. No entanto, o contratante pode optar pela efetivação do jovem, garantindo todos os direitos da CLT ao novo funcionário.
O ideal é que as férias do jovem aprendiz coincidam com as férias escolares para não comprometer os estudos. Contudo, a lei exige que as férias sejam concedidas dentro de 1 ano e 11 meses. Assim, se o contrato do aprendiz for de 15 meses, pode-se remunerar as férias ao final do contrato.
Pode, desde que a empresa funcione nesses dias e a soma das horas não ultrapasse o limite semanal previsto em lei (até 30 horas para quem ainda estuda, ou até 44 horas para quem já concluiu o ensino médio). Assim como qualquer trabalhador CLT, o aprendiz tem direito ao descanso semanal remunerado. Veja as regras completas no nosso guia sobre jovem aprendiz e trabalho aos sábados.
Normalmente 5 dias por semana, com 2 dias de folga, cumprindo de 4 a 6 horas diárias (20 a 30 horas semanais). A organização exata dos dias pode variar conforme a empresa, desde que o limite de horas semanais e o descanso semanal remunerado sejam respeitados.
Depende da jornada. Em jornadas de até 4 horas diárias, o intervalo não é obrigatório. Já em jornadas entre 4 e 6 horas, é obrigatório um intervalo mínimo de 15 minutos. Acima de 6 horas, vale a regra geral da CLT (artigo 71), de pelo menos 1 hora de intervalo.
No máximo 2 anos. Depois desse período, a empresa não pode renovar o contrato de aprendizagem com o mesmo jovem, mas pode optar por efetivá-lo como funcionário CLT.
O programa tem como objetivo a inclusão social de jovens no mercado de trabalho, garantindo que esse jovem consiga concluir o ensino médio obrigatório ao mesmo tempo que conquista sua independência financeira.
Segundo o Censo Escolar 2025, divulgado pelo MEC, a taxa de abandono no ensino médio caiu para 2,2% em 2025 (era 6,8% em 2015), e a taxa de reprovação caiu para 3% (era 11,5% em 2015), uma melhora puxada por políticas como o Pé-de-Meia. Ainda assim, parte desses jovens está em situação de vulnerabilidade social e precisa conciliar os estudos com a necessidade de gerar renda, o que muitas vezes leva a empregos informais, sem garantia de direitos básicos e com alta precariedade.
A Lei de Aprendizagem busca diminuir a evasão escolar. Além disso, proporciona uma maior qualidade de vida para esse jovem. Dessa forma, ele vai trabalhar de 4 a 6 horas, o que possibilita a conclusão do ensino médio.
O ISBET tem 53 anos no mercado mudando a vida de jovens por todo o país. Sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes, buscando sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.
Para sua empresa, nossa ONG oferece as mais diversas soluções. Para iniciar, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga. Em seguida, realizamos a captação de candidatos e o alinhamento de perfil conforme a necessidade do cliente. Posteriormente, efetuamos a pré-seleção e, por fim, procedemos com a realização dos contratos.
Entregamos em até 7 dias 3 candidatos para o programa de Jovem Aprendiz. O maior diferencial do ISBET é a nossa orientação profissional. Durante 1 hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e ali mapeamos o perfil do estudante, encaminhando o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.
Assista ao nosso vídeo aqui e entenda um pouco sobre nossas soluções;

Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
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Quer entender também os benefícios fiscais de contratar um aprendiz? Confira nosso guia completo sobre incentivos fiscais para contratar aprendizes.
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