Se você é empresário ou jovem em busca de oportunidades, entender a cota de aprendizagem no Rio de Janeiro é essencial. Afinal, mais do que uma obrigação legal, ela representa uma chance concreta de promover inclusão, qualificação e transformação social. Com o apoio do ISBET, esse processo se torna simples, eficiente e cheio de significado.
Em primeiro lugar, a Lei nº 10.097/2000 determina que empresas de médio e grande porte devem contratar aprendizes em um percentual de 5% a 15% do total de funções que demandam formação profissional. Esse número compõe a chamada cota de aprendizagem.
Além disso, essa exigência se aplica a todas as filiais da empresa. Ou seja, se sua empresa tem unidades em diversas cidades do Rio de Janeiro, todas devem considerar a cota proporcionalmente.
Embora essa seja uma obrigação legal, ela também traz um forte potencial estratégico para o crescimento das empresas.
Para cumprir a cota de aprendizagem, muitas empresas enfrentam dificuldades operacionais. No entanto, com o ISBET, o processo se torna muito mais prático. Atuando como entidade qualificadora e agente de integração, o ISBET:
Dessa forma, empresas podem se concentrar no seu negócio principal, enquanto o ISBET cuida de toda a estrutura educacional e burocrática do programa.
Enquanto os jovens ganham experiência, qualificação e visão de futuro, as empresas conseguem formar profissionais com a cultura e os valores da organização. Ao mesmo tempo, evitam autuações fiscais e fortalecem sua imagem institucional.
A cota de aprendizagem, portanto, se revela uma via de mão dupla: transforma realidades e gera resultados.
Atualmente, o ISBET está presente em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro, como:
Graças a essa ampla cobertura, conseguimos atender empresas de diferentes segmentos, como comércio, indústria, logística e serviços.
Além disso, os jovens também são impactados positivamente, pois encontram capacitação acessível e chances reais de entrar no mercado de trabalho.
É importante lembrar que o não cumprimento da cota de aprendizagem pode gerar multas e outras penalidades para a empresa. Contudo, com o ISBET como parceiro, você transforma uma exigência legal em uma oportunidade estratégica.
Confira os principais benefícios:
Assim, sua empresa cresce enquanto contribui para uma sociedade mais justa e inclusiva.
A cota de aprendizagem não é apenas uma responsabilidade legal. Com o ISBET, ela se torna um caminho de impacto social, educação profissional e crescimento mútuo. No estado do Rio de Janeiro, estamos prontos para conectar empresas e jovens por meio de um programa completo, transparente e transformador.
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Contratar jovem aprendiz pode parecer desafiador à primeira vista. No entanto, quando se conta com o parceiro ideal, esse processo se torna muito mais simples, ágil e seguro. Além disso, ele passa a representar uma excelente oportunidade de fortalecer a cultura da empresa e de formar talentos com propósito.
Por isso, o ISBET atua ao lado das empresas para descomplicar essa jornada. Oferecemos suporte completo e contínuo, garantindo que a contratação de jovem aprendiz aconteça de forma estruturada, eficiente e, acima de tudo, em conformidade com a lei.
Neste artigo, você vai entender por que contratar jovem aprendiz é uma decisão estratégica e como o ISBET pode ser o diferencial para sua empresa em todas as etapas — desde a triagem até a qualificação profissional.
Antes de tudo, é importante lembrar que a contratação de aprendizes é regulamentada pela Lei nº 10.097/2000. Ela determina que empresas de médio e grande porte devem preencher de 5% a 15% dos cargos que demandam formação profissional com jovens aprendizes.
No entanto, mais do que cumprir uma exigência legal, contratar jovem aprendiz traz diversos ganhos práticos e institucionais para o seu negócio. Entre eles, destacam-se:
Além disso, empresas que apostam em programas de aprendizagem fortalecem sua reputação e contribuem para uma sociedade mais justa e inclusiva.
De acordo com a legislação vigente, toda empresa de médio ou grande porte, com ao menos sete funcionários em funções que exigem qualificação profissional, é obrigada a contratar jovens aprendizes proporcionalmente.
O não cumprimento dessa cota pode gerar consequências sérias. Por exemplo:
Dessa forma, é essencial contar com o apoio de uma instituição qualificada. O ISBET oferece toda a estrutura necessária para que sua empresa esteja em conformidade com a lei, evitando riscos e transformando a obrigação legal em uma oportunidade estratégica.
Para garantir que tudo ocorra dentro da legalidade e de forma eficaz, o ISBET atua com dupla função: como agente de integração e entidade qualificadora. Assim, acompanhamos cada passo, desde o recrutamento até a formação pedagógica e profissional do aprendiz.
Veja, a seguir, como o ISBET simplifica o processo de contratar jovem aprendiz:
Além disso, oferecemos soluções personalizadas, ajustadas ao porte, segmento e cultura organizacional da sua empresa.
Ao contratar jovem aprendiz com o ISBET, sua empresa experimenta uma série de vantagens práticas e institucionais. Entre elas:
Como resultado, sua organização ganha eficiência operacional, fortalece sua imagem no mercado e contribui ativamente com a inclusão produtiva dos jovens brasileiros.
“O ISBET é nosso parceiro há anos. Sempre recebemos apoio completo na contratação e no acompanhamento dos aprendizes. É uma parceria que funciona muito bem.”
— Gerente de RH, empresa do setor logístico
“Além de cumprir a cota, estamos formando nossos futuros profissionais com o suporte pedagógico do ISBET. Isso tem feito toda a diferença para o nosso time.”
— Coordenador de RH, indústria têxtil
Em resumo, contratar jovem aprendiz é uma obrigação legal que pode — e deve — se transformar em uma oportunidade estratégica para sua empresa. Com o apoio do ISBET, você cumpre a legislação, reduz riscos trabalhistas e ainda investe em novos talentos que podem se tornar líderes no futuro.
Portanto, se a sua empresa deseja segurança jurídica, eficiência operacional e impacto social positivo, conte com o ISBET. Estamos prontos para transformar o processo de aprendizagem em uma experiência de desenvolvimento mútuo — para o jovem e para a organização.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
A sustentabilidade no mundo do trabalho tem ganhado cada vez mais destaque. Empresas e profissionais já perceberam que pensar no futuro do planeta é, ao mesmo tempo, pensar no futuro das carreiras, da economia e da sociedade.
Para os jovens aprendizes e estagiários, esse é um momento de grande oportunidade. Afinal, eles podem aprender com responsabilidade e se desenvolver em ambientes mais conscientes. Portanto, compreender o papel da sustentabilidade desde o início da trajetória profissional é essencial.
Ser sustentável vai muito além de reciclar papel ou desligar as luzes ao sair da sala. No ambiente profissional, a sustentabilidade no mundo do trabalho envolve:
Essas atitudes, quando colocadas em prática, garantem que o crescimento da empresa ocorra de maneira ética, equilibrada e duradoura.
Além disso, tais iniciativas podem ser promovidas tanto pelos líderes quanto por colaboradores em início de carreira. Isso demonstra que todos têm um papel a cumprir.
Estagiários e aprendizes estão entrando no mercado em um momento decisivo. Cada vez mais, as empresas valorizam profissionais engajados, curiosos e alinhados às novas demandas globais. Nesse contexto, ser sustentável também se torna uma atitude profissional.
Veja algumas formas práticas de colocar isso em ação:
Além disso, vale destacar que, mesmo com pouca experiência, a atitude proativa e o desejo de transformar são vistos como grandes diferenciais pelos empregadores.
As organizações exercem um papel essencial na formação de uma nova geração de profissionais conscientes. Portanto, cabe a elas criar espaços onde sustentabilidade e aprendizado caminhem juntos.
Entre as ações que podem (e devem) ser adotadas, destacam-se:
Além disso, esse cenário, o ISBET atua como agente de transformação. Através da integração entre empresas e estudantes, promovemos ambientes de aprendizagem onde o crescimento profissional anda de mãos dadas com o cuidado com o planeta.
A sustentabilidade no mundo do trabalho deixou de ser apenas uma tendência: ela se tornou uma necessidade urgente. O planeta precisa de soluções, e os jovens têm a energia e a criatividade para liderar essa transformação.
Portanto, cada pequena ação conta — seja como estagiário, aprendiz ou futuro líder. Com atitudes sustentáveis desde já, você contribui para um mercado mais ético, humano e ambientalmente responsável.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
A qualificação profissional é um dos pilares essenciais para o sucesso de qualquer carreira. No ISBET, esse compromisso é levado a sério e, por isso, atuamos como uma ponte sólida entre estudantes e empresas. Por meio de estágios e programas de aprendizagem, promovemos uma verdadeira transformação na vida dos jovens.
Além disso, com uma atuação filantrópica, o ISBET vai além da simples inserção no mercado de trabalho — ele forma cidadãos conscientes, preparados e qualificados para enfrentar os desafios do futuro.
No cenário atual, cada vez mais competitivo, as empresas não buscam apenas mão de obra, mas sim talentos que estejam preparados e alinhados com seus valores. Portanto, a qualificação profissional de estagiários e aprendizes impacta diretamente nos resultados do negócio e na construção de equipes engajadas e capacitadas.
É justamente nesse ponto que o ISBET se destaca: como agente de integração e entidade qualificadora, oferecemos suporte completo para que tanto empresas quanto estudantes vivenciem experiências transformadoras e aprendizado contínuo.
Dessa forma, a qualificação profissional acontece na prática, e o ISBET está presente em cada etapa desse processo.
Investir na qualificação de estagiários e aprendizes por meio do ISBET traz inúmeros ganhos para as organizações, tais como:
A atuação do ISBET vai muito além da simples intermediação. Somos agentes de transformação social e profissional. Ao investir em qualificação profissional, garantimos que estagiários e aprendizes não apenas ocupem vagas, mas conquistem seus espaços no mundo com propósito e preparo.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
Para enviar um currículo por e-mail de forma eficaz e profissional, antes de mais nada, é importante seguir algumas recomendações essenciais. Além disso, esses passos aumentam significativamente as chances de atrair a atenção do recrutador e, consequentemente, causar uma excelente impressão logo no primeiro contato.
Por essa razão, neste artigo, abordaremos detalhadamente todos os aspectos necessários para garantir que seu currículo realmente se destaque durante o processo de seleção. Dessa forma, você estará mais preparado e confiante para conquistar a tão sonhada oportunidade.
O assunto do e-mail deve ser direto, indicando a vaga e seu nome. Por exemplo:
“Candidatura – [Nome da Vaga] – [Seu Nome]”
Evite termos genéricos como “Currículo” ou “CV”, pois eles podem não chamar a atenção dos recrutadores.
No corpo do e-mail, siga uma estrutura bem definida para manter a clareza e a objetividade:
Utilize um endereço de e-mail que contenha seu nome e sobrenome. Evite apelidos ou termos informais que possam causar uma má impressão.
Prezado(a) [Nome do Recrutador],
Estou enviando meu currículo para a vaga de [Nome da Vaga] anunciada no [Local da vaga]. Tenho experiência em [resumo breve da experiência ou formação] e acredito que posso contribuir positivamente para a equipe.
Fico à disposição para conversar sobre como posso agregar à empresa.
Atenciosamente,
[Seu Nome]
[Seu telefone]
[Seu LinkedIn, se desejar]
Seguindo essas orientações, portanto, você terá um e-mail profissional e atrativo, o que, consequentemente, aumenta as suas chances de ser chamado para entrevistas e, assim, avançar no processo seletivo.
Além disso, essa abordagem é o padrão recomendado para enviar currículos por e-mail, garantindo, portanto, um contato formal e eficaz com os recrutadores.
Ao seguir essas recomendações, você estará preparado para enviar seu currículo de forma profissional e eficaz, destacando-se entre os demais candidatos. Lembre-se, cada detalhe conta no processo de seleção. Portanto, investir tempo na elaboração de um e-mail bem estruturado pode ser o diferencial que você precisava para conquistar a vaga dos seus sonhos.
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Em um mercado cada vez mais competitivo, otimizar processos seletivos é uma prioridade para empresas que desejam atrair, desenvolver e reter jovens talentos. Afinal, esses candidatos representam o futuro do mercado de trabalho — e, portanto, precisam de abordagens específicas que respeitem seu momento de carreira.
Logo no início da jornada profissional, muitos jovens se sentem inseguros. Por isso, tornar o processo seletivo mais acessível, objetivo e acolhedor pode ser decisivo para encontrar os melhores perfis e garantir contratações de sucesso.
Antes de tudo, é importante lembrar que os jovens talentos — especialmente estagiários e aprendizes — ainda estão em formação. Dessa forma, exigir experiências prévias pode ser contraproducente.
Portanto, foque em identificar:
Soft skills como proatividade, empatia e comunicação;
Interesse genuíno em aprender;
Alinhamento com os valores e a cultura da empresa.
Além disso, é recomendável usar testes práticos e entrevistas mais leves, que permitam observar o potencial, e não apenas o histórico do candidato.
Outra maneira de otimizar processos seletivos é adotar plataformas tecnológicas que agilizem etapas como triagem de currículos, envio de testes e agendamento de entrevistas. Contudo, é essencial manter a humanização do processo, especialmente com candidatos iniciantes.
Use ferramentas como o LinkedIn, plataformas como a WallJobs e o Nube para facilitar a captação, mas garanta um retorno claro e respeitoso para todos os participantes, mesmo os não selecionados.
Jovens aprendizes e estagiários podem nunca ter participado de um processo seletivo formal. Assim, quanto mais claras forem as etapas, melhor será a experiência do candidato.
Sendo assim, envie e-mails explicativos, compartilhe dicas, informe prazos e expectativas. Isso melhora a imagem da empresa e contribui para a formação dos jovens, mesmo que eles não sejam contratados naquele momento.
Para empresas que desejam otimizar processos seletivos com responsabilidade social, incluir jovens de diferentes realidades é fundamental. Estudantes de escolas públicas, jovens PCD, mulheres, pessoas negras e periféricas devem ter espaço em seleções justas e inclusivas.
O ISBET, por exemplo, atua como ponte nesse processo, promovendo igualdade de oportunidades e capacitando empresas a criarem ambientes mais diversos e inovadores.
Por fim, não basta aplicar um processo seletivo — é essencial avaliá-lo. Recolha feedbacks dos candidatos, analise os índices de retenção e desempenho dos contratados e busque sempre aperfeiçoar cada etapa.
Afinal, otimizar processos seletivos é uma jornada contínua de melhoria. Quanto mais transparente, eficiente e inclusivo for o processo, maiores serão as chances de atrair jovens talentos preparados para crescer com sua empresa.
Investir em boas práticas de recrutamento para jovens talentos é investir no futuro da sua organização. Ao otimizar processos seletivos, o RH garante agilidade, assertividade e inclusão, promovendo não apenas contratações eficazes, mas também transformações reais na cultura corporativa.
Conte com o ISBET para desenvolver programas de estágio e aprendizagem personalizados, que unem capacitação e impacto social. Vamos juntos preparar os líderes de amanhã — hoje.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
A cota de aprendizagem é mais do que um requisito legal — ela é uma ponte entre sonhos e realizações. Quando bem aplicada, ela transforma vidas, forma talentos e promove inclusão social com apoio direto das empresas. O ISBET atua nesse cenário como um verdadeiro agente de transformação, conectando jovens a oportunidades reais no mercado de trabalho.
Antes de tudo, é essencial entender que a cota de aprendizagem é uma política pública amparada pela Lei da Aprendizagem (nº 10.097/2000). Essa legislação exige que empresas de médio e grande porte contratem jovens aprendizes em percentual proporcional ao número de funcionários.
Contudo, mais do que cumprir a lei, ao integrar o jovem ao mercado, a empresa colabora ativamente para a construção de um país mais justo e com melhores perspectivas para as próximas gerações.
Muitas vezes, as empresas veem a cota de aprendizagem como uma obrigação burocrática. No entanto, com o suporte do ISBET, ela se torna uma estratégia de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.
Ao contratar aprendizes, a empresa:
Além disso, todo o processo, desde a seleção até o acompanhamento do jovem, pode ser coordenado com o apoio técnico e educacional do ISBET.
Ao mesmo tempo em que empresas desenvolvem novos talentos, jovens ganham acesso a cursos de formação, experiências práticas e suporte socioeducativo. Com isso, eles se tornam mais preparados para enfrentar os desafios do mundo profissional.
Afinal, é por meio da cota de aprendizagem que milhares de jovens em situação de vulnerabilidade conseguem acesso a oportunidades que mudam o rumo de suas histórias.
Muitos desses jovens, inclusive, permanecem nas empresas após o término do contrato como efetivos. Ou seja, é um investimento com retorno humano e produtivo.
O ISBET se posiciona como parceiro essencial no cumprimento da cota de aprendizagem. Atuando como entidade qualificadora, desenvolvemos trilhas formativas personalizadas, realizamos acompanhamento constante e promovemos orientação tanto para os jovens quanto para as empresas.
Dessa maneira, promovemos uma integração harmônica entre o setor produtivo e o social, em todas as regiões onde atuamos.
Em resumo, a cota de aprendizagem vai muito além de números e prazos. Com o ISBET, ela se transforma em uma ferramenta de impacto positivo, capaz de alterar trajetórias e fortalecer comunidades inteiras.
Portanto, se sua empresa ainda não participa, o momento de fazer a diferença é agora. Cumpra a lei, sim — mas vá além. Transforme o presente e construa o futuro com o ISBET ao seu lado.
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Para estagiários e aprendizes em início de carreira, desenvolver habilidades comportamentais é tão importante quanto adquirir conhecimento técnico. Afinal, são essas competências que garantem uma boa convivência, resolução de problemas e crescimento dentro da empresa. Por isso, o ISBET investe na formação completa dos jovens talentos.
Antes de mais nada, habilidades comportamentais são atitudes, valores e comportamentos que influenciam a forma como o jovem se relaciona no ambiente corporativo. Exemplos disso são a empatia, proatividade, responsabilidade e comunicação clara. Além disso, essas soft skills são altamente valorizadas pelos recrutadores.
O ISBET não apenas conecta jovens ao mercado, mas também os prepara para os desafios do dia a dia profissional. Nossos programas de estágio e aprendizagem incluem orientações sobre habilidades comportamentais, oficinas práticas e acompanhamento pedagógico. Assim, o jovem se destaca pela postura e atitudes, além do conhecimento técnico.
Em resumo, apostar nas habilidades comportamentais é garantir que estagiários e aprendizes estejam prontos para crescer com autonomia e ética. Incentive esse desenvolvimento desde o início e conte com o ISBET para apoiar essa jornada. Afinal, o sucesso vem de dentro — com atitudes que fazem a diferença.
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A educação financeira para jovens é uma ferramenta indispensável para quem deseja conquistar a tão sonhada independência financeira. Desde cedo, aprender a lidar com dinheiro ajuda a desenvolver responsabilidade, planejamento e autonomia. Aliás, essa prática pode evitar dívidas futuras e facilitar a realização de metas como fazer intercâmbio, comprar o primeiro carro ou investir em um curso superior.
Além disso, ao dominar conceitos básicos como orçamento, poupança e consumo consciente, o jovem ganha poder de escolha e visão estratégica sobre sua própria vida financeira. Portanto, quanto mais cedo se inicia esse aprendizado, melhores serão os resultados.
Você pode começar com ações simples, como:
Inclusive, o ISBET incentiva essa jornada com conteúdos específicos para jovens em início de carreira. Clique aqui para acessar nossos artigos sobre carreira, finanças e desenvolvimento pessoal!
Ao longo da vida, os desafios financeiros aumentam. Justamente por isso, investir na educação financeira para jovens é um diferencial competitivo no mercado de trabalho. Afinal, empresas valorizam profissionais organizados e conscientes do valor do dinheiro.
Em resumo, a educação financeira para jovens é mais do que um aprendizado técnico: é uma base sólida para escolhas melhores, maior liberdade e segurança no futuro. Aproveite os recursos disponíveis e comece hoje mesmo!
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A aprendizagem profissional é uma política pública essencial para incluir jovens no mercado de trabalho com formação adequada. Prevista pela Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000), essa modalidade promove o desenvolvimento técnico e comportamental de adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos. Por isso, implementá-la de forma estratégica é uma oportunidade para empresas que desejam investir no futuro e cumprir seu papel social.
Além disso, empresas que adotam a aprendizagem profissional com apoio de uma entidade qualificadora, como o ISBET, garantem segurança jurídica, suporte pedagógico e resultados concretos na capacitação de novos talentos.
Antes de mais nada, é importante entender que a aprendizagem profissional combina teoria e prática. Os jovens são contratados com carteira assinada, recebem formação técnica em instituições como o ISBET e atuam dentro da empresa em rotinas supervisionadas.
Ou seja, é um modelo que vai além da simples contratação: prepara o aprendiz para o mundo do trabalho, com acompanhamento contínuo e foco no crescimento.
A jornada do jovem aprendiz é dividida em dois momentos:
Dessa forma, o jovem aplica os conhecimentos e desenvolve competências essenciais como responsabilidade, organização, comunicação e trabalho em equipe.
Implementar a aprendizagem profissional com o ISBET garante inúmeras vantagens, tanto para a empresa quanto para o jovem:
Além disso, o ISBET oferece suporte completo para cadastro, gestão, capacitação e avaliação do jovem ao longo do contrato.
O ISBET atua como ponte entre empresas e jovens, oferecendo:
Portanto, ao optar pelo ISBET, sua empresa ganha tempo, reduz riscos e cumpre seu papel com qualidade e segurança.
Em resumo, a aprendizagem profissional é mais do que uma exigência legal. É uma ferramenta poderosa para transformar o futuro dos jovens e fortalecer o presente das empresas. Por isso, conte com o ISBET para implementar esse programa com excelência, responsabilidade e visão de futuro.
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A cota de aprendizes é um dos pilares da inclusão profissional no Brasil. Prevista na Lei da Aprendizagem (nº 10.097/2000), ela exige que empresas de médio e grande porte contratem jovens de 14 a 24 anos como aprendizes, proporcionando qualificação prática e teórica supervisionada.
Ou seja, trata-se de uma oportunidade de desenvolvimento mútuo: os jovens têm acesso ao mercado de trabalho de forma protegida, enquanto as empresas ganham talentos com potencial de crescimento.
Portanto, entender essa legislação e aplicá-la corretamente é essencial para qualquer organização comprometida com responsabilidade social.
Em primeiro lugar, é preciso calcular corretamente a cota: ela varia entre 5% e 15% do quadro de empregados em funções que exigem formação profissional.
A seguir, a empresa deve contratar jovens por meio de um contrato especial de aprendizagem — com duração máxima de dois anos. A jornada diária é de até 6 horas, a menos que o jovem tenha terminado o ensino médio, o que permite até 8 horas.
Além disso, esses jovens devem obrigatoriamente estar matriculados em cursos teóricos de aprendizagem, como os oferecidos pelo ISBET. Dessa forma, teoria e prática se complementam, criando uma base sólida de formação.
A cota de aprendizes, além de ser uma exigência legal, representa uma chance valiosa de transformação social e inovação nos processos de RH.
Em outras palavras, cumpri-la não é apenas uma obrigação, mas sim uma forma estratégica de renovar a cultura organizacional. Confira os principais motivos:
O ISBET atua como agente de integração e como entidade qualificadora. Isso significa que oferecemos um serviço completo — desde a captação de jovens aprendizes até o acompanhamento pedagógico contínuo.
Portanto, com o ISBET ao seu lado, sua empresa cumpre a lei, mas também desenvolve talentos com ética, qualidade e orientação técnica.
Veja algumas vantagens de contar conosco:
Em resumo, aplicar a cota de aprendizes é mais do que atender à legislação — é investir no futuro. Sua empresa ganha talentos, desenvolve líderes e contribui para a sociedade.
Sendo assim, não deixe essa oportunidade passar. Conte com o ISBET para integrar jovens com motivação, qualificação e sede de aprender.
Lembre-se: cumprir a cota é o primeiro passo. Transformar vidas é o resultado.
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Se você é estagiário, aprendiz ou estudante, é hora de entender por que o LinkedIn para estagiários não é apenas uma rede social — é uma verdadeira vitrine profissional. A plataforma conecta jovens talentos a empresas, oportunidades e profissionais experientes, tornando-se um passo essencial para quem deseja construir uma carreira sólida desde o início.
Antes de mais nada, o LinkedIn é a maior rede profissional do mundo. Utilizá-lo desde cedo permite que estagiários e aprendizes criem um perfil profissional, compartilhem experiências, busquem vagas e se posicionem no mercado. Além disso, é por meio dele que muitos recrutadores avaliam comportamentos, interesses e alinhamento cultural.
Enquanto outras redes sociais mostram a vida pessoal, o LinkedIn revela o seu potencial profissional.
A seguir, veja algumas estratégias que ajudam jovens talentos a se destacar na plataforma:
Crie um perfil completo: foto profissional, título claro (ex: Estudante de Administração | Buscando Estágio) e resumo com seus objetivos.
Compartilhe aprendizados: fale sobre cursos, eventos, oficinas e até dificuldades superadas durante o estágio.
Conecte-se com propósito: adicione colegas, supervisores, professores e profissionais da área de interesse.
Siga empresas e instituições: fique por dentro de oportunidades e novidades.
Interaja com conteúdos: curtir, comentar e repostar mostra engajamento e pode chamar atenção do RH.
Para o setor de Recursos Humanos, o perfil no LinkedIn é um reflexo do interesse do candidato em crescer. Portanto, estagiários com presença ativa na plataforma demonstram iniciativa, organização e visão de futuro.
Além disso, empresas que buscam jovens talentos costumam publicar suas vagas diretamente na plataforma, muitas vezes com a possibilidade de candidatura com apenas um clique.
O ISBET incentiva jovens aprendizes e estagiários a utilizarem o LinkedIn como parte do seu desenvolvimento profissional. Através de nossos programas de aprendizagem e integração, oferecemos orientação para que o jovem entenda seu valor no mercado e saiba comunicá-lo de forma eficaz.
Ter um bom perfil no LinkedIn para estagiários pode ser o diferencial entre conquistar a vaga dos sonhos ou passar despercebido. Com dedicação, presença e autenticidade, jovens talentos conseguem se destacar e mostrar ao mercado o que têm de melhor.
Portanto, se você ainda não criou seu LinkedIn, comece agora mesmo. E se já tem, atualize, compartilhe e interaja com o universo profissional que está à sua espera. O futuro começa hoje — e pode muito bem começar com um clique.
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Para os jovens que desejam crescer no universo online, cursos gratuitos do Google são uma porta de entrada poderosa. Além disso, essas formações oferecem certificação reconhecida e conteúdo prático, ideal para quem está iniciando a carreira em marketing digital. Por isso, conhecer as principais opções é fundamental para atualizar o RH e preparar talentos competitivos.
Antes de mais nada, o Google desenvolveu trilhas completas que vão desde fundamentos de marketing até analytics avançado. Dessa forma, os jovens obtêm base teórica e aplicam em exercícios reais. Contudo, muitos profissionais ainda desconhecem essas oportunidades gratuitas — e, consequentemente, perdem vantagem competitiva.
Primeiramente, incentive estagiários e aprendizes a se inscreverem nas plataformas oficiais do Google. Em seguida, acompanhe o progresso e reconheça as certificações conquistadas. Além disso, promova grupos de estudo internos e workshops práticos para aplicar o aprendizado no dia a dia.
O ISBET oferece suporte para que empresas incorporem cursos gratuitos do Google em seus programas de estágio e aprendizagem. Além disso, personalizamos trilhas de estudo e promovemos mentorias com especialistas do mercado. Dessa forma, jovens talentos saem prontos para enfrentar os desafios do marketing digital corporativo.
Em resumo, dominar o marketing digital por meio de cursos gratuitos do Google é um diferencial competitivo. Portanto, incentive sua equipe jovem a explorar essas formações e conte com o ISBET para integrar o conhecimento ao ambiente de trabalho. O futuro do marketing começa agora — e passa por quem está pronto para aprender sem custos.
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O Jovem Aprendiz representa uma oportunidade de ouro para empresas que desejam formar futuros talentos e investir no crescimento sustentável do seu time. Além disso, o programa promove a inclusão social e profissional de jovens, contribuindo para a renovação do mercado de trabalho.
Primeiramente, a Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000) determina que empresas de médio e grande porte devem contratar aprendizes, cumprindo uma cota que varia entre 5% e 15% do quadro de funcionários. Além disso, o programa oferece a chance de desenvolver habilidades técnicas e comportamentais essenciais para o mercado.
Formação personalizada: a empresa prepara o jovem para os desafios específicos do seu negócio;
Renovação do quadro: aprendizes trazem novas ideias e energia;
Cumprimento legal: evita penalidades e fortalece a imagem institucional;
Responsabilidade social: contribui para o desenvolvimento social e econômico;
Ambiente diversificado: promove a inclusão de jovens de diferentes perfis.
Para maximizar os resultados, o RH deve estruturar o programa com treinamentos contínuos, acompanhamento próximo e oportunidades de crescimento. Além disso, é fundamental garantir o cumprimento das normas trabalhistas e criar um ambiente acolhedor.
O ISBET atua como agente de integração, facilitando a conexão entre empresas e jovens aprendizes qualificados. Ademais, oferecemos suporte para a implementação do programa e capacitação dos jovens.
Portanto, investir no Jovem Aprendiz é formar talentos, renovar o time e fortalecer sua empresa para os desafios do futuro. Assim, sua organização ganha competitividade e contribui para uma sociedade mais justa.
Conte com o ISBET para apoiar essa transformação!
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Quantos impostos uma empresa deixa de pagar ao contratar uma pessoa com deficiência? Se a resposta que veio à cabeça foi “vários”, vale reconferir. Hoje, não existe na legislação federal brasileira uma isenção fiscal direta para esse tipo de contratação. O que existe é uma obrigação legal, com consequências reais para quem não cumpre. Os verdadeiros incentivos fiscais PCD existem, mas em um lugar bem diferente do que a maioria imagina.
Entender essa diferença muda a forma como o RH e o jurídico devem tratar o tema, e evita que a empresa monte uma estratégia de contratação em cima de um benefício fiscal que, simplesmente, não existe. A seguir, o que é mito e o que é real sobre incentivos e contratação de PCDs.
Não existe, na legislação federal, uma isenção de Imposto de Renda, contribuição previdenciária ou qualquer outro tributo simplesmente por uma empresa empregar pessoas com deficiência. O que existe é uma obrigação: pelo artigo 93 da Lei nº 8.213/1991, empresas com 100 ou mais funcionários precisam preencher entre 2% e 5% do quadro com pessoas com deficiência ou beneficiários reabilitados pelo INSS, conforme o porte da empresa.
Ou seja, contratar PCDs não é uma escolha que gera prêmio fiscal automático: para empresas dentro da faixa de obrigatoriedade, é uma exigência legal, fiscalizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que pode resultar em autuação para quem não cumpre a cota.
O benefício financeiro concreto não está na contratação de PCD em geral, mas especificamente na modalidade de contrato de aprendizagem para pessoas com deficiência. Aprendizes, PCD ou não, têm um regime de FGTS diferenciado: a alíquota recolhida pela empresa é de 2%, em vez dos 8% padrão, com base no artigo 15, parágrafo 7º, da Lei nº 8.036/1990. Esses contratos de aprendizagem também dispensam aviso prévio e multa de 40% do FGTS quando o desligamento segue as hipóteses previstas em lei.
E, no caso específico do aprendiz PCD, a economia se soma a uma vantagem prática: como o limite de 24 anos não se aplica a candidatos com deficiência, a empresa tem acesso a um universo de candidatos mais amplo para preencher a cota de aprendizagem sem abrir mão do regime fiscal mais barato dessa modalidade. Os detalhes completos desse regime, incluindo exemplos de economia, estão no guia de incentivos fiscais para contratação de aprendizes.
Se o benefício fiscal direto é um mito, o risco de não cumprir a cota é bem real, e ficou mais severo recentemente. Na antiga Lei de Licitações (Lei nº 8.666/1993), cumprir a cota de PCD era apenas um critério de desempate entre propostas equivalentes. Com a Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações), o artigo 63, inciso IV, transformou isso em requisito de habilitação: a empresa precisa declarar que cumpre a reserva de cargos para pessoas com deficiência apenas para poder participar da disputa.
Na prática, isso significa que uma empresa fora da cota pode estar automaticamente fora da concorrência por qualquer contrato público, antes mesmo de a proposta ser avaliada. Para empresas que dependem de contratos com o setor público, esse é um argumento de peso muito maior do que qualquer economia tributária hipotética.
Alguns estados e municípios têm legislação própria que concede reduções de ICMS, ISS ou IPTU para empresas que comprovem práticas de contratação inclusiva. Esses benefícios não são uma regra nacional: existem apenas onde a legislação local os prevê, com regras e percentuais próprios. Antes de contar com qualquer redução desse tipo no planejamento tributário, vale consultar a legislação municipal e estadual específica da cidade onde a empresa está estabelecida, ou o setor jurídico responsável.
Fora do campo fiscal, contratar com diversidade tem retorno real, só que de outro tipo. Equipes mais diversas tendem a reter melhor os talentos que formam desde a base, fortalecem a reputação da empresa entre candidatos e clientes, e trazem perspectivas diferentes para resolver problemas que uma equipe homogênea simplesmente não enxerga. É um retorno que não vem em forma de guia de recolhimento, mas aparece em indicadores de cultura, retenção e imagem de marca ao longo do tempo, o tipo de resultado que se conecta com uma estratégia de diversidade mais ampla dentro da empresa.

Não existe, na legislação federal, uma isenção fiscal direta por contratar pessoas com deficiência. O que existe é uma obrigação (Lei nº 8.213/1991, artigo 93) para empresas com 100 ou mais funcionários.
O benefício concreto está na modalidade de aprendiz: contratos de aprendizagem, incluindo os de PCDs, têm FGTS reduzido a 2% em vez dos 8% padrão (Lei nº 8.036/1990, artigo 15, parágrafo 7º).
A empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e, desde a Lei nº 14.133/2021, também pode ficar impedida de participar de licitações públicas, já que a comprovação da cota virou requisito de habilitação.
Não. Esses benefícios existem apenas em estados e municípios com legislação própria nesse sentido, com regras e percentuais que variam de local para local.
O ISBET conecta empresas a candidatos PCD qualificados, cuida da parte burocrática da contratação e acompanha o desenvolvimento do profissional, seja na modalidade de aprendizagem ou em vagas efetivas.
O ISBET ajuda sua empresa a cumprir a legislação com segurança e a construir um processo de contratação inclusivo de verdade, para além do que a lei exige. Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é uma pessoa com deficiência em busca de oportunidades, cadastre-se em:
Se sua empresa busca crescimento sustentável, formação de talentos e redução de custos, saiba que é possível economizar com encargos ao contratar jovens aprendizes. Essa é, portanto, uma alternativa vantajosa que une responsabilidade social e eficiência financeira.
O Programa Jovem Aprendiz oferece um modelo de contratação diferenciado, que garante benefícios legais, fiscais e culturais para empresas de médio e grande porte.
Primeiramente, o regime de contratação dos jovens aprendizes prevê tributação reduzida, o que significa menos custos com encargos trabalhistas. Veja os principais pontos:
Ou seja, ao investir em aprendizes, sua empresa não apenas colabora com a formação profissional dos jovens, mas também economiza com encargos de forma inteligente.
Contratar aprendizes também impacta positivamente a cultura da empresa. Jovens talentos trazem dinamismo, novas ideias e disposição para aprender.
Além disso, ao formar profissionais desde o início, sua empresa reduz a rotatividade, aumenta o engajamento e garante mais produtividade — tudo isso enquanto continua a economizar com encargos.
A Lei da Aprendizagem (nº 10.097/2000) exige que empresas com mais de 7 funcionários contratem entre 5% e 15% de aprendizes sobre funções que demandam formação.
Portanto, ao cumprir essa legislação com o apoio do ISBET, sua empresa não apenas evita sanções legais, como também economiza com encargos e contribui com o desenvolvimento do país.
O ISBET é especialista em conectar empresas a jovens aprendizes prontos para aprender e crescer. Atuamos como uma ponte segura, ajudando sua empresa a selecionar, capacitar e acompanhar esses talentos, sempre com foco em legalidade e economia.
Com o ISBET, você cumpre a lei, fortalece sua equipe e, sobretudo, economiza com encargos que pesariam em outras modalidades de contratação.
Em resumo, contratar jovens aprendizes é uma decisão estratégica: você investe em formação profissional, reforça a responsabilidade social da sua empresa e ainda economiza com encargos de forma significativa.
Portanto, não perca tempo. Entre em contato com o ISBET e transforme sua empresa em um agente de impacto social e sucesso empresarial.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
O mercado de trabalho está em constante transformação e, nesse cenário, soft skills e hard skills se tornaram competências essenciais para o sucesso profissional. Para o jovem aprendiz, desenvolver essas habilidades desde cedo é o primeiro passo para brilhar no mercado e construir uma carreira promissora.
Soft skills são habilidades comportamentais e emocionais, como empatia, comunicação, trabalho em equipe e resiliência. Já as hard skills são competências técnicas e específicas, como domínio de ferramentas digitais, conhecimento em idiomas e noções administrativas.
Ou seja, enquanto as hard skills mostram o que você sabe fazer, as soft skills demonstram como você faz. E ambas são indispensáveis!
1. Participando ativamente do programa
Desde o primeiro dia, o jovem deve se mostrar interessado, observar atentamente e aprender com os colegas mais experientes. Além disso, estar aberto ao feedback acelera o crescimento pessoal e profissional.
2. Aproveitando cursos gratuitos
Plataformas como Google Ateliê Digital, SENAI, Sebrae e Fundação Bradesco oferecem diversos cursos que ajudam a fortalecer tanto as hard quanto as soft skills.
3. Praticando a escuta ativa e a comunicação clara
Saber ouvir e se expressar de forma objetiva é um diferencial. Portanto, o jovem deve buscar oportunidades para se comunicar bem, seja em reuniões, apresentações ou no contato com clientes e colegas.
4. Buscando orientação do RH e supervisores
Conversar com os responsáveis pelo programa dentro da empresa é uma excelente forma de entender quais competências precisam ser desenvolvidas. Assim, o aprendizado se torna contínuo e estratégico.
Empresas buscam profissionais completos. Por isso, ao dominar tanto as soft quanto as hard skills, o jovem aprendiz aumenta suas chances de efetivação, crescimento na carreira e destaque em processos seletivos futuros.
Além disso, o desenvolvimento dessas habilidades prepara o jovem para lidar com desafios, inovar e colaborar em ambientes diversos.
Em resumo, soft skills e hard skills são a combinação perfeita para que jovens aprendizes conquistem o mercado. Dessa forma, investir nessas habilidades é investir em si mesmo.
No ISBET, incentivamos cada jovem a acreditar no seu potencial e aproveitar todas as oportunidades para crescer. Com dedicação, apoio e conhecimento, o futuro profissional começa agora.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
Saber contratar talentos comerciais é uma das habilidades mais estratégicas que o RH pode desenvolver. Afinal, equipes de vendas bem formadas são o motor que impulsiona o crescimento sustentável de qualquer empresa. Por isso, investir em uma seleção eficaz de estagiários e aprendizes com perfil comercial é o primeiro passo para conquistar grandes resultados.
No entanto, o processo exige mais do que preencher uma vaga — é necessário identificar potencial, comportamento e alinhamento com a cultura organizacional.
Contratar talentos comerciais envolve muito mais do que avaliar experiências passadas. Na verdade, muitos jovens têm grande potencial para vendas, mesmo sem histórico formal na área. O que diferencia um bom talento comercial é:
Habilidade de comunicação clara
Facilidade de se conectar com pessoas
Perfil competitivo e focado em metas
Resiliência e disposição para aprender
Interesse genuíno por desafios
Ou seja, o RH precisa desenvolver um olhar apurado e técnicas específicas para reconhecer essas características em candidatos iniciantes.
Aposte em simulações de vendas
Antes de tudo, crie atividades práticas que permitam observar o comportamento em situações reais de negociação. Roleplays funcionam muito bem!
Utilize testes comportamentais
Com ferramentas simples, o RH pode mapear o nível de persuasão, empatia e inteligência emocional dos candidatos — elementos fundamentais para a área comercial.
Dê valor a experiências informais
Além disso, muitos jovens já desenvolveram habilidades vendendo produtos, organizando eventos escolares ou atuando como representantes de turma.
Observe brilho nos olhos e ambição
A motivação conta muito. Portanto, fique atento(a) à linguagem corporal, às metas pessoais e à vontade de crescer.
Depois de contratar talentos comerciais, é fundamental oferecer um onboarding planejado. Isso inclui:
Treinamentos objetivos e práticos
Mentoria com vendedores experientes
Feedbacks frequentes e construtivos
Estabelecimento de metas realistas
Com isso, o estagiário ou aprendiz se sente valorizado e pronto para contribuir desde os primeiros dias.
O ISBET atua como ponte entre os talentos em formação e o mercado. Através de programas de aprendizagem e estágio, capacitamos jovens com foco no desenvolvimento de habilidades comportamentais, comunicação assertiva e ética profissional — essenciais para a área de vendas.
Por isso, empresas que contratam com o ISBET têm acesso a perfis mais preparados, com alto potencial para desempenhar funções comerciais com excelência.
Em resumo, saber contratar talentos comerciais é mais do que uma habilidade — é uma estratégia de crescimento. Com critérios bem definidos e parcerias sólidas, como com o ISBET, o RH se torna protagonista na construção de equipes de vendas de alta performance.
Quer formar um time comercial campeão desde o início?
Fale com o ISBET e descubra como integrar jovens talentos ao seu negócio com responsabilidade, qualidade e visão de futuro.
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Um currículo de 29 anos chega para uma vaga de jovem aprendiz. Para a maioria dos candidatos, a idade já seria motivo de recusa automática: o programa é limitado a jovens de até 24 anos. Mas se esse candidato for uma pessoa com deficiência, essa regra simplesmente não existe. É uma das exceções menos conhecidas da legislação trabalhista brasileira. Ela abre uma porta que poucas empresas conhecem: a contratação de jovem aprendiz PCD, sem limite de idade.
Para quem cuida de recrutamento, essa é uma informação com peso prático. Pode significar acesso a um grupo de talentos maior do que o esperado, além de uma forma legítima de fortalecer a política de diversidade da empresa. A seguir, entenda como o Programa Jovem Aprendiz PCD funciona de verdade, o que a lei exige e o que costuma ser mal compreendido sobre ele.
O Programa Jovem Aprendiz PCD é a modalidade de contrato de aprendizagem voltada a pessoas com deficiência, regulamentada pela Lei nº 10.097/2000 (Lei de Aprendizagem) em conjunto com a Lei nº 13.146/2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (também chamada de Lei Brasileira de Inclusão). Na prática, é um contrato de trabalho especial, formalizado com o apoio de uma entidade qualificadora como o ISBET, que une atividade profissional prática e formação teórica.
O objetivo legal é duplo. Primeiro, dar à pessoa com deficiência sua primeira experiência formal de trabalho, com carteira assinada e direitos garantidos. Segundo, ajudar a empresa a cumprir sua função social, prevista tanto na Lei de Aprendizagem quanto no Estatuto da Pessoa com Deficiência. Essa lei garante à PCD o direito ao trabalho de livre escolha, em ambientes acessíveis e sem discriminação em nenhuma etapa, da seleção à promoção.
A regra geral do jovem aprendiz é conhecida: o contrato vale para jovens entre 14 e 24 anos. Porém, o que poucos gestores de RH sabem é que a própria CLT cria uma exceção explícita para candidatos com deficiência. O artigo 428, parágrafo 5º, é direto: “a idade máxima prevista no caput não se aplica a aprendizes com deficiência”.
Na prática, isso significa que uma pessoa com deficiência pode ser contratada como aprendiz a partir dos 14 anos, sem limite superior de idade. Assim, para empresas que têm dificuldade em preencher a cota de aprendizagem, essa exceção amplia consideravelmente o universo de candidatos elegíveis. Isso inclui profissionais adultos que nunca tiveram uma oportunidade formal de entrada no mercado.
Esse é o ponto que mais gera confusão dentro das empresas. Existem duas obrigações legais diferentes rodando em paralelo. A primeira é a cota de aprendizagem, prevista na Lei nº 10.097/2000, que exige que estabelecimentos de médio e grande porte contratem entre 5% e 15% de aprendizes. A segunda é a cota de pessoas com deficiência, prevista no artigo 93 da Lei nº 8.213/1991, que exige que empresas com 100 ou mais funcionários preencham de 2% a 5% de seus cargos com pessoas com deficiência ou reabilitadas, conforme o porte do quadro de pessoal.
São obrigações distintas, com bases de cálculo distintas. Por isso, o aprendiz com deficiência não entra automaticamente na cota de PCD da empresa: o contrato de aprendizagem tem natureza própria e não se confunde com o vínculo empregatício comum que a Lei nº 8.213/1991 usa como referência. Entender essa diferença evita dois erros comuns: achar que basta contratar aprendizes PCD para “resolver” a cota de deficientes, ou deixar de contratar aprendizes PCD achando que eles não trazem nenhum benefício de conformidade. O benefício real está em cumprir bem as duas frentes, com times de RH que conhecem as regras de cada uma.
O contrato de aprendizagem PCD segue as mesmas bases do contrato de aprendizagem comum, com alguns pontos de atenção:

Cumprir a lei é o ponto de partida, não o destino. Equipes que incluem pessoas com deficiência desde a base da carreira tendem a desenvolver processos mais claros, comunicação mais acessível e uma cultura mais atenta a diferentes formas de trabalhar. Esses ganhos acabam beneficiando toda a equipe, não só o aprendiz contratado. É também uma oportunidade de formar, desde cedo, profissionais fiéis à cultura da empresa que os deu a primeira chance, algo que dificilmente se constrói com uma contratação sênior.
Esse mesmo raciocínio vale para a diversidade como um todo dentro da empresa, não apenas para a inclusão de PCDs. Quanto mais plural for o time que decide, contrata e desenvolve, mais a empresa se aproxima de uma cultura organizacional genuinamente inclusiva. E, para empresas que já avaliam a contratação de aprendizes PCD, vale conhecer também os incentivos fiscais disponíveis para quem contrata talentos com deficiência, que somam ganho social a ganho financeiro direto.
Não. O artigo 428, parágrafo 5º, da CLT estabelece que a idade máxima de 24 anos, válida para o aprendiz em geral, não se aplica a aprendizes com deficiência. Ainda assim, o limite mínimo de 14 anos continua valendo.
Não automaticamente. A cota de PCD (Lei nº 8.213/1991, artigo 93) e a cota de aprendizagem (Lei nº 10.097/2000) são obrigações legais distintas, com bases de cálculo próprias. Ou seja, são frentes complementares, não substitutas uma da outra.
Até 2 anos, formalizado por escrito, com todos os direitos trabalhistas garantidos: carteira assinada, FGTS, vale-transporte e férias remuneradas.
Basicamente, um ambiente acessível e adaptações razoáveis quando necessárias, além de acesso igual a treinamentos e capacitações, conforme garante o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).
O ISBET conecta empresas a candidatos com deficiência qualificados para o programa, cuida da parte burocrática da contratação e acompanha o desenvolvimento do aprendiz ao longo de todo o contrato.
Dessa forma, com o apoio do ISBET, sua empresa cumpre a legislação, amplia o alcance dos processos seletivos e constrói um time mais diverso desde a base. Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
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A comunicação assertiva é uma habilidade vital no ambiente de trabalho moderno. Trata-se da capacidade de expressar ideias, opiniões, necessidades e sentimentos de maneira clara, respeitosa e direta. Este tipo de comunicação cria um clima de confiança e colaboração, essencial para a produtividade e o bom funcionamento das equipes. Neste artigo, exploramos a importância da comunicação assertiva, seus benefícios e algumas práticas para implementá-la no dia a dia corporativo.
Comunicação assertiva é, basicamente, a arte de expressar-se de maneira clara e direta, sem ser agressivo. Este tipo de comunicação, por sua vez, valoriza a honestidade e o respeito, promovendo interações saudáveis e produtivas. Para ser assertivo, portanto, é preciso encontrar um equilíbrio entre defender seus próprios direitos e respeitar os direitos dos outros.
Abaixo, destacamos alguns dos principais benefícios da comunicação assertiva no ambiente de trabalho:
Redução de mal-entendidos: A comunicação assertiva ajuda a minimizar erros de interpretação. Assim, informações claras garantem que todos os colegas entendam as instruções e os objetivos de forma correta.
Construção de relações saudáveis: Ao comunicar-se de forma respeitosa, é possível, por conseguinte, fortalecer os vínculos entre colegas, líderes e equipes, criando um ambiente de trabalho mais coeso e unido.
Melhoria na resolução de conflitos: A assertividade permite que as partes envolvidas nos conflitos se expressem de maneira construtiva, facilitando, dessa forma, a busca por soluções colaborativas e evitando crises maiores.
Aumento da produtividade e qualidade das entregas: Equipes que se comunicam assertivamente tendem a ser mais eficientes, entregando resultados melhores e com menos necessidade de retrabalho.
Fortalecimento da imagem profissional: Profissionais que dominam a arte da comunicação assertiva ganham, portanto, respeito e reconhecimento, tanto internamente nas suas organizações quanto no mercado em geral.
Saúde emocional: Um ambiente de comunicação saudável reduz o estresse e promove o bem-estar emocional entre os colaboradores, criando uma atmosfera mais positiva.
Atualmente, a comunicação assertiva é uma das habilidades mais valorizadas pelos empregadores. Em ambientes híbridos, onde interações ocorrem por diversos canais, como e-mail, mensagens instantâneas e videoconferências, essa competência torna-se ainda mais crítica. Segundo levantamentos recentes, a capacidade de comunicar-se assertivamente está entre as 15 habilidades mais importantes para o futuro do trabalho.
Existem várias práticas que podem ajudar a promover a comunicação assertiva no trabalho. Aqui estão alguns exemplos:
Dar feedbacks honestos e respeitosos: Oferecer críticas construtivas de maneira delicada e profissional.
Expressar opiniões claramente: Comunicar suas ideias sem agressividade, mas com convicção.
Saber ouvir: Dar atenção ao ponto de vista dos outros e considerar suas opiniões antes de tomar decisões.
Alinhar expectativas: Certificar-se de que todos na equipe compreendam suas responsabilidades e o objetivo comum.
A comunicação assertiva é uma competência indispensável no ambiente de trabalho moderno. Ela ajuda a evitar conflitos, promove relações saudáveis e garante que equipes e organizações alcancem seus objetivos de maneira eficiente. Por isso, adotar práticas assertivas pode transformar o clima organizacional, trazendo benefícios tanto para os colaboradores quanto para a empresa como um todo.
Acredite no poder da comunicação assertiva para transformar seu ambiente de trabalho. Portanto, não espere mais para implementar estas práticas e colher os frutos de um ambiente mais produtivo e harmonioso.
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