Você tem uma ideia incrível, já sabe o que vai vender ou oferecer como serviço, e está animado para empreender. Mas aí vem a dúvida: como legalizar uma empresa? Antes de tudo, saiba que a legalização é essencial para evitar problemas fiscais, conseguir emitir notas, ter acesso a crédito e, claro, mostrar seriedade ao mercado.

Neste guia, vamos explicar o que é preciso para legalizar uma empresa, quanto custa, como regularizar o seu negócio e quais os primeiros passos para deixar tudo dentro da lei. Vamos lá?

O que é preciso para legalizar uma empresa?

Antes de mais nada, o processo de legalização varia um pouco conforme o tipo de empresa (MEI, ME, EPP, LTDA etc.), mas em geral envolve as seguintes etapas:

  1. Definir o tipo jurídico (ex: MEI ou LTDA);
  2. Escolher o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas);
  3. Consultar a viabilidade do nome e endereço na prefeitura;
  4. Elaborar o contrato social (ou fazer o registro como MEI);
  5. Registrar a empresa na Junta Comercial do estado;
  6. Solicitar o CNPJ na Receita Federal;
  7. Obter a inscrição estadual e municipal;
  8. Emitir o alvará de funcionamento;
  9. Cadastrar-se na Previdência Social (para fins de INSS);
  10. Solicitar licenças específicas, caso atue em áreas como saúde, alimentos, etc.

Portanto, embora pareça burocrático à primeira vista, com organização e orientação certa, é possível fazer tudo com segurança.

Quanto custa a legalização de uma empresa?

Essa é uma dúvida comum. A boa notícia é que o custo para legalizar uma empresa pode variar bastante, dependendo do modelo escolhido:

Tipo de EmpresaCusto aproximado (R$)Observações
MEIGratuito (cadastro online)Sem necessidade de contador
ME ou EPPDe R$ 600 a R$ 2.000Inclui taxas e honorários contábeis

Além disso, é preciso considerar custos com:

Portanto, antes de dar o primeiro passo, vale pesquisar e se planejar bem para evitar surpresas no orçamento.

Como posso regularizar minha empresa?

Se você já abriu o negócio, mas está na informalidade, regularizar sua empresa é possível, sim. Nesse caso, o processo depende da situação atual. Veja alguns exemplos:

Além disso, há programas de apoio e consultorias gratuitas (como o Sebrae) que ajudam nesse processo. Eles explicam tudo, do registro à formalização fiscal e tributária.

Como legalizar meu próprio negócio?

Legalizar seu negócio é o passo que transforma uma ideia em empresa de verdade. Para isso, siga este plano prático:

  1. Busque orientação contábil, especialmente se não for MEI;
  2. Escolha o modelo jurídico ideal para seu faturamento e atividade;
  3. Realize os registros necessários, como CNPJ, Junta Comercial e alvarás;
  4. Formalize sua empresa nos órgãos competentes, garantindo que tudo esteja em dia com as obrigações fiscais e trabalhistas.

Lembre-se: a legalização dá acesso a linhas de crédito, fornecedores maiores, contratos com empresas e muito mais. Ou seja, você deixa de ser um “empreendedor informal” e entra oficialmente no mundo dos negócios.

Conclusão

Legalizar uma empresa pode parecer complicado no início, mas é um processo totalmente viável com o apoio certo. Seja começando do zero ou regularizando um negócio já existente, o importante é entender que a formalização traz segurança jurídica, possibilidades de crescimento e mais profissionalismo.

Agora que você já sabe como legalizar uma empresa, que tal dar o primeiro passo? Pesquise, planeje e vá em frente! O mercado valoriza quem atua de forma séria — e isso começa com a legalização.

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A redação do Enem ainda é uma das partes mais temidas da prova. No entanto, com o preparo certo, clareza sobre as regras e aplicação de boas estratégias, qualquer estudante pode se sair muito bem. Seja você um iniciante ou alguém que já tentou em anos anteriores, este post vai te mostrar como se preparar, quais são as principais exigências da banca corretora e como aplicar técnicas que realmente funcionam.

Como posso me preparar adequadamente para a redação do Enem?

Antes de mais nada, é preciso entender que a redação do Enem não exige um texto “bonito”, mas sim um texto bem argumentado, organizado e coerente. Para alcançar esse nível:

Em resumo, a preparação exige leitura crítica, repertório sociocultural e domínio da estrutura dissertativo-argumentativa. Quanto mais você escrever, revisar e aprimorar, melhor será seu desempenho.

Quais são as 3 regras básicas da redação?

De modo geral, seguir as regras básicas é o primeiro passo para evitar erros que derrubam a nota. As 3 principais são:

  1. Fugir do senso comum – Evite clichês ou frases feitas.
  2. Cumprir a proposta de redação – Ou seja, responda exatamente ao que o tema exige.
  3. Manter a coerência e a coesão – Cada parágrafo deve se conectar logicamente ao outro.

Consequentemente, ao aplicar essas três regras, você já evita os deslizes mais comuns e aumenta suas chances de alcançar uma nota acima da média.

Quais são as 5 regras principais da redação?

Para ir além do básico, o Enem também avalia competências mais complexas. Por isso, além das três já citadas, você precisa se atentar a:

  1. Utilizar repertório produtivo e pertinente – Isso significa trazer referências (históricas, filosóficas, culturais) que dialoguem com o tema.
  2. Apresentar uma proposta de intervenção eficaz – Com agentes sociais claros, ações específicas, efeitos e detalhamento.

Veja a comparação abaixo para entender como essas regras se aplicam juntas:

RegraExplicação
1. Clareza temáticaResponda diretamente ao tema.
2. Coesão e coerênciaTexto fluido e com boa progressão de ideias.
3. Linguagem formalSem gírias ou abreviações.
4. Repertório relevanteUse dados, fatos e referências culturais.
5. Intervenção completaProponha solução realista e viável.

Logo, ao dominar essas cinco regras, sua redação se torna completa e bem avaliada em todas as competências.

Quais são 10 dicas para fazer uma boa redação?

Agora que você já conhece as principais regras, veja 10 dicas práticas que podem transformar sua maneira de escrever:

  1. Treine com temas reais do Enem – Isso ajuda a entender o estilo da banca.
  2. Leia redações nota 1000 – Assim, você aprende com quem já teve sucesso.
  3. Crie um repertório temático – Use filmes, livros, documentários e notícias.
  4. Revise seus textos com atenção – A revisão evita erros simples que custam pontos.
  5. Tenha uma introdução estratégica – Contextualize o tema e apresente sua tese.
  6. Evite repetições – Varie o vocabulário e as estruturas das frases.
  7. Use conectivos com naturalidade – Como “além disso”, “portanto”, “no entanto” etc.
  8. Acompanhe atualidades semanalmente – Isso enriquece sua argumentação.
  9. Inclua exemplos concretos – Eles reforçam a credibilidade da sua tese.
  10. Estabeleça uma rotina de estudos – A prática constante leva à evolução.

Por conseguinte, quanto mais você treina com atenção às técnicas corretas, mais confiança você terá no dia da prova.

Conclusão

A redação do Enem pode, à primeira vista, parecer difícil. Contudo, ao dominar suas regras, aplicar as dicas certas e praticar com frequência, o desafio se torna totalmente possível de superar. Com esforço e disciplina, qualquer estudante pode alcançar uma redação nota 1000. Afinal, não se trata de escrever de forma sofisticada, mas de escrever com clareza, propósito e argumentação lógica.

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A jornada profissional no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) pode ser cheia de aprendizados, segurança e também desafios. Seja para quem está começando ou pensando em mudar de rumo, entender como funciona o cotidiano de um CLT, como conciliar estudos e como se preparar para sair desse modelo faz toda a diferença. Vamos conversar sobre isso?

Como se preparar para sair do CLT?

Sair do regime CLT é uma decisão importante — e precisa ser planejada com cuidado. Antes de qualquer coisa, avalie sua situação financeira. Ter uma reserva de emergência (de 3 a 6 meses do seu custo de vida) é essencial para transições mais tranquilas.

Além disso, é importante definir um plano claro: você quer empreender? Trabalhar como freelancer? Migrar para outro modelo de contrato? Ter essas respostas ajuda a estruturar os próximos passos com mais segurança.

Outro ponto essencial é entender seus direitos na saída: aviso prévio, saldo de salário, férias proporcionais, 13º salário e possível saque do FGTS (caso aplicável). Também vale estudar sobre MEI, PJ ou trabalho informal, caso esteja pensando em se formalizar de outra forma.

Transição de carreira exige coragem, sim — mas também estratégia!

Como posso me acostumar com a rotina de trabalho?

A rotina CLT pode parecer pesada no começo, especialmente se você nunca trabalhou em tempo integral. No entanto, com algumas estratégias, é possível se adaptar de forma saudável:

Além disso, é normal sentir cansaço nos primeiros meses. Seu corpo e mente estão se ajustando a um novo ritmo. Com o tempo, tudo tende a entrar no eixo.

Como é bom ser CLT?

Muita gente associa o regime CLT a rigidez, mas ele também tem pontos extremamente positivos. Veja alguns:

Benefício CLTExplicação rápida
Férias remuneradas30 dias por ano com garantia de salário + 1/3 extra
13º salárioGratificação anual proporcional ao tempo trabalhado
FGTS e INSSContribuições obrigatórias que geram segurança futura
EstabilidadeMais difícil de ser dispensado sem justificativa legal
Benefícios corporativosVR, VA, plano de saúde, entre outros

Ou seja, ser CLT garante direitos trabalhistas que muitas vezes não existem em outras modalidades de contratação. Isso traz estabilidade e segurança para planejar o futuro.

Como estudar trabalhando o dia todo?

Essa é a dúvida de milhões, né? Conciliar trabalho CLT com estudos é desafiador, mas completamente possível com organização. Aqui vão algumas dicas práticas:

  1. Aproveite pequenos blocos de tempo, como o transporte, horário de almoço ou 1h antes de dormir.
  2. Estude aos poucos: 30 minutos por dia já fazem diferença no longo prazo.
  3. Escolha cursos com videoaulas curtas, PDFs ou até podcasts.
  4. Use ferramentas como Notion, Trello ou Google Keep para organizar cronogramas.
  5. Priorize qualidade, não quantidade. Um conteúdo bem absorvido vale mais que 3 assistidos no automático.

Com disciplina e clareza nos objetivos, é possível crescer profissionalmente mesmo com agenda cheia. Estudar enquanto trabalha mostra resiliência — e isso conta muito no mercado.

Conclusão

Trabalhar sob o regime CLT pode ser o começo de uma jornada sólida e estruturada. Com seus direitos garantidos por lei e uma rotina estável, você tem espaço para aprender, crescer e até se planejar para voos maiores. Seja se adaptando à nova rotina, estudando com pouco tempo ou considerando sair do CLT, o segredo está em planejar e agir com estratégia.

Seu futuro começa no agora — e conhecimento nunca é demais.

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Se você está pensando em aprender programação, pode estar se perguntando: será que já está na hora certa? Existe uma idade mínima? Quanto tempo leva para aprender a programar de verdade? Essas são dúvidas super comuns — e neste post, vamos te ajudar a entender tudo que envolve o começo dessa jornada no mundo do código.

Qual a melhor idade para começar a aprender programação?

Antes de tudo, a melhor idade para começar a programar é… agora! Sim, a programação não tem idade ideal — ela tem o momento certo para cada pessoa. Crianças com 7 ou 8 anos já podem aprender os conceitos básicos com ferramentas como Scratch ou Blockly, enquanto adolescentes e adultos conseguem ir direto para linguagens como Python ou JavaScript.

Além disso, a vantagem de começar cedo é que o raciocínio lógico se desenvolve junto com outras habilidades cognitivas. Porém, isso não significa que quem começa mais tarde está em desvantagem. Pelo contrário: adultos costumam ter mais disciplina e foco, o que acelera o aprendizado.

Portanto, seja você um jovem curioso ou um adulto em transição de carreira, o melhor momento é o presente.

Qual a idade mínima para fazer um curso de programação?

De forma geral, não existe uma idade “oficial” mínima. No entanto, muitos cursos online e presenciais aceitam alunos a partir dos 8 ou 10 anos, principalmente se forem voltados ao público infantil. Já os cursos mais técnicos ou profissionalizantes, como os oferecidos por escolas de tecnologia ou plataformas como Alura, DIO, Coursera e Udemy, geralmente são recomendados para maiores de 14 ou 16 anos.

O importante é escolher um curso adequado ao seu nível de maturidade, conhecimento prévio e objetivos. Para os mais jovens, o ideal é começar com cursos que usem jogos e gamificação. Para adolescentes e adultos, já dá para entrar em linguagens reais e construir pequenos projetos desde o início.

Como programar pela primeira vez?

A primeira experiência com programação pode ser ao mesmo tempo divertida e desafiadora. Para começar, você não precisa instalar nada complexo. Plataformas como replit.com, code.org ou Scratch permitem escrever código direto no navegador, sem complicações.

Primeiramente, escolha uma linguagem amigável, como Python, por ser fácil de ler e muito usada em cursos para iniciantes. Em seguida, procure tutoriais curtos e práticos, com exemplos visuais e interativos. O segredo está em praticar: fazer pequenos exercícios, corrigir erros e ver o resultado na tela vai te deixar cada vez mais confiante.

Ao programar pela primeira vez, o mais importante não é memorizar comandos, mas sim entender a lógica por trás das instruções. Com o tempo, tudo começa a fazer sentido.

Quantos anos demora para se formar em programação?

Essa resposta depende muito do que você quer dizer com “se formar”. Se o objetivo é ter uma graduação em Ciência da Computação ou Análise de Sistemas, o tempo médio é de 4 anos. Porém, se a meta é atuar no mercado de trabalho, com um bom portfólio e habilidades práticas, você pode conseguir isso em 6 meses a 1 ano com estudo focado e projetos reais.

Muitos programadores se tornam profissionais qualificados sem passar por uma faculdade tradicional. Com a alta demanda no mercado tech, empresas estão valorizando cada vez mais o que você sabe fazer na prática — então, quanto mais você codar, melhor.

Em resumo, você não precisa esperar anos para entrar na área. O mais importante é começar e se manter constante.

Qual curso de programação devo fazer primeiro?

A escolha do primeiro curso depende do seu objetivo. Veja esta tabela para facilitar sua decisão:

Objetivo principalCurso recomendadoLinguagem sugerida
Criar sites ou apps simplesCurso de Front-endHTML, CSS, JavaScript
Automatizar tarefas ou entender lógicaCurso de lógica e introdução à PythonPython
Trabalhar com dados ou IACurso de ciência de dadosPython, SQL
Entrar em games ou apps mobileCurso de desenvolvimento de jogosC#, Unity, ou JavaScript

Se estiver em dúvida, comece com um curso introdutório de lógica de programação — ele é a base para qualquer caminho que você escolha a seguir.

Conclusão

Aprender programação pode parecer assustador no começo, mas é uma jornada acessível a todos — independentemente da idade ou da formação anterior. Com tantas ferramentas disponíveis, você pode começar aos 10, 20, 30 ou até depois dos 50.

Portanto, não espere mais. Escolha uma linguagem, entre em um curso gratuito, brinque com pequenos códigos e celebre cada erro e acerto. A programação é uma habilidade do presente e do futuro, e ela pode abrir muitas portas, seja como hobby, carreira ou forma de pensar de maneira mais lógica.

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O RH é muito mais do que a área que cuida de contratações e demissões. Hoje, ele é um verdadeiro parceiro estratégico para as empresas, especialmente quando o assunto é retenção de talentos. Além disso, com a ajuda da tecnologia, o RH digital está revolucionando a forma como as organizações cuidam dos seus profissionais, criando ambientes mais atraentes e engajadores para manter os melhores colaboradores por perto.

Neste post, você vai entender como o RH moderno atua para reter talentos, como a tecnologia potencializa esse trabalho, quais são os impactos reais na área e as vantagens de investir em um RH digital. Portanto, prepare-se para conhecer o futuro do trabalho!

Como o RH ajuda na retenção de talentos?

Primeiramente, o RH tem um papel fundamental na retenção de talentos ao criar estratégias que promovem o desenvolvimento, reconhecimento e bem-estar dos colaboradores. Desde o processo de integração, passando pelo acompanhamento do desempenho, até a oferta de treinamentos personalizados, o RH atua para que o profissional se sinta valorizado e motivado a ficar na empresa.

Além disso, o RH promove a construção de uma cultura organizacional positiva e um ambiente profissional saudável, com comunicação aberta e feedbacks constantes. Essas práticas, por sua vez, geram engajamento e ajudam a reduzir a rotatividade, que pode ser cara e prejudicial para o negócio.

Assim, programas de desenvolvimento, planos de carreira claros e políticas de flexibilidade, como o trabalho remoto ou modelo híbrido, são algumas das ferramentas que o RH utiliza para tornar a experiência do colaborador mais atraente e alinhada às expectativas da geração atual.

Como a tecnologia pode ser usada para melhorar o índice de retenção de talentos?

Sem dúvida, a tecnologia é uma aliada poderosa para o RH na hora de reter talentos. Por meio de ferramentas digitais, o RH pode monitorar indicadores importantes, como satisfação, performance e clima organizacional, em tempo real, utilizando sistemas de gestão de pessoas (HRIS), pesquisas internas e análise de dados.

Além disso, plataformas de comunicação facilitam o engajamento, conectando equipes mesmo em ambientes remotos ou híbridos. Softwares de aprendizado online (LMS) ajudam a oferecer treinamentos customizados, impulsionando o desenvolvimento profissional dos colaboradores.

Com o uso de inteligência artificial e analytics, o RH pode prever possíveis desligamentos e atuar preventivamente com ações de retenção, personalizando benefícios e oportunidades conforme o perfil de cada talento.

Como a tecnologia está impactando a área de RH?

Atualmente, a tecnologia está transformando o RH ao automatizar tarefas burocráticas, liberando tempo para que os profissionais da área possam focar em estratégias mais humanas e criativas. Processos como recrutamento, onboarding e avaliações de desempenho estão cada vez mais digitais, ágeis e precisos.

Soluções como inteligência artificial ajudam na triagem de currículos, evitando vieses e tornando o processo mais justo. Além disso, ferramentas de People Analytics fornecem insights valiosos para entender o comportamento do time, identificar gaps e promover melhorias contínuas.

Ainda mais, a tecnologia permite o acompanhamento do bem-estar emocional dos colaboradores por meio de apps que medem níveis de estresse, ansiedade e satisfação, promovendo um cuidado integral com o profissional.

Quais são as vantagens do RH digital na era digital?

Investir em um RH digital traz diversas vantagens competitivas para as empresas. Entre elas, destacam-se:

Dessa forma, essa modernização faz o RH sair do papel tradicional e atuar como protagonista na criação de experiências positivas para o time, fator essencial para manter talentos e conquistar resultados.

Exemplos práticos de RH digital

Por exemplo, empresas que adotaram plataformas de People Analytics conseguiram reduzir a rotatividade em até 30%, ao identificar sinais de desmotivação e agir rapidamente. Além disso, organizações que investem em treinamentos via LMS têm colaboradores mais preparados e engajados, o que também reflete na retenção.

Outra prática que faz sucesso é a gamificação em processos de treinamento e feedback, que torna a experiência mais leve e divertida, atraindo principalmente jovens profissionais.

Dicas para aproveitar o RH digital na sua empresa

Para implementar um RH digital de sucesso, é importante:

Somente assim você criará um ambiente de trabalho moderno, produtivo e que retém talentos.

Conclusão

Em resumo, o RH aliado à tecnologia representa o futuro das organizações que querem crescer com pessoas motivadas e satisfeitas. O RH digital não apenas otimiza processos, mas transforma a experiência do colaborador, criando um ambiente onde talentos querem permanecer e se desenvolver.

Portanto, investir nessa transformação é garantir uma vantagem competitiva essencial para enfrentar os desafios do mercado atual e construir equipes preparadas para o futuro.

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Manter uma empresa em dia vai muito além de pagar boletos em dia ou ter um CNPJ ativo. Envolve organização financeira, cumprimento de obrigações legais, atenção à saúde do negócio e, acima de tudo, uma gestão estratégica. Afinal, um negócio mal gerido pode até faturar bem, mas corre sérios riscos de parar no meio do caminho.

Se você já tem uma empresa ou está prestes a abrir uma, entender como manter tudo funcionando da forma correta é essencial para alcançar bons resultados e crescer com segurança.

Como colocar minha empresa em dia?

Se você sente que a sua empresa está bagunçada ou fora do controle, o primeiro passo é fazer um diagnóstico da situação atual. Veja como começar:

  1. Verifique as obrigações fiscais: CNPJ, notas fiscais, impostos (como DAS, ISS, ICMS, IRPJ), registros na Receita Federal e nos órgãos estaduais ou municipais.
  2. Atualize o cadastro da empresa na Junta Comercial e outros órgãos reguladores, se necessário.
  3. Consolide suas finanças: reveja as contas a pagar e a receber, organize o fluxo de caixa e identifique pendências.
  4. Revise os contratos de funcionários, fornecedores e prestadores de serviço.
  5. Contrate um contador ou consulte um escritório de contabilidade confiável, caso ainda não tenha.

Além disso, é essencial ter uma rotina de organização — e não apenas “colocar em dia” uma vez e esquecer depois. A chave é manter esse controle constante.

Quanto custa manter uma empresa por mês?

O custo mensal para manter uma empresa em dia varia conforme o porte, o segmento e a estrutura do negócio. Contudo, podemos destacar os principais gastos fixos que você deve considerar:

Tipo de CustoValor aproximado (mensal)Observações
ContadorR$ 300 a R$ 1.000Pode variar conforme o regime tributário
Impostos e tributosR$ 50 a R$ 2.000Depende do faturamento e do setor
Internet e telefoneR$ 100 a R$ 300Essencial para operação
Aluguel ou coworkingR$ 500 a R$ 5.000Conforme localização e tamanho
Sistemas e ferramentasR$ 50 a R$ 500ERPs, CRMs, automação, etc.

Além disso, empresas com funcionários devem considerar salários, encargos trabalhistas (INSS, FGTS), benefícios e custos com manutenção ou operação.

Portanto, um bom planejamento financeiro é indispensável para garantir que esses custos não saiam do controle.

Como manter as contas em dia?

Manter as contas em dia exige disciplina, planejamento e controle financeiro. Confira algumas boas práticas que funcionam em qualquer tipo de empresa:

Além disso, manter uma rotina de análise mensal do financeiro ajuda a antecipar problemas e identificar oportunidades de melhoria.

O que eu posso fazer para melhorar a empresa?

Melhorar uma empresa exige visão estratégica, mas também ações práticas. Aqui estão algumas formas eficazes de evoluir seu negócio:

  1. Invista em capacitação: tanto sua quanto da equipe. Empresas que aprendem crescem.
  2. Automatize processos: ganhe tempo e reduza erros com tecnologia.
  3. Monitore indicadores-chave de desempenho (KPIs): como faturamento, ticket médio, CAC, LTV, entre outros.
  4. Ouça seus clientes: o feedback deles é ouro para ajustes e inovações.
  5. Reavalie o seu modelo de negócios periodicamente para se adaptar às mudanças do mercado.
  6. Tenha metas claras e alcançáveis: isso motiva a equipe e dá direção às ações.

Em resumo, melhorar sua empresa passa por decisões diárias. Pequenas mudanças feitas com consistência geram grandes resultados no médio e longo prazo.

Conclusão

Manter uma empresa em dia é, sem dúvida, um desafio constante. No entanto, com organização, estratégia e atenção aos detalhes, é totalmente possível. A formalização, os controles financeiros e a melhoria contínua formam o tripé da saúde empresarial.

Seja qual for o estágio do seu negócio, sempre há algo que pode ser ajustado, evoluído ou otimizado. E isso começa com a decisão de profissionalizar a sua gestão e assumir o controle das finanças e processos.

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Manter uma rotina produtiva para estudantes pode fazer toda a diferença no desempenho de estudantes, especialmente para aqueles que estão iniciando a vida profissional por meio dos programas de estágio e aprendizagem. Pequenas mudanças nos hábitos diários ajudam a aumentar a concentração, reduzir o estresse e melhorar o desempenho nas atividades acadêmicas e profissionais.

1. Acordar no mesmo horário todos os dias

Ter um padrão fixo para despertar regula o ritmo biológico e evita o cansaço excessivo. Isso é essencial para manter a disposição durante o dia, seja na escola, faculdade ou no trabalho como estagiário ou jovem aprendiz.

2. Fazer um alongamento leve

Exercícios simples ao acordar ajudam a despertar o corpo e a mente. Alongar-se reduz tensão muscular e melhora a postura, beneficiando quem passa horas estudando ou exercendo atividades no programa de aprendizagem ou estágio.

3. Tomar um café da manhã equilibrado

Uma alimentação adequada logo cedo melhora o foco e a energia ao longo do dia. Estudantes que conciliam trabalho e estudos precisam de um bom nível de energia para enfrentar as responsabilidades.

4. Organizar as tarefas do dia

Listar atividades diárias ajuda na organização e produtividade. Quem participa de um programa de estágio ou aprendizagem precisa equilibrar compromissos e manter a rotina produtiva para estudantes eficiente.

5. Evitar o uso excessivo do celular

Aliás, reduzir o tempo nas redes sociais logo ao acordar não apenas evita distrações, mas também melhora significativamente a concentração. Além disso, essa mudança de hábito é fundamental, sobretudo para estudantes que almejam aproveitar ao máximo as oportunidades do mercado de trabalho. Dessa forma, ao iniciar o dia com mais foco e menos interferências digitais, torna-se mais fácil manter a produtividade e, consequentemente, alcançar melhores resultados acadêmicos e profissionais.

6. Praticar a gratidão

Agradecer pelas oportunidades fortalece a motivação. Jovens que ingressam em programas de estágio ou aprendizagem têm uma chance valiosa de crescimento e aprendizado.

7. Revisar os estudos ou metas profissionais

Antes de iniciar o dia, revisar anotações ou traçar metas de carreira pode, sem dúvida, fazer uma grande diferença no desenvolvimento pessoal e profissional. Essa prática, portanto, contribui diretamente para uma rotina produtiva para estudantes, oferecendo uma base sólida para o dia que se inicia. Além disso, ela ajuda os estudantes a manter o foco e a disciplina, essenciais para alcançar seus objetivos. Ao adotar esse hábito, os estudantes têm a oportunidade de se preparar melhor para os desafios acadêmicos e profissionais que surgem ao longo do dia. Assim, estabelecer uma rotina produtiva logo pela manhã é um passo crucial para o sucesso.

O que é o programa de estágio?

O estágio é uma experiência de aprendizado prático que permite aos estudantes desenvolverem competências profissionais essenciais para a carreira. Regulamentado pela Lei do Estágio (Lei nº 11.788/2008), essa modalidade proporciona conhecimento aplicado à realidade do mercado de trabalho, sem configurar vínculo empregatício. Além disso, é uma excelente oportunidade para os jovens ganharem experiência e ampliarem suas chances de efetivação na área desejada.

O que é o programa de Jovem Aprendiz?

O programa de Jovem Aprendiz é uma iniciativa que possibilita a inserção de jovens no mercado de trabalho por meio de atividades práticas e teóricas. Regulamentado pela Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000), ele garante direitos trabalhistas e contribui para o desenvolvimento profissional dos participantes. O jovem aprendiz tem sua primeira experiência profissional formalizada com carteira assinada, jornada compatível com os estudos e acesso a cursos de capacitação.

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Adotar hábitos matinais saudáveis faz toda a diferença para estudantes que desejam ser mais produtivos e manter uma rotina produtiva para estudantes. Aproveite para se cadastrar e iniciar sua jornada profissional com o ISBET.

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Com a divulgação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024, muitos estudantes ficam com dúvidas sobre onde e como se inscrever para garantir uma vaga na faculdade. Felizmente, diversos programas oferecem oportunidades de ingresso no ensino superior, como o Prouni, o Sisu, o Fies e o Quero Bolsa.

1. O Que é o Prouni?

O Prouni (Programa Universidade para Todos) oferece bolsas de estudos integrais (100%) e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior para estudantes de baixa renda que fizeram o Enem. Nesse contexto, as instituições participantes distribuem as bolsas com base na nota do Enem e, assim, oferecem vagas em diferentes cursos.

Como se inscrever para faculdade no Prouni?

As inscrições para o Prouni 2025 serão feitas exclusivamente pela internet, através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O período de inscrição será de 24 a 28 de janeiro de 2025. As inscrições são gratuitas, e o candidato deve acessar o site, preencher os dados necessários e escolher as opções de cursos e universidades em que deseja concorrer. É importante ficar atento às regras de elegibilidade, como a comprovação de renda e a nota mínima do Enem.

2. O Que é o SISU?

O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) é um programa do Ministério da Educação que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, como universidades e institutos federais, para os candidatos que fizeram o Enem. Dessa forma, o Sisu utiliza a nota do Enem para selecionar os candidatos de acordo com as vagas disponíveis nas instituições participantes. Assim, ele se diferencia por seu processo transparente e eficiente, que conecta os candidatos às vagas mais compatíveis com suas notas.

Como se inscrever no SISU?

As inscrições no Sisu 2025 ocorrerão entre os dias 17 e 21 de janeiro. O processo de inscrição também é feito exclusivamente pela internet, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Durante a inscrição, os estudantes podem escolher até duas opções de curso e instituição. O sistema seleciona candidatos com base nas notas do Enem e nas vagas disponíveis, atualizando a classificação periodicamente.

3. O Que é o FIES?

O FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) oferece financiamento a juros baixos para estudantes que desejam cursar uma graduação em faculdades e universidades privadas. Assim, o FIES facilita o acesso ao ensino superior para aqueles que não têm condições de pagar a mensalidade de uma faculdade, desde que atendam aos requisitos de renda estabelecidos pelo programa. Portanto, ele se torna uma excelente opção para quem busca educação superior, mas precisa de um apoio financeiro para realizar esse sonho.

Como se inscrever no FIES?

As inscrições para o Fies 2025 ocorrerão de 4 a 7 de fevereiro de 2025, e serão realizadas exclusivamente pela internet, também através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Para se inscrever, o candidato deve preencher os requisitos de renda e escolher o curso e a instituição desejados. Vale lembrar que o FIES exige que o candidato tenha feito o Enem e tenha obtido uma nota mínima, além de comprovar sua situação de renda para ter acesso ao financiamento.

4. O Que é o Quero Bolsa?

O Quero Bolsa não é um programa governamental, mas uma plataforma que oferece descontos em mensalidades de cursos em instituições privadas de ensino superior. Nesse sentido, o site funciona como um intermediário entre estudantes e universidades, facilitando a busca por vagas com preços mais acessíveis por meio de parcerias com as instituições.

Como se inscrever no Quero Bolsa?

O estudante se inscreve no Quero Bolsa diretamente no site da plataforma. Ele escolhe o curso e a instituição de sua preferência e, ao ser aprovado na seleção, recebe um desconto na mensalidade. A inscrição é gratuita e pode ser feita durante o ano todo, com diversas opções de cursos e bolsas de estudo em universidades e faculdades parceiras.

Fique ligado!

Agora que você já conhece os principais programas de acesso ao ensino superior, é hora de se organizar para garantir sua vaga na faculdade. O Prouni, o Sisu, o FIES e o Quero Bolsa oferecem diferentes modalidades de ingresso e financiamento, cada um com suas próprias regras e datas de inscrição.

Fique atento às datas, aos requisitos e, principalmente, ao que cada programa oferece. Dessa forma, você poderá fazer a escolha mais adequada ao seu perfil e às suas necessidades. Por fim, boa sorte na sua jornada para o ensino superior!

Como ser Jovem Aprendiz no ISBET?

Agora que você sabe como se inscrever na faculdade, é hora de garantir sua experiência profissional! Para se tornar um Jovem Aprendiz no ISBET, cadastre-se diretamente no portal oficial da instituição. O processo é simples e pode ser feito no site isbet.org.br/curriculo/. Ao preencher o cadastro, você acessa uma das principais plataformas de inclusão e qualificação profissional, voltadas para pessoas que buscam ingressar no mercado de trabalho. O ISBET oferece uma ampla gama de cursos e oportunidades, garantindo que os aprendizes se preparem bem para os desafios de suas funções, com um foco no aprendizado técnico e no desenvolvimento de habilidades comportamentais.

Ao se inscrever no ISBET, você recebe um acompanhamento personalizado, com foco na sua formação e preparação para o mercado de trabalho. Além disso, a instituição adota metodologias inclusivas, atendendo diferentes necessidades, como a adaptação de cursos e a promoção de um ambiente acessível. Esse é um passo essencial para quem deseja conquistar uma vaga no programa Jovem Aprendiz, com um respaldo educacional que prioriza a inclusão.

Quer ser jovem aprendiz ou estagiário? Acesse o portal do ISBET e saiba mais: https://isbet.org.br/

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Com o avanço da tecnologia, o surgimento do uso da IA trouxe novas possibilidades, e o jovem aprendiz pode se beneficiar, aprimorando habilidades, aumentando a produtividade e criando novas oportunidades no mercado de trabalho.

1. Aprimoramento de habilidades e capacitação

Para o jovem aprendiz, o primeiro passo no caminho do crescimento profissional é o aprimoramento contínuo das habilidades. O uso da IA pode facilitar esse processo por meio de plataformas de aprendizado personalizadas. Ferramentas de educação online, como cursos e tutoriais baseados em IA, adaptam o conteúdo de acordo com o ritmo e as necessidades do estudante. Dessa forma, isso permite que o jovem tenha acesso a um aprendizado mais dinâmico e, consequentemente, focado no que realmente precisa melhorar.

A IA pode identificar as áreas de facilidade ou dificuldade do aprendiz, sugerindo materiais para complementar sua formação e desenvolver competências chave.

2. Automatização de tarefas repetitivas

Uma das maiores vantagens do uso da IA é a sua capacidade de automatizar tarefas repetitivas e rotineiras. Para um jovem aprendiz que ainda está se familiarizando com o ambiente de trabalho, a IA pode ser usada para otimizar processos e liberar tempo para atividades mais complexas e desafiadoras. Ferramentas de automação podem ser utilizadas em tarefas administrativas, como agendamento de compromissos, organização de documentos e gerenciamento de e-mails.

Quando utiliza essas ferramentas, o jovem, por um lado, aprende a trabalhar de forma mais eficiente e, por outro, consegue se concentrar no que realmente importa para seu desenvolvimento profissional, como, por exemplo, a solução de problemas e a tomada de decisões. Além disso, esse processo permite que ele aprimore suas habilidades de maneira prática e focada.

3. Networking e conexões profissionais

O uso da IA também pode ser uma grande aliada quando se trata de ampliar redes de contatos profissionais. Plataformas como LinkedIn e outras redes sociais corporativas utilizam algoritmos de inteligência artificial para sugerir conexões com profissionais de áreas de interesse do jovem. Ao explorar essas ferramentas, o aprendiz pode ampliar seu networking, aprender com profissionais experientes e identificar novas oportunidades de trabalho.

Além disso, a IA pode ajudar a otimizar a construção de um currículo ou perfil online. Ferramentas baseadas em Inteligência Artificial oferecem sugestões de melhorias para o currículo, ajustando-o para os padrões mais procurados pelos recrutadores.

4. Desenvolvimento de soft skills

Além das habilidades técnicas, o mercado de trabalho valoriza muito as chamadas soft skills (habilidades comportamentais), como comunicação, trabalho em equipe, resolução de problemas e inteligência emocional. O uso da IA pode ajudar o jovem a desenvolver essas competências de forma prática.

Ferramentas de chatbots e assistentes virtuais, por exemplo, podem ser usadas para simular interações, permitindo que o jovem melhore sua comunicação. Além disso, existem plataformas que oferecem treinamentos de liderança e gestão de equipes por meio de simulações, proporcionando ao jovem aprendiz uma experiência prática e segura, o que, por sua vez, contribui para o aprimoramento dessas habilidades.

5. Acompanhamento de tendências do mercado

Com a evolução do mercado de trabalho, os jovens aprendizes precisam estar atualizados sobre as mudanças em suas áreas. O uso da IA os ajuda a identificar tendências, analisando dados e fornecendo insights sobre o futuro das profissões.

Ferramentas de IA podem recomendar artigos, estudos de caso e webinars, por exemplo, ajudando o aprendiz a se manter informado sobre as inovações do setor e a se preparar para as novas demandas do mercado.

6. Aumento da produtividade

Outro benefício significativo do uso da IA para o jovem aprendiz é o aumento da produtividade. Aplicativos de gestão de tempo e de tarefas, que usam IA para priorizar atividades e sugerir a melhor forma de administrar o tempo, ajudam o jovem a se organizar melhor e ser mais eficiente em seu trabalho diário.

Essas ferramentas podem, por exemplo, analisar o comportamento de trabalho do aprendiz; assim, identificam padrões e, consequentemente, oferecem sugestões para melhorar o desempenho e a gestão do tempo.

7. Personalização de carreira

A IA pode ser usada para personalizar o caminho de carreira do jovem aprendiz. Algumas plataformas oferecem aconselhamento de carreira baseado em IA, que analisa habilidades, interesses e preferências pessoais para sugerir áreas de atuação que possam ser mais compatíveis com o perfil do jovem.

Essas ferramentas identificam habilidades desconhecidas pelo aprendiz e oferecem orientações para desenvolver competências e expandir seu crescimento profissional.

O que é o Programa de Jovem Aprendiz?

O programa Jovem Aprendiz é uma iniciativa do Governo Federal que visa inserir jovens entre 14 e 24 anos no mercado de trabalho de forma legalizada e estruturada. Empresas contratam aprendizes para atividades práticas e teóricas, garantindo experiência profissional com benefícios como carteira assinada e 13º salário.

Durante o período de aprendizado, que pode variar de 1 a 2 anos, os participantes desenvolvem habilidades essenciais para sua futura trajetória profissional. Além disso, o programa tem um impacto positivo, especialmente no que diz respeito à inclusão de minorias. Para essas pessoas, portanto, o programa representa uma oportunidade de quebrar barreiras e ampliar suas perspectivas profissionais.

Como ser Jovem Aprendiz no ISBET?

Para se tornar um Jovem Aprendiz no ISBET, é preciso se cadastrar no portal oficial da instituição. O processo é simples e pode ser feito diretamente no site isbet.org.br/curriculo/. Ao preencher o cadastro, o jovem está acessando uma das principais plataformas de inclusão e qualificação profissional voltadas para pessoas que buscam a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. O ISBET oferece uma ampla gama de cursos e oportunidades, garantindo que os aprendizes estejam bem preparados para os desafios de suas funções, com um diferencial no aprendizado técnico e no desenvolvimento de habilidades comportamentais.

Ao se inscrever no ISBET, o jovem tem acesso a um acompanhamento personalizado, com foco na sua formação e no preparo para o mercado de trabalho. Além disso, a instituição adota metodologias inclusivas, que buscam atender diferentes necessidades, como a adaptação de cursos e a promoção de ambiente acessível. Esse é um passo importante para quem deseja conquistar uma vaga no programa Jovem Aprendiz, com um respaldo educacional que prioriza a inclusão.

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O ISBET não vende curso. O Instituto Brasileiro Pró-Educação, Trabalho e Desenvolvimento é uma instituição sem fins lucrativos que tem como missão qualificar e integrar jovens ao mercado de trabalho, por meio de programas de estágio e jovem aprendiz. Se você já ouviu falar do ISBET e ficou com a impressão de que ele oferece cursos pagos, é importante esclarecer que isso não é verdade. O ISBET não cobra nada de seus participantes, seja em programas de estágio ou jovem aprendiz. A seguir, vamos explicar como funciona esse trabalho de inclusão e como você pode se beneficiar das oportunidades oferecidas pela instituição.

O que é o Programa de Estágio?

O programa de estágio do ISBET segue a Lei nº 11.788/2008, que regulamenta as atividades de estágio no Brasil. Este programa é voltado para estudantes que buscam se inserir no mercado de trabalho enquanto ainda estão em processo de formação acadêmica. O estágio permite que o jovem desenvolva habilidades práticas, ganhe experiência profissional e amplie seu currículo, tudo isso enquanto continua seus estudos. O ISBET, como agente de integração, atua conectando as empresas com os estagiários que atendem aos requisitos específicos de cada área.

O que é o Programa de Jovem Aprendiz?

O programa jovem aprendiz do ISBET é regulamentado pela Lei nº 10.097/2000, que estabelece a obrigatoriedade de empresas de médio e grande porte contratarem jovens entre 14 e 24 anos para programas de aprendizagem. Este programa tem como objetivo proporcionar ao jovem uma formação teórica e prática, para que ele possa desenvolver competências profissionais e dar os primeiros passos em sua carreira. O ISBET, embora não seja o único responsável pelo programa, atua como uma importante entidade qualificadora, facilitando o vínculo entre os jovens e as empresas parceiras.

Os materiais de Jovem Aprendiz são gratuitos?

Uma das grandes vantagens do programa do ISBET é que todos os materiais fornecidos aos jovens aprendizes são totalmente gratuitos. Isso inclui uniformes, apostilas e todo o suporte necessário para que eles possam desempenhar suas atividades da melhor forma possível. O ISBET não cobra nada dos participantes, o que garante que todos, independentemente da sua condição socioeconômica, possam ter acesso a essas oportunidades. Além disso, as empresas parceiras são responsáveis por remunerar os estagiários e aprendizes de acordo com a legislação vigente.

Como o ISBET se mantém?

O ISBET se mantém por meio de convênios realizados com empresas parceiras. Essas empresas pagam uma taxa por jovem aprendiz ou estagiário, o que permite ao ISBET financiar suas operações e manter os programas gratuitos. Vale destacar que o ISBET não recebe qualquer tipo de financiamento do governo e não cobra nada dos jovens, estagiários ou seus familiares. A transparência e a dedicação ao bem-estar dos participantes são princípios fundamentais da instituição, logo o ISBET não vende curso, bolsa de estudos, nem nada do tipo.

Além da aprendizagem: projetos do ISBET

O ISBET vai além da capacitação profissional, desenvolvendo diversos projetos sociais e educacionais que impactam positivamente a vida de milhares de pessoas. Alguns dos projetos mais importantes incluem:

Esses e outros projetos fazem parte do compromisso do ISBET com a transformação social e a promoção de oportunidades para todos.

Como ser Jovem Aprendiz ou Estagiário no ISBET

Se você tem entre 14 e 24 anos e deseja participar de um programa de jovem aprendiz ou estágio, basta cadastrar seu currículo na plataforma do ISBET. Não há custos envolvidos, e a instituição oferece todo o suporte necessário para que você tenha uma experiência profissional enriquecedora.

Acesse isbet.org.br/curriculo para cadastrar seu currículo e começar a trilhar o caminho para um futuro profissional de sucesso.

O compromisso do ISBET com a qualificação e inclusão social

O ISBET não cobra pelos programas de estágio ou jovem aprendiz. Além de oferecer qualificação gratuita, desenvolve projetos sociais e educacionais para jovens e comunidades vulneráveis. Isso reflete o compromisso do ISBET com a inclusão social, o desenvolvimento humano e a preparação dos jovens para o mercado de trabalho.

Se você é um jovem em busca de oportunidades de aprender, crescer e dar o primeiro passo em sua carreira, o ISBET é uma excelente opção. Acesse o site, cadastre seu currículo e aproveite os benefícios de participar de uma instituição que, ao mesmo tempo que qualifica e prepara, também investe em projetos que contribuem para um futuro melhor para todos.

Se você encontrar alguma publicação nas redes sociais ou ouvir em palestras escolares que uma instituição de cursos oferece vagas de emprego mediante pagamento ou inscrição, fique atento: o ISBET não vende curso e não cobra nada de seus participantes. Caso tenha dúvidas ou se depare com esse tipo de oferta, denuncie. O ISBET sempre oferece oportunidades de estágio e jovem aprendiz de forma gratuita, com total transparência e compromisso social.

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As entidades do terceiro setor desempenham um papel fundamental na sociedade, atuando de forma complementar ao governo e ao setor privado. Mas o que exatamente caracteriza uma entidade do terceiro setor? Essas organizações são, em sua maioria, sem fins lucrativos e têm como objetivo promover o bem-estar social, cultural e ambiental.

Origem das entidades do terceiro setor

O conceito de terceiro setor começou a ganhar força na década de 1970, especialmente em países como os Estados Unidos e no Reino Unido. A ideia surgiu como uma resposta à necessidade de iniciativas sociais que não eram plenamente atendidas pelo setor público ou privado. Desde então, essas entidades se proliferaram, focando em causas como educação, saúde, meio ambiente e inclusão social.

Por que o ISBET é uma entidade do terceiro setor?

O ISBET (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação) é uma entidade sem fins lucrativos que se enquadra na categoria do terceiro setor. Sua missão é promover o desenvolvimento humano e social por meio da educação e da formação profissional. O ISBET trabalha para transformar vidas, oferecendo oportunidades de aprendizado e capacitação para jovens e adultos.

Entidade do terceiro setor: ONG ou OSC?

Uma entidade do terceiro setor pode ser classificada como ONG (Organização Não Governamental) ou OSC (Organização da Sociedade Civil). Além disso, a principal diferença entre elas está na regulamentação e no tipo de atuação. De um lado, as ONGs frequentemente têm um enfoque mais amplo, abrangendo diversas causas sociais. Por outro lado, as OSCs podem ter um foco mais específico e, em alguns casos, são regulamentadas por leis específicas. Nesse contexto, o ISBET, como OSC, busca atuar diretamente na formação e inclusão de jovens no mercado de trabalho. Dessa forma, nossa missão é promover oportunidades que transformem vidas e contribuam para o desenvolvimento social.

Com o que o ISBET trabalha?

O ISBET se dedica a diversas iniciativas, incluindo:

Por que escolher o ISBET para estagiar e/ou ser Jovem Aprendiz?

Escolher o ISBET para estagiar ou ser jovem aprendiz é optar por uma experiência rica em aprendizado e desenvolvimento. Algumas razões para essa escolha incluem:

Empresas: descubra por que contratar o ISBET

Contratar estagiários e jovens aprendizes através do ISBET traz benefícios tanto para as empresas quanto para os jovens. Algumas vantagens incluem:

Em suma, o ISBET é uma entidade do terceiro setor que não apenas promove o desenvolvimento social, mas também conecta empresas a um futuro promissor por meio da formação de novos talentos. Além disso, se você é uma empresa em busca de estagiários ou jovens aprendizes, é importante considerar o ISBET como seu parceiro nessa jornada! Dessa forma, você não só contribui para a inclusão social, mas também ganha acesso a jovens motivados e qualificados. Portanto, ao escolher o ISBET, você estará investindo em um futuro mais sustentável e cheio de oportunidades.

Saiba mais em: https://isbet.org.br/

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Com o programa Jovem Aprendiz o primeiro emprego se torna bem mais fácil, já que na prática os programas de aprendizagem são uma oportunidade de iniciar sua carreira sem necessidade de experiência.

No programa de aprendizagem, o menor aprendiz vai desenvolver habilidades para construir uma vida profissional sólida, ele participa da vivência no mercado de trabalho, adquiri conhecimentos e maturidade.

Como entrar no programa jovem aprendiz?

1 – Primeiro faça seu cadastro em uma entidade qualificadora, no ISBET é bem simples, basta se cadastrar no nosso portal: https://isbet.org.br/vagas/ . O passo a passo é intuitivo, primeiro você escolhe o tipo de vaga que deseja “Jovem Aprendiz” ou “estágio”, escolhe o seu estado de interesse e a cidade de interesse; E então basta se cadastrar na vaga desejada!

2 – Seu currículo é seu cartão de visitas: um currículo bem estruturado tende a chamar a atenção das empresas. Os dados mais importantes são as suas informações básicas, seu nome completo, suas habilidades relevantes, cursos já feitos e até trabalhos voluntários. Saiba mais no nosso artigo: https://isbet.org.br/como-criar-um-curriculo-incrivel-para-o-primeiro-emprego/

3- Faça cadastro em plataformas de formação: são muitas as opções para enriquecer seu currículo! Diversos portais oferecem cursos gratuitos de formação, como: Aprenda mais do Mec, Fundação Bradesco, Getúlio Vargas, e muitos outros!
Realizar os cursos vai agregar conhecimentos e habilidades para a sua candidatura. São muitas as possibilidades para que você se destaque e sai na frente dos concorrentes na tão sonhada vaga de Jovem Aprendiz.

Estude a empresa

Pesquisar sobre a empresa é fundamental para adquirir conhecimento e se sair na frente dos demais candidatos. Essa pesquisa tende a aumentar suas chances de ingressar na empresa, é muito importante que você entenda sobre a cultura, a missão, visão e valores da empresa, aprenda o jeito que ela se comunica nas redes e com o que essa empresa trabalha, o que ela vende.

Tome cuidado com sua aparência! A primeira impressão é a que fica! Esse ditado tem seu fundo de verdade. Use o dress code a seu favor, saiba aproveitar o máximo a oportunidade de se destacar! Evite roupas curtas, apertadas, chinelos, bonés. Aproveite a pesquisa sobre a empresa e observe a maneira que os colaboradores atuais costumam se vestir no ambiente de trabalho.

Saiba mais no nosso artigo: https://isbet.org.br/como-se-vestir-para-uma-entrevista-de-emprego/

Esteja preparada para a entrevista!

Estude as perguntas básicas que sempre são feitas nas entrevistas, como: “aponte 3 defeitos e 3 qualidades”, “porque a empresa deveria te contratar?”, tente manter a calma, treine bastante e lembre-se: é apenas uma conversa profissional.

Seja Pontual, não se atrase para a entrevista. Além disso, demonstre proatividade e interesse, faça perguntas sobre a empresa e a vaga, demonstre suas habilidades e o quanto você está prepara para iniciar sua carreira no programa jovem aprendiz.

Não desanime: mesmo com toda a preparação, ainda sim você pode enfrentar um “não”, e negativas fazem parte da vida profissional como um todo. Aprenda com essa entrevista, peça um feedback do resultado e busque melhorar o que foi pontuado.

Seu primeiro emprego como jovem aprendiz vai chegar! Acompanhe algumas dicas no nosso reels: https://www.instagram.com/reel/C9Kkwschc0O/utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

Mas, o que é o programa jovem aprendiz?

O programa jovem aprendiz está baseado na lei de aprendizagem 10.097/2000, que é uma iniciativa federal com o objetivo de garantir a inserção de jovens no mercado de trabalho. A lei prevê que todas as empresas possuem uma cota de 5% a 15% de contratação obrigatória do programa com jovens entre 14 e 24 anos.

A lei de aprendizagem visa garantir a sobrevivência dos jovens, garantindo que ele possa estudar e trabalhar, além disso, a jornada de trabalho é reduzida, cada jovem aprendiz pode trabalhar de 4 à 6 horas por dia, totalizando 20 à 30 horas semanais, sendo que são 4 dias praticados na empresa e 1 dia reservado para estudo teórico em sua entidade qualificadora, como o ISBET.

Quem pode ser Jovem Aprendiz?

Agora você já sabe que as oportunidades para o programa de aprendizagem são voltadas para jovens entre 14 e 24 anos, mas existem mais algumas regras na lei:

Benefícios do programa Jovem Aprendiz:

Ao participar do programa de aprendizagem, o jovem aprendiz terá a oportunidade de desenvolver habilidades técnicas e comportamentais, construir uma rede de networking, adquirir maturidade e responsabilidade e receber todos os direitos previstos em CLT: FGTS, 13º salário, vale transporte, salário-mínimo hora e férias remuneradas.

Além disso, o jovem terá maiores oportunidades depois do fim do contrato de aprendizagem, já que ele já vai ter adquirido muita experiência e competência no mercado de trabalho.

Soluções Isbet

O ISBET tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.

Para empresas, nossa ONG tem as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa. Para saber mais, acesse: isbet.org.br

  1. Avatar de anna julia Gonçalves da Silva
    anna julia Gonçalves da Silva

    muito bom, incrível!

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Venha Fazer Parte do ENEM Solidário ISBET 2024!

Está aberta a oportunidade que pode mudar a sua vida! O Projeto ENEM Solidário ISBET 2024, portanto, anuncia seu processo seletivo para o segundo semestre, oferecendo uma chance imperdível para jovens de baixa renda alcançarem seus sonhos acadêmicos. Com a missão de transformar vidas através da educação, o ISBET, além disso, disponibiliza 180 vagas distribuídas entre Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, divididas entre manhã e tarde.

Sobre o Programa

O ENEM Solidário ISBET é mais do que um curso preparatório para o ENEM – é um compromisso com o futuro de jovens talentos. Totalmente gratuito e presencial, o curso oferece todo o suporte necessário, incluindo material didático, alimentação e acompanhamento pedagógico. Destinado exclusivamente a jovens de baixa renda, priorizando aqueles envolvidos em programas sociais ou com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo, o programa busca garantir igualdade de oportunidades.

Pré-requisitos e Inscrições

Para concorrer a uma vaga, é necessário atender aos pré-requisitos estabelecidos no edital, incluindo ter concluído ou estar no último ano do Ensino Médio e, além disso, comprovar situação de vulnerabilidade socioeconômica. As inscrições são gratuitas e, portanto, devem ser feitas online entre os dias 18 e 21 de junho de 2024 pelo site oficial do ISBET.

Processo Seletivo

O processo seletivo é cuidadoso e justo, envolvendo, primeiramente, análise socioeconômica, entrevistas e matrícula. Além disso, a seleção dará prioridade à ordem de inscrição, dentro dos critérios de ampla concorrência e reserva de vagas para candidatos com deficiência e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.

Cronograma

Oportunidades de Voluntariado

Além de beneficiar os alunos, o ENEM Solidário ISBET abre vagas para voluntários interessados em contribuir com essa nobre causa. A mobilização dos voluntários começa no dia 10 de junho. Em seguida, o processo seletivo ocorrerá entre 17 e 20 de junho de 2024. Portanto, se você deseja fazer a diferença, esta é a sua chance de ajudar a transformar vidas!

Cursos Oferecidos

Os cursos abrangem as disciplinas fundamentais do ENEM: Língua Portuguesa, Matemática e Redação. Primeiramente, eles apresentam um cronograma detalhado que inclui interpretação de textos, figuras de linguagem, funções matemáticas, estatística e muito mais. Além disso, as aulas serão ministradas por professores qualificados, que focam em técnicas de resolução de questões, desenvolvimento de argumentos e estratégias de revisão.

Confira o edital:

Clique aqui e confira o Edital.

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