O Programa Jovem Aprendiz ainda é visto por algumas empresas apenas como uma obrigação legal. No entanto, quando bem estruturado, ele se torna um importante aliado do RH estratégico, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de talentos, a organização de processos e a sustentabilidade do negócio.
Mais do que atender à Lei nº 10.097/00, o programa permite que o RH atue de forma mais planejada e orientada ao futuro.
Formação de talentos desde a base
Um dos principais papéis do Jovem Aprendiz no RH estratégico é a formação de profissionais desde o início da carreira. Ao integrar jovens ao ambiente corporativo, a empresa desenvolve competências técnicas e comportamentais alinhadas à sua cultura organizacional.
Dessa forma, o RH cria um pipeline de talentos, reduzindo a necessidade de contratações externas e aumentando as chances de retenção a médio e longo prazo.
Apoio ao planejamento de sucessão
Outro ponto estratégico é o impacto do programa no planejamento de sucessão. Ao acompanhar o desempenho dos jovens aprendizes, o RH consegue identificar potenciais profissionais para futuras posições efetivas.
Com isso, a empresa antecipa necessidades, prepara lideranças e garante continuidade nos processos internos, tornando a gestão de pessoas mais eficiente e previsível.
Redução de riscos e segurança jurídica
Além disso, o Programa Jovem Aprendiz também fortalece o papel do RH na gestão de riscos trabalhistas. Com esse suporte, ao contar com o apoio de uma instituição qualificadora, a empresa assegura o cumprimento da legislação e, assim, evita erros relacionados à jornada, aos contratos e aos direitos do jovem.O Jovem Aprendiz também fortalece o papel do RH na gestão de riscos trabalhistas. Com o apoio de uma instituição qualificadora, a empresa garante o cumprimento da legislação, evitando erros relacionados à jornada, contratos e direitos do jovem.
Esse suporte proporciona mais segurança jurídica, organização documental e tranquilidade para o time de Recursos Humanos.
Fortalecimento da cultura e do ESG
Além dos aspectos operacionais, o programa, por sua vez, contribui para o fortalecimento da cultura organizacional e, ao mesmo tempo, das práticas de responsabilidade social. Como resultado, a inclusão de jovens no mercado de trabalho gera impacto social positivo e, consequentemente, reforça os pilares do ESG, especialmente o social.
Nesse contexto, o RH, cada vez mais, assume um papel estratégico ao conectar desenvolvimento humano, propósito e resultados corporativos.
O RH como agente de transformação
Quando utilizado de forma estratégica, o Programa Jovem Aprendiz deixa de ser apenas uma exigência legal e, a partir disso, passa a atuar como uma verdadeira ferramenta de gestão de pessoas. Nesse cenário, o RH ganha protagonismo, além de formar talentos, reduzir riscos e, consequentemente, contribuir para o crescimento sustentável da empresa.
Com isso, ao contar com o suporte de uma instituição especializada, como o ISBET, o RH atua de maneira mais eficiente, com maior segurança jurídica e, sobretudo, com visão de futuro.
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