Se você está pensando em aprender programação, pode estar se perguntando: será que já está na hora certa? Existe uma idade mínima? Quanto tempo leva para aprender a programar de verdade? Essas são dúvidas super comuns — e neste post, vamos te ajudar a entender tudo que envolve o começo dessa jornada no mundo do código.
Antes de tudo, a melhor idade para começar a programar é… agora! Sim, a programação não tem idade ideal — ela tem o momento certo para cada pessoa. Crianças com 7 ou 8 anos já podem aprender os conceitos básicos com ferramentas como Scratch ou Blockly, enquanto adolescentes e adultos conseguem ir direto para linguagens como Python ou JavaScript.
Além disso, a vantagem de começar cedo é que o raciocínio lógico se desenvolve junto com outras habilidades cognitivas. Porém, isso não significa que quem começa mais tarde está em desvantagem. Pelo contrário: adultos costumam ter mais disciplina e foco, o que acelera o aprendizado.
Portanto, seja você um jovem curioso ou um adulto em transição de carreira, o melhor momento é o presente.
De forma geral, não existe uma idade “oficial” mínima. No entanto, muitos cursos online e presenciais aceitam alunos a partir dos 8 ou 10 anos, principalmente se forem voltados ao público infantil. Já os cursos mais técnicos ou profissionalizantes, como os oferecidos por escolas de tecnologia ou plataformas como Alura, DIO, Coursera e Udemy, geralmente são recomendados para maiores de 14 ou 16 anos.
O importante é escolher um curso adequado ao seu nível de maturidade, conhecimento prévio e objetivos. Para os mais jovens, o ideal é começar com cursos que usem jogos e gamificação. Para adolescentes e adultos, já dá para entrar em linguagens reais e construir pequenos projetos desde o início.
A primeira experiência com programação pode ser ao mesmo tempo divertida e desafiadora. Para começar, você não precisa instalar nada complexo. Plataformas como replit.com, code.org ou Scratch permitem escrever código direto no navegador, sem complicações.
Primeiramente, escolha uma linguagem amigável, como Python, por ser fácil de ler e muito usada em cursos para iniciantes. Em seguida, procure tutoriais curtos e práticos, com exemplos visuais e interativos. O segredo está em praticar: fazer pequenos exercícios, corrigir erros e ver o resultado na tela vai te deixar cada vez mais confiante.
Ao programar pela primeira vez, o mais importante não é memorizar comandos, mas sim entender a lógica por trás das instruções. Com o tempo, tudo começa a fazer sentido.
Essa resposta depende muito do que você quer dizer com “se formar”. Se o objetivo é ter uma graduação em Ciência da Computação ou Análise de Sistemas, o tempo médio é de 4 anos. Porém, se a meta é atuar no mercado de trabalho, com um bom portfólio e habilidades práticas, você pode conseguir isso em 6 meses a 1 ano com estudo focado e projetos reais.
Muitos programadores se tornam profissionais qualificados sem passar por uma faculdade tradicional. Com a alta demanda no mercado tech, empresas estão valorizando cada vez mais o que você sabe fazer na prática — então, quanto mais você codar, melhor.
Em resumo, você não precisa esperar anos para entrar na área. O mais importante é começar e se manter constante.
A escolha do primeiro curso depende do seu objetivo. Veja esta tabela para facilitar sua decisão:
| Objetivo principal | Curso recomendado | Linguagem sugerida |
|---|---|---|
| Criar sites ou apps simples | Curso de Front-end | HTML, CSS, JavaScript |
| Automatizar tarefas ou entender lógica | Curso de lógica e introdução à Python | Python |
| Trabalhar com dados ou IA | Curso de ciência de dados | Python, SQL |
| Entrar em games ou apps mobile | Curso de desenvolvimento de jogos | C#, Unity, ou JavaScript |
Se estiver em dúvida, comece com um curso introdutório de lógica de programação — ele é a base para qualquer caminho que você escolha a seguir.
Aprender programação pode parecer assustador no começo, mas é uma jornada acessível a todos — independentemente da idade ou da formação anterior. Com tantas ferramentas disponíveis, você pode começar aos 10, 20, 30 ou até depois dos 50.
Portanto, não espere mais. Escolha uma linguagem, entre em um curso gratuito, brinque com pequenos códigos e celebre cada erro e acerto. A programação é uma habilidade do presente e do futuro, e ela pode abrir muitas portas, seja como hobby, carreira ou forma de pensar de maneira mais lógica.
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No cenário atual do mercado de trabalho, entender os diferentes modelos de contratação é essencial tanto para profissionais quanto para empresas. Afinal, escolher a modalidade certa pode influenciar diretamente na produtividade, nos custos e na relação profissional. Mas, afinal, quais são esses modelos? Como saber qual se encaixa melhor para cada necessidade? Vamos explorar isso agora.
Atualmente, existem diversas formas de contratar um colaborador no Brasil. Entre os principais modelos, podemos destacar:
Cada um desses modelos atende a uma realidade distinta, seja pela duração do contrato, carga tributária ou natureza da função.
Embora ambos sejam alternativas à CLT, PJ e RPA têm diferenças significativas. O PJ é um profissional que atua por meio de uma empresa aberta em seu nome (como MEI, por exemplo), emitindo nota fiscal. Isso oferece mais autonomia, mas sem os benefícios trabalhistas tradicionais.
Já o RPA é um recibo utilizado por empresas quando contratam um profissional de forma eventual e sem vínculo empregatício. Aqui, o contratante é responsável por recolher os impostos diretamente (INSS e ISS, por exemplo).
👉 Enquanto o PJ é mais comum em relações contínuas e contratuais, o RPA é usado para atividades pontuais.
Além de CLT, PJ e RPA, o mercado também adota outras formas de contrato, como:
| Modelo | Vínculo | Benefícios Trabalhistas | Custo para empresa | Indicado para |
|---|---|---|---|---|
| CLT | Sim | Sim | Alto | Vagas fixas |
| PJ | Não | Não | Moderado | Profissionais especializados |
| RPA | Não | Parcial | Baixo | Serviços eventuais |
| Estágio | Sim | Parcial | Baixo | Estudantes |
| Jovem Aprendiz | Sim | Sim | Reduzido | Jovens em formação |
Cada modelo possui sua função estratégica. Dessa forma, é essencial alinhar a modalidade com os objetivos da empresa e as necessidades do profissional.
Não existe uma única resposta. A melhor modalidade de contratação depende de diversos fatores, como:
Para empresas que buscam segurança jurídica e estabilidade, o modelo CLT ainda é o mais recomendado. Porém, para startups ou projetos temporários, o PJ pode ser mais vantajoso. Já o RPA funciona bem em serviços esporádicos que não justificam uma contratação mais complexa.
Portanto, antes de escolher, é importante avaliar o impacto legal, financeiro e operacional de cada modelo.
Em um mercado cada vez mais dinâmico, conhecer os modelos de contratação vai muito além de uma decisão técnica — é uma escolha estratégica. Tanto empresas quanto profissionais precisam analisar as possibilidades com atenção, buscando o equilíbrio entre segurança, flexibilidade e economia.
Seja para um grande projeto ou para reforçar a equipe temporariamente, há um modelo ideal para cada situação. O segredo está em entender bem o cenário, as regras e, principalmente, as expectativas de todos os envolvidos.
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Você já viu por aí a sigla DEI e ficou se perguntando o que ela realmente significa? A verdade é que, apesar de parecer mais um termo do mundo corporativo, DEI representa uma transformação profunda nas relações de trabalho. Ou seja, é sobre como as empresas contratam, promovem e valorizam seus talentos. Mais do que boas práticas, DEI — Diversidade, Equidade e Inclusão — é um compromisso com a justiça social dentro e fora do escritório.
DEI é a abreviação de Diversidade, Equidade e Inclusão. Cada palavra tem seu peso — e sua missão.
Juntas, essas três palavras constroem ambientes de trabalho mais justos, criativos e representativos. Consequentemente, isso se torna essencial para empresas que querem crescer com responsabilidade.
Na prática, o conceito de DEI aparece em diversas iniciativas. Desde recrutamentos mais inclusivos, que evitam vieses inconscientes, até treinamentos, comitês de diversidade, programas de mentoria e políticas claras de combate à discriminação.
Além disso, aplicar DEI não é só “fazer o certo” — é inovar, atrair talentos diversos e construir uma cultura organizacional forte. Segundo estudos, empresas que valorizam a diversidade têm melhores resultados financeiros. Ou seja, não é coincidência.
Muita gente confunde equidade com igualdade, mas há uma diferença essencial.
Imagine duas pessoas tentando ver um show por cima de um muro. Se ambas ganharem o mesmo banquinho, uma delas pode continuar sem enxergar nada. A equidade dá um banquinho maior para quem precisa mais.
Portanto, no mundo corporativo, isso significa:
Logo, equidade é entender que oportunidades iguais exigem caminhos diferentes.
As políticas DEI são documentos e ações que tiram a ideia do papel e colocam em prática. Elas orientam:
Em outras palavras, essas políticas transformam a empresa em um lugar onde todas as pessoas se sentem seguras para ser quem são — e dar o melhor de si.
Empresas que adotam DEI não estão “fazendo caridade”. Estão:
Ou seja, DEI é uma decisão estratégica — tanto do ponto de vista humano quanto de resultados.
| Elemento | Significado prático |
|---|---|
| Diversidade | Contratar e valorizar perfis diversos |
| Equidade | Ajustar oportunidades conforme a necessidade individual |
| Inclusão | Garantir participação real e acolhimento no ambiente |
DEI é muito mais que um conceito bonito. É a base para um mundo corporativo mais justo, plural e humano. Empresas que abraçam essa ideia saem na frente — não só na competitividade, mas também na construção de uma sociedade melhor.
Assim, em tempos de transformação digital e social, não basta parecer inclusiva: é preciso ser, fazer e viver DEI no dia a dia.
O modelo híbrido virou pauta em reuniões, posts no LinkedIn e conversas de corredor. Desde a explosão do trabalho remoto, ele passou a ser o formato mais desejado por profissionais e adotado por empresas que querem inovar sem perder a conexão humana. Mas o que exatamente significa trabalhar nesse modelo? Qual a diferença entre ele e o home office? E será que ele realmente funciona?
Neste post, você vai entender o que é o modelo híbrido, suas diferenças em relação ao home office, suas vantagens, desafios e até dicas práticas de como se adaptar a esse novo jeito de trabalhar.
O modelo híbrido é uma forma de trabalho que combina momentos presenciais com períodos remotos. Ou seja, parte da semana você trabalha no escritório, parte em casa (ou em qualquer outro lugar com Wi-Fi decente). A ideia é unir o melhor dos dois mundos: a autonomia do home office com a colaboração do presencial.
Com a pandemia, muitas empresas perceberam que seus colaboradores eram produtivos mesmo fora do escritório. Porém, também sentiram falta do olho no olho, do brainstorm na sala de reunião e do café compartilhado. O modelo híbrido de trabalho chegou como um meio-termo inteligente, que entrega resultado e mantém a cultura da empresa viva.
Esse formato não é fixo — pode variar entre empresas e cargos. Algumas optam por 3 dias no escritório e 2 em casa, outras deixam livre, conforme a demanda. O importante é que seja um modelo flexível, que respeite a natureza do trabalho e as preferências do time.
A confusão é comum, mas vamos esclarecer:
Home office é quando o profissional trabalha 100% remotamente.
Modelo híbrido é quando ele alterna entre remoto e presencial.
Se você passa a semana toda de pijama, laptop no colo e café ao lado, é home office na veia. Mas se parte da semana você está em casa e parte no escritório, você está no mundo do modelo híbrido.
Enquanto o home office exige mais disciplina constante, o híbrido oferece contato presencial com a equipe, o que pode fortalecer a comunicação e o engajamento. Além disso, o híbrido permite reuniões presenciais pontuais, dinâmicas em grupo e até aquele happy hour no fim do expediente.
Pode parecer contraditório, mas o termo “trabalho home office híbrido” nada mais é do que uma variação do próprio modelo híbrido. Ele se refere ao trabalho que é predominantemente remoto, com aparições estratégicas no ambiente físico da empresa.
Ou seja, você passa a maior parte do tempo em casa, mas vai ao escritório em momentos-chave — como reuniões importantes, treinamentos ou eventos de integração. É uma forma de manter a flexibilidade do home office, sem abrir mão da convivência e da troca presencial.
Esse formato é comum em empresas que valorizam a autonomia do colaborador, mas também reconhecem a importância da cultura organizacional e da colaboração face a face.
O modelo híbrido traz uma série de vantagens que explicam seu crescimento nas empresas modernas. Veja as principais:
Além disso, o modelo híbrido contribui para o bem-estar emocional, o engajamento da equipe e a inovação nas relações de trabalho. É um formato que respeita as individualidades e estimula a responsabilidade.
Apesar de moderno e eficiente, o modelo híbrido também traz seus desafios — e ignorá-los pode comprometer os resultados.
Para funcionar bem, o modelo híbrido precisa de políticas bem definidas, ferramentas digitais integradas e líderes preparados para lidar com equipes distribuídas.
Se você vai começar a trabalhar nesse formato, respire fundo e anote estas dicas práticas para mandar bem no modelo híbrido:
Lembre-se: o segredo está no equilíbrio. Organize seus dias com estratégia e aproveite o melhor dos dois mundos!
O modelo híbrido é muito mais que uma tendência: é uma realidade que veio para ficar. Ele une a flexibilidade do home office com a interação do presencial, oferecendo uma experiência de trabalho mais humana, moderna e produtiva.
Mas não é mágica: exige organização, boa comunicação e adaptação tanto dos colaboradores quanto das empresas. Se bem implementado, o modelo híbrido pode ser o motor de uma nova era profissional — mais leve, mais eficiente e com muito mais qualidade de vida.
Agora que você entendeu o que é o modelo híbrido, me conta: qual dos formatos você prefere — o remoto, o presencial ou esse meio-termo estratégico?
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Manter uma empresa em dia vai muito além de pagar boletos em dia ou ter um CNPJ ativo. Envolve organização financeira, cumprimento de obrigações legais, atenção à saúde do negócio e, acima de tudo, uma gestão estratégica. Afinal, um negócio mal gerido pode até faturar bem, mas corre sérios riscos de parar no meio do caminho.
Se você já tem uma empresa ou está prestes a abrir uma, entender como manter tudo funcionando da forma correta é essencial para alcançar bons resultados e crescer com segurança.
Se você sente que a sua empresa está bagunçada ou fora do controle, o primeiro passo é fazer um diagnóstico da situação atual. Veja como começar:
Além disso, é essencial ter uma rotina de organização — e não apenas “colocar em dia” uma vez e esquecer depois. A chave é manter esse controle constante.
O custo mensal para manter uma empresa em dia varia conforme o porte, o segmento e a estrutura do negócio. Contudo, podemos destacar os principais gastos fixos que você deve considerar:
| Tipo de Custo | Valor aproximado (mensal) | Observações |
|---|---|---|
| Contador | R$ 300 a R$ 1.000 | Pode variar conforme o regime tributário |
| Impostos e tributos | R$ 50 a R$ 2.000 | Depende do faturamento e do setor |
| Internet e telefone | R$ 100 a R$ 300 | Essencial para operação |
| Aluguel ou coworking | R$ 500 a R$ 5.000 | Conforme localização e tamanho |
| Sistemas e ferramentas | R$ 50 a R$ 500 | ERPs, CRMs, automação, etc. |
Além disso, empresas com funcionários devem considerar salários, encargos trabalhistas (INSS, FGTS), benefícios e custos com manutenção ou operação.
Portanto, um bom planejamento financeiro é indispensável para garantir que esses custos não saiam do controle.
Manter as contas em dia exige disciplina, planejamento e controle financeiro. Confira algumas boas práticas que funcionam em qualquer tipo de empresa:
Além disso, manter uma rotina de análise mensal do financeiro ajuda a antecipar problemas e identificar oportunidades de melhoria.
Melhorar uma empresa exige visão estratégica, mas também ações práticas. Aqui estão algumas formas eficazes de evoluir seu negócio:
Em resumo, melhorar sua empresa passa por decisões diárias. Pequenas mudanças feitas com consistência geram grandes resultados no médio e longo prazo.
Manter uma empresa em dia é, sem dúvida, um desafio constante. No entanto, com organização, estratégia e atenção aos detalhes, é totalmente possível. A formalização, os controles financeiros e a melhoria contínua formam o tripé da saúde empresarial.
Seja qual for o estágio do seu negócio, sempre há algo que pode ser ajustado, evoluído ou otimizado. E isso começa com a decisão de profissionalizar a sua gestão e assumir o controle das finanças e processos.
A cota de aprendizagem é uma obrigação legal que determina a contratação de jovens aprendizes pelas empresas. Além de cumprir a legislação, essa prática traz diversos benefícios para o negócio e para a sociedade.
Antes de tudo, a cota tem como objetivo promover a inclusão social, oferecendo aos jovens oportunidades reais de formação e inserção no mercado de trabalho. Portanto, cumprir essa norma é um passo importante para a responsabilidade social corporativa.
De acordo com a Lei nº 10.097/2000, empresas de médio e grande porte devem reservar de 5% a 15% das vagas para jovens entre 14 e 24 anos matriculados em programas de aprendizagem. Além disso, essa obrigação busca garantir a qualificação profissional dos jovens.
Por isso, a cota de aprendizagem não é apenas uma exigência legal, mas também uma forma de investimento no futuro da empresa e do país.
Na prática, as empresas precisam identificar o número de vagas obrigatórias conforme seu porte. Depois, devem firmar parcerias com entidades qualificadoras, como o ISBET, para recrutar e formar os jovens aprendizes.
Além disso, a empresa deve acompanhar o desempenho dos aprendizes e cumprir com todas as obrigações trabalhistas previstas na legislação, como jornada reduzida e carteira assinada.
Cumprir a cota de aprendizagem oferece vantagens claras para as organizações. Em primeiro lugar, evita multas e sanções do Ministério do Trabalho. Além disso, a presença dos jovens traz renovação, inovação e motivação para os times.
Consequentemente, empresas que investem no programa demonstram compromisso com a responsabilidade social, fortalecendo sua imagem institucional.
Embora o processo possa parecer complexo, os desafios são superáveis. Muitas empresas enfrentam dificuldades na adaptação dos jovens ao ambiente corporativo e na gestão do programa.
Porém, com planejamento, parceria com entidades qualificadoras e treinamento para os gestores, esses obstáculos podem ser contornados com eficiência.
Em resumo, a cota de aprendizagem é uma obrigação legal que traz benefícios sociais e estratégicos para as empresas. Portanto, é fundamental que as organizações estejam atentas para cumprir a legislação e investir no futuro dos jovens.
Assim, investir na cota de aprendizagem é uma atitude que gera resultados positivos para todos os envolvidos.
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A cota de aprendizagem nas empresas é uma exigência legal que muitas organizações ainda desconhecem ou não sabem como cumprir corretamente. Prevista na Lei nº 10.097/2000, essa cota determina que empresas de médio e grande porte devem contratar um percentual de aprendizes com base no número de funcionários efetivos.
Logo no início, é importante entender que essa obrigação não é apenas um dever legal, mas também uma grande oportunidade de transformar realidades, desenvolver talentos e fortalecer a imagem da empresa perante a sociedade. Além disso, o cumprimento da cota contribui diretamente para a formação profissional de jovens, criando um impacto social positivo.
A legislação estabelece que todas as empresas com sete ou mais empregados em funções que demandem formação profissional devem contratar entre 5% e 15% de aprendizes. Essa exigência vale para empresas de médio e grande porte, salvo exceções previstas por decreto.
Portanto, é fundamental que o RH e os gestores entendam exatamente como calcular a cota, quais cargos entram na conta e como realizar esse processo com segurança jurídica.
Além do mais, o não cumprimento da cota pode gerar multas e autuações, principalmente em fiscalizações do Ministério do Trabalho. Dessa forma, é sempre melhor agir preventivamente.
Embora a legislação imponha a exigência, cumprir a cota de aprendizagem nas empresas vai além de evitar penalidades. Trata-se de uma oportunidade estratégica de inserir jovens com potencial no ambiente corporativo, oferecendo a eles formação técnica e uma chance real de crescimento.
Ao mesmo tempo, a empresa se beneficia de várias formas:
Ou seja, a empresa cumpre a lei e, ao mesmo tempo, investe no seu próprio futuro.
O cálculo da cota de aprendizagem nas empresas é feito com base no número de empregados em funções que exigem formação profissional. Excluem-se desse cálculo:
Por exemplo, se uma empresa possui 80 empregados em funções que demandam formação, deve contratar no mínimo 4 aprendizes (5%) e, no máximo, 12 (15%).
Contudo, é sempre importante fazer esse cálculo com orientação especializada, evitando erros que podem gerar multas. Felizmente, o ISBET pode ajudar nesse processo.
O ISBET atua como entidade qualificadora, responsável por formar, acompanhar e preparar os jovens contratados como aprendizes. Além disso, oferece total suporte à empresa, desde a triagem de perfis até o acompanhamento pedagógico do jovem durante o programa.
Portanto, ao firmar parceria com o ISBET, sua empresa:
Dessa forma, o ISBET se torna um aliado estratégico para empresas que desejam crescer com responsabilidade.
Empresas que não cumprem a cota de aprendizagem ficam sujeitas à fiscalização e multa por parte da Auditoria Fiscal do Trabalho. Além disso, o descumprimento pode impactar negativamente a imagem institucional da organização, dificultando a participação em licitações ou a obtenção de certificações.
Em outras palavras, além do risco legal, há também prejuízo de reputação. Logo, é essencial agir com planejamento e buscar apoio especializado.
Em resumo, a cota de aprendizagem nas empresas não deve ser vista apenas como uma obrigação legal, mas como uma oportunidade de atrair talentos, fortalecer a responsabilidade social da empresa e contribuir para o futuro de milhares de jovens.
Com o suporte do ISBET, sua empresa pode cumprir essa exigência com tranquilidade, segurança e muito impacto positivo. Assim, todos ganham: a empresa, os jovens e a sociedade.
A aprendizagem corporativa ganhou protagonismo nos últimos anos — e no CONARH 2025, esse tema chega ao centro dos debates. O evento mostra, mais uma vez, que formar pessoas dentro da empresa não é apenas uma opção, mas uma necessidade estratégica para organizações que desejam crescer de forma sustentável, inovadora e socialmente responsável.
Desde o primeiro dia do congresso, temas como educação continuada, desenvolvimento de talentos, cultura de aprendizagem e programas como o Jovem Aprendiz mostram como o RH pode ser um agente de transformação concreta. Ou seja, não basta contratar bem: é preciso formar continuamente.
Antes de tudo, o mundo do trabalho está em constante mudança. Novas tecnologias, novas gerações, novos desafios. Portanto, quem investe em aprendizagem contínua garante um time mais preparado, adaptável e engajado.
No CONARH 2025, especialistas reforçam que as empresas que investem em formação desde os primeiros passos — como o fazem por meio da Lei da Aprendizagem — saem na frente em produtividade, clima organizacional e reputação.
Além disso, formar talentos internamente reduz custos com recrutamento externo, retém profissionais com mais facilidade e fortalece a cultura da empresa.
Quando falamos em aprendizagem corporativa, não podemos deixar de destacar o Jovem Aprendiz. Esse programa vai além da obrigação legal: ele representa o primeiro contato de muitos jovens com o mercado, e pode ser o início de uma jornada de desenvolvimento duradoura.
Ao oferecer formação teórica e prática, o programa se alinha perfeitamente às diretrizes debatidas no CONARH:
Assim, a empresa não apenas cumpre a cota legal, mas fortalece sua marca como espaço de formação e crescimento.
No CONARH 2025, as palestras, painéis e cases de sucesso mostram que empresas que adotam uma cultura de aprendizagem são mais resilientes e competitivas. Além disso, a aprendizagem corporativa está cada vez mais ligada às práticas de ESG, especialmente no pilar social.
Veja como o evento conecta esses temas com a realidade das empresas:
Portanto, a mensagem é clara: investir em educação dentro da empresa não é gasto — é um dos melhores investimentos possíveis.
Para que a empresa coloque em prática tudo o que é discutido no CONARH, ela precisa de parceiros sólidos. E é aí que entra o ISBET: como entidade qualificadora, o ISBET apoia empresas no planejamento e execução de programas de aprendizagem que realmente funcionam.
Com acompanhamento pedagógico, oficinas, suporte técnico e alinhamento à legislação, o ISBET garante que o jovem esteja preparado — e que a empresa se beneficie ao máximo com o programa.
Dessa forma, é possível transformar o conteúdo do evento em ação real, com impacto direto no dia a dia da organização.
Em resumo, o CONARH 2025 e a aprendizagem corporativa mostram que formar talentos dentro da empresa é o caminho mais estratégico para lidar com os desafios atuais. Quando se investe em jovens aprendizes com apoio de instituições como o ISBET, cria-se um ciclo virtuoso de inclusão, educação e crescimento mútuo.
Portanto, agora é a hora de transformar o que foi aprendido no evento em prática — e fazer da aprendizagem o centro da sua cultura organizacional.
No mês em que Sumaré completa 157 anos de história, a cidade ganha um reforço importante para o desenvolvimento social e econômico: uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto Brasileiro Pró-Educação, Trabalho e Desenvolvimento (ISBET), que amplia as oportunidades de capacitação e inserção profissional de jovens, especialmente no programa Jovem Aprendiz. A iniciativa será implementada ainda em julho, com atividades no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) do município.
Ed Carlo Michelin, secretário de Desenvolvimento Econômico, Mauricio Rocha, diretor do Departamento de Trabalho e Emprego, e os gerentes Julia Mariano Pereira e Dirceu Cesar Pacheco formalizaram o acordo. O superintendente executivo do ISBET, Professor Mesquita, e o representante comercial, André Góis, participaram da reunião representando a instituição.
Para as autoridades locais, o fortalecimento de políticas públicas de empregabilidade marca uma conquista importante no mês de aniversário de Sumaré. “Criar oportunidades para nossos jovens é também investir no futuro da cidade. Essa parceria reforça o compromisso da nossa gestão com o desenvolvimento econômico e a inclusão produtiva”, destacou o secretário Ed Carlo Michelin.
O prefeito Henrique Stein Sciascio (Henrique do Paraíso) e o vice-prefeito André Fernandes Pereira (André da Farmácia) também manifestaram apoio às ações voltadas à juventude. Segundo a Prefeitura, iniciativas como essa reforçam o compromisso da administração municipal com a geração de emprego e renda, preparando mão de obra qualificada para atender às demandas do mercado local.
A parceria gera renda e prepara mão de obra qualificada para atender às demandas do mercado local. O ISBET, com mais de 50 anos de atuação, tornou-se referência nacional na capacitação de jovens aprendizes e estagiários.

A Lei nº 10.097/2000, conhecida como Lei da Aprendizagem, instituiu o programa Jovem Aprendiz para facilitar o acesso dos jovens ao mercado de trabalho e garantir a eles uma formação técnico-profissional de qualidade.
A legislação obriga todas as empresas de médio e grande porte a contratar jovens entre 14 e 24 anos. Elas devem reservar de 5% a 15% do quadro de funcionários para aprendizes, o que amplia significativamente as oportunidades para quem busca o primeiro emprego.
Além disso, o programa se destaca porque combina teoria e prática. Isso significa que o jovem participa de aulas de capacitação, geralmente oferecidas por instituições qualificadas como o ISBET, e, ao mesmo tempo, desenvolve atividades práticas na empresa contratante. Dessa forma, ele consegue aprender na prática o que estuda na teoria, o que torna o aprendizado muito mais efetivo.
Além disso, outro ponto importante é que o Jovem Aprendiz vai muito além da simples inserção no mercado. De fato, ele contribui diretamente para o desenvolvimento social e econômico do país, pois, além de oferecer qualificação profissional, também gera renda para famílias e, consequentemente, prepara uma mão de obra jovem e qualificada para o futuro. Portanto, seu impacto é amplo e essencial para o crescimento sustentável da sociedade.
O contrato do Jovem Aprendiz é regulamentado e garante direitos trabalhistas, como carteira assinada, salário, 13º, férias e vale-transporte. O programa é hoje uma das principais políticas públicas para a juventude e abre portas para milhares de brasileiros em busca do primeiro emprego.
ISBET firma parceria com a Prefeitura de Sumaré/SP por meio da secretária de Desenvolvimento Econômico.

No mês de junho, o ISBET (Instituto Brasileiro Pró-Educação, Trabalho e Desenvolvimento) firmou parceria com a cidade de Sumaré, no interior de São Paulo. O PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) cedeu espaço (sala de aula) para a oferta de cursos de capacitação do programa Jovem Aprendiz. A previsão é de que sejam abertas pelo menos 30 novas vagas para jovens em busca do primeiro emprego. A iniciativa fortalece a inclusão profissional e amplia oportunidades na região.
No dia 17 de junho, o Superintendente Executivo do ISBET, Prof. Mesquita, participou da última reunião de alinhamento com o Secretário Municipal do Trabalho, Emprego, Geração de Renda e Desenvolvimento Econômico de Sumaré/SP Ed Carlo Michelin. Durante o encontro, eles definiram a sala do ISBET e assinaram o acordo de cooperação para uso do espaço.
O representante comercial André Góis também esteve presente. Ele entregou kits de agradecimento e reforçou o compromisso da instituição com o desenvolvimento da juventude local. A colaboração da OSC e do município contou também com a participação do Mauricio Rocha (Diretor do PAT da cidade) e Dirceu Cesar Pacheco (gerente operacional do PAT).

Com essa parceria, o ISBET amplia ainda mais sua atuação e, ao mesmo tempo, fortalece sua missão de oferecer oportunidades gratuitas e reais para jovens e estagiários. Além disso, por ser uma organização sem fins lucrativos, a instituição não realiza qualquer tipo de cobrança pelos seus serviços aos candidatos.
Há mais de 50 anos, o ISBET transforma vidas por meio da educação e do trabalho. Além disso, já são mais de 500 mil jovens e famílias impactados em todo o Brasil. Agora, finalmente, a cidade de Sumaré também faz parte dessa história de inclusão e progresso, fortalecendo ainda mais o compromisso da instituição com o desenvolvimento social.
O Professor Mesquita comenta sobre: “o que importa é que plantamos mais uma bandeira na região metropolitana de Campinas com nossa nova parceria com Sumaré. A expansão do ISBET fortalece nossa missão de proporcionar oportunidades reais de trabalho para os jovens”.
O programa Jovem Aprendiz é uma ação legal que visa promover a inclusão de jovens no mercado de trabalho por meio de formação técnico-profissional. Regulamentado pela Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000), o programa exige que empresas de médio e grande porte contratem jovens entre 14 e 24 anos para atividades que combinam aprendizado prático e teórico. Essa iniciativa oferece oportunidade de primeiro emprego e contribui para o desenvolvimento social e econômico dos jovens.
Para cumprir a cota de aprendizagem estabelecida pela legislação, que varia entre 5% e 15% do total de funcionários, as empresas podem contar com parceiros especializados, como o ISBET. A instituição apoia as empresas em todo o processo, desde o recrutamento e seleção até a capacitação e acompanhamento dos jovens aprendizes.
Se a sua empresa está pronta para cumprir a cota de aprendizagem e, assim, contribuir para o desenvolvimento de Sumaré, conte com a experiência do ISBET. Dessa forma, você garante um processo eficiente e comprometido com a responsabilidade social.
Além disso, oferecemos atendimento com qualidade, responsabilidade e compromisso social, garantindo que todo o processo seja eficiente e transparente. Portanto, não deixe de aproveitar essa oportunidade; Sua empresa poderá fortalecer sua responsabilidade social e, ao mesmo tempo, formar novos talentos para o mercado de trabalho.
Acesse nossos canais e fale com a nossa equipe:
Lideranças em Recursos Humanos são, hoje, o verdadeiro motor que impulsiona transformações positivas nas organizações. Mais do que apenas administrar pessoas, o RH moderno precisa identificar talentos, construir culturas inclusivas e desenvolver estratégias que garantam crescimento sustentável. Nesse contexto em constante evolução, o papel do ISBET torna-se ainda mais essencial na preparação dos profissionais que vão ocupar essas posições de liderança.
Antes de mais nada, é importante entender que o mercado de trabalho exige cada vez mais líderes preparados para lidar com diversidade, inovação e bem-estar organizacional. Empresas públicas e privadas estão em busca de profissionais capazes de inspirar, engajar e conduzir equipes com empatia, responsabilidade e inteligência emocional.
Além disso, o setor de Recursos Humanos deixou de ser apenas um departamento operacional. Atualmente, ele ocupa uma posição estratégica, participando das decisões mais relevantes da empresa e influenciando diretamente os resultados do negócio. Portanto, falar sobre liderança em RH é falar sobre o futuro das organizações.
Como agente de integração e entidade qualificadora, o ISBET atua diretamente na formação dos futuros líderes do mercado. Por meio de programas de aprendizagem e estágios, conectamos estudantes a empresas comprometidas com o desenvolvimento de talentos desde cedo. Dessa forma, promovemos experiências práticas que despertam habilidades de liderança em ambientes reais de trabalho.
Além disso, os treinamentos e acompanhamentos realizados pelo ISBET ao longo dos programas proporcionam uma base sólida e humanizada em temas essenciais para a liderança atual, como:
Consequentemente, nossos jovens aprendizes e estagiários saem mais bem preparados para se tornarem, no futuro, lideranças responsáveis, comprometidas e eficazes.
As lideranças em RH do futuro precisam ir além da técnica. É preciso desenvolver uma visão holística sobre o negócio e o ser humano. Nesse sentido, destacamos algumas competências fundamentais:
Vale ressaltar que essas habilidades não surgem do dia para a noite. Elas são construídas ao longo do tempo — e é exatamente aí que o ISBET entra como facilitador dessa jornada.
Mais do que formar bons profissionais, o ISBET acredita no poder transformador do RH como ferramenta de inclusão e justiça social. Ao incentivar a contratação de aprendizes e estagiários, promovemos equidade, empregabilidade e protagonismo juvenil — não apenas dentro das empresas, mas também nas comunidades onde esses jovens vivem.
Afinal, liderar em RH é, acima de tudo, liderar com propósito. Por meio do nosso trabalho diário com empresas parceiras, ajudamos a formar lideranças comprometidas com o futuro, com o respeito às diferenças e com a geração de impacto positivo na sociedade.
O futuro das lideranças em Recursos Humanos começa com formação de qualidade, oportunidades reais e acompanhamento contínuo — pilares que fazem parte da missão do ISBET.
Se a sua empresa deseja construir uma equipe forte, engajada e preparada para os desafios do mundo moderno, conte conosco. O ISBET está pronto para formar os líderes do amanhã — com responsabilidade, sensibilidade e visão de futuro.
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Cumprir a cota de aprendizagem é mais do que uma exigência legal — é um compromisso social que impacta diretamente o desenvolvimento de milhares de jovens. Prevista no artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), essa obrigação se aplica a empresas de médio e grande porte em todo o país, inclusive no Rio de Janeiro.
No entanto, a realidade é que muitas organizações ainda não cumprem esse requisito. Por isso, o Ministério do Trabalho intensificou a fiscalização e, recentemente, várias empresas foram autuadas no Rio de Janeiro por não manterem aprendizes em seu quadro funcional. As penalidades vão desde multas pesadas até restrições em contratos com órgãos públicos, além de danos severos à reputação.
A legislação brasileira não deixa espaço para dúvidas. A cota de aprendizagem é obrigatória para empresas com sete ou mais funcionários em funções que exigem formação profissional. Dessa forma, ela foi criada para estimular a inserção de adolescentes e jovens no mercado de trabalho, contribuindo diretamente para sua formação técnica e cidadã.
Além disso, a regra vale para diversos setores, como:
Portanto, se a sua empresa se enquadra nessas características, ela precisa, obrigatoriamente, contratar aprendizes, sob risco de sofrer autuações, como já vem acontecendo com frequência no estado do Rio de Janeiro.
Para evitar problemas com a fiscalização, é fundamental saber calcular a sua cota de aprendizagem da maneira correta. O processo, embora simples, exige atenção a alguns detalhes importantes.
Veja como funciona:
Por exemplo: se uma empresa possui 60 colaboradores que se enquadram nos critérios, ela deverá ter, no mínimo, 3 aprendizes contratados, podendo chegar até 9, dependendo do percentual adotado.
Para facilitar essa etapa, o ISBET disponibiliza uma ferramenta gratuita: acesse nossa Calculadora de Cota de Aprendizagem e descubra imediatamente quantos aprendizes sua empresa deve contratar para estar em conformidade.
Se tem dúvida se sua empresa foi fiscalizada, pode estar acessa o site: https://certidoes.sit.trabalho.gov.br/aprendiz.
O aumento no número de empresas autuadas no Rio de Janeiro não é por acaso. As fiscalizações estão mais intensas, pois o Ministério do Trabalho identificou uma grande quantidade de empresas que, mesmo enquadradas na legislação, optaram por ignorar a contratação de aprendizes.
Os fiscais, além de verificarem documentos, também analisam os contratos de trabalho, os registros no eSocial e cruzam dados com a Receita Federal. Portanto, negligenciar essa obrigação não passa mais despercebido.
Se você não sabe por onde começar, fique tranquilo. O ISBET é especialista em auxiliar empresas de todos os portes no cumprimento da cota de aprendizagem, oferecendo uma solução completa e segura.
Nosso suporte inclui:
Além disso, sua empresa ainda contribui para transformar a vida de jovens, que ganham a oportunidade de aprender na prática, desenvolver habilidades e iniciar uma trajetória profissional promissora.
Muito além de evitar multas e processos, estar em conformidade com a cota de aprendizagem traz inúmeros benefícios. Veja alguns deles:
Sem dúvidas, empresas que investem em aprendizagem profissional não apenas se protegem legalmente, como também colhem resultados práticos, tanto em produtividade quanto em reputação no mercado.
O setor de Recursos Humanos tem uma função estratégica e indispensável no cumprimento da cota de aprendizagem. É o RH quem deve monitorar constantemente o quadro funcional, atualizar os dados, garantir que os percentuais estejam sendo atendidos e acompanhar o desenvolvimento dos jovens dentro da empresa.
O ISBET oferece total apoio para que seu RH não apenas cumpra a legislação, mas também transforme a gestão de aprendizagem em uma verdadeira estratégia de crescimento organizacional.
Se sua empresa está localizada no Rio de Janeiro ou em qualquer outra cidade, não espere pela notificação dos órgãos fiscalizadores. Regularize-se o quanto antes. Além de cumprir a lei, você estará colaborando ativamente para um país com mais oportunidades, educação e desenvolvimento.
Fale agora com um consultor do ISBET e entenda como se regularizar: Clique aqui
Empresas: Calculadora de Cota
Jovens: Cadastre seu currículo
Prevista A cota de aprendizagem é um requisito legal que promove a inclusão de jovens no mercado de trabalho. Prevista no artigo 429 da CLT, ela exige que empresas de médio e grande porte contratem aprendizes com idade entre 14 e 24 anos para ocupações que demandem formação profissional. Por esse motivo, a cota de aprendizagem é obrigatória e deve ser levada a sério pelas organizações.
Dessa forma, a legislação incentiva o desenvolvimento de jovens talentos e, ao mesmo tempo, fortalece a responsabilidade social das empresas. Consequentemente, tanto empregadores quanto estagiários e aprendizes são beneficiados.
A cota de aprendizagem se aplica a empresas com mais de sete funcionários em funções que exijam qualificação. Entre os setores mais comuns, estão:
Portanto, ignorar a cota de aprendizagem pode resultar em penalidades legais, fiscalizações do Ministério do Trabalho e prejuízos à imagem institucional.
A princípio, o cálculo da cota é simples:
Por exemplo, uma empresa com 50 colaboradores qualificados deve contratar de 2 a 7 aprendizes. Ou seja, é essencial fazer esse cálculo corretamente para evitar autuações.
O ISBET possui também sua própria calculadora de cota, você pode acessa-la aqui: https://isbet.org.br/contrate-jovem-aprendiz/
O ISBET é uma organização que atua como entidade qualificadora, especializada no apoio ao cumprimento da cota de aprendizagem. Com isso, sua empresa recebe auxílio em:
Além disso, o ISBET promove workshops e mentorias que aceleram o desenvolvimento dos jovens contratados.
Ao cumprir a cota de aprendizagem, sua empresa se destaca no mercado e ainda garante vantagens como:
Além disso, o investimento em jovens aprendizes ajuda a construir uma marca empregadora mais forte e comprometida com o futuro.
Antes de mais nada, é fundamental que o setor de Recursos Humanos compreenda a legislação e mantenha controle do número de jovens em formação. Para isso, o ISBET oferece todo o suporte necessário, garantindo conformidade legal e processos bem organizados.
Em resumo, a cota de aprendizagem é mais que uma obrigação legal: é uma oportunidade de formar cidadãos, renovar equipes e melhorar o ambiente de trabalho. Por isso, conte com o ISBET para selecionar, acompanhar e capacitar seus aprendizes com excelência.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
O ISBET RJ participa da audiência pública do MTE em 15 de abril, orientando empresas sobre a Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000) e a inclusão de jovens.
Durante o evento, o ISBET esclarece dúvidas, verifica a regularidade no e-Social (competência março/2025) e emite certidões de cumprimento da cota. As empresas também podem incluir jovens nas turmas de capacitação, que começam semanalmente.
A cota de aprendizagem exige que empresas de médio e grande porte contratem jovens aprendizes, em percentual adequado ao número de funcionários. É uma política pública que une responsabilidade social e formação técnico-profissional.
No evento, o ISBET ajuda as empresas a consultar a regularidade no e-Social (competência março/2025) e emite certidões de cumprimento da cota. Isso garante mais segurança jurídica e fortalece o compromisso social das organizações.
A audiência pública é uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego para aproximar o governo das empresas e instituições qualificadoras, como o ISBET. Durante o evento, representantes do MTE apresentam dados atualizados sobre o cumprimento da cota de aprendizagem e reforçam a importância de seguir a legislação vigente.
Além disso, as empresas participantes têm a oportunidade de tirar dúvidas diretamente com especialistas, bem como solicitar certidões, acompanhar as mudanças legais mais recentes e conhecer, em detalhes, entidades parceiras que atuam no apoio à contratação de jovens — como o ISBET, que há mais de 50 anos se dedica à educação para o trabalho.
Consequentemente, a presença de mais de 900 empresas demonstra o interesse crescente do setor produtivo em promover responsabilidade social e legalidade. Nesse contexto, o ISBET reafirma seu compromisso e aproveita a ocasião para apresentar, na prática, como sua atuação contribui para a formação e a inserção de jovens em situação de vulnerabilidade no mundo do trabalho.
A audiência pública, por sua vez, é uma excelente oportunidade para o RH esclarecer dúvidas diretamente com especialistas e reforçar, dessa forma, o compromisso com a lei e a inclusão.
Além disso, a presença do ISBET destaque nosso papel fundamental na formação de jovens e no apoio a empresas que promovem, de maneira efetiva, a governança e a transformação social.
Com isso, fortaleça seu RH com impacto social, agindo de forma consciente e alinhada às boas práticas de responsabilidade corporativa.
A presença ativa do ISBET RJ na audiência pública do MTE, além de demonstrar compromisso, reforça a importância de orientar as empresas no correto cumprimento da cota de aprendizagem. Afinal, estar em conformidade com a legislação é fundamental para o bom funcionamento do RH e para o desenvolvimento de práticas sustentáveis.
Por isso, quando empresas se unem a instituições qualificadoras como o ISBET, criam oportunidades reais de transformação. Desse modo, é possível construir, de forma conjunta, um futuro mais justo e promissor para milhares de jovens, por meio da educação para o trabalho e da inclusão profissional responsável.
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O programa de aprendizagem oferece formação teórica e prática para jovens de 14 a 24 anos em vulnerabilidade. Além disso, os contratos podem durar até dois anos, com acompanhamento contínuo da equipe do ISBET, garantindo conformidade com a Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000).
O ISBET abre novas turmas todas as segundas e quintas, atendendo rapidamente à demanda das empresas. O programa promove a inclusão produtiva, transforma vidas e gera impacto social direto. Assim, as empresas se alinham a práticas de responsabilidade e ajudam a construir um futuro mais justo e qualificado para a juventude.
Estudantes e jovens interessados em participar dos programas podem se cadastrar de forma gratuita pelos links:
🔹 Cadastro de currículo: isbet.org.br/curriculo/
🔹 Cadastro nas vagas: isbet.org.br/vagas/
O ISBET é uma organização sem fins lucrativos que se sustenta com o apoio das empresas contratantes, sem cobrar valores dos candidatos.
A entrevista de emprego pode ser um momento decisivo na busca por uma oportunidade no mercado de trabalho. Por isso, estar bem preparado faz toda a diferença. Para os jovens que estão ingressando no mundo profissional, a preparação é fundamental. Além disso, conhecer boas práticas pode aumentar suas chances de sucesso. Confira dicas valiosas para se destacar e garantir uma excelente impressão.
Se você busca uma vaga de estágio, o ISBET oferece diversas oportunidades. Além disso, ao escolher o ISBET, você tem acesso a uma rede de empresas parceiras que buscam jovens talentos. Portanto, não perca a chance de se inscrever.
O cadastro pode ser feito de maneira simples e rápida: Primeiramente, basta preencher os dados solicitados no formulário online. Em seguida, você receberá uma confirmação e, assim, estará pronto para aproveitar todas as vantagens que o ISBET oferece.
Agora que você já sabe onde se cadastrar, é hora de se preparar para a entrevista. Veja algumas dicas:
O estágio é uma experiência essencial para estudantes que desejam adquirir conhecimento prático na sua área de formação. Regulamentado pela Lei do Estágio (Lei 11.788/2008), esse programa permite que o jovem desenvolva suas habilidades e aprenda diretamente no ambiente corporativo. O ISBET atua como ponte entre estudantes e empresas, garantindo que o estágio seja um processo educativo e enriquecedor.
Destacar-se em uma entrevista de emprego exige preparo, conhecimento e uma boa apresentação. O ISBET está aqui para ajudar você nessa jornada, conectando jovens a oportunidades de aprendizado e crescimento profissional. Cadastre-se agora e dê o primeiro passo rumo ao futuro!
Para mais informações e oportunidades, acesse isbet.org.br.
O Dia das Mulheres, comemorado anualmente no dia 8 de março, é uma data histórica que marca a luta das mulheres por igualdade de direitos, respeito e oportunidades. Essa data tem sua origem no início do século XX, com as manifestações de trabalhadoras que reivindicavam melhores condições de trabalho, melhores salários e o direito ao voto. Com o tempo, o Dia das Mulheres se tornou um marco mundial, simbolizando a luta e as conquistas femininas em diversas áreas da sociedade.
A importância histórica do Dia das Mulheres vai além de uma simples comemoração. Esta data nos lembra das batalhas travadas ao longo dos anos para garantir os direitos das mulheres. Durante muito tempo, elas foram marginalizadas e privadas de direitos fundamentais. No entanto, a luta delas foi perseverante e conquistaram, aos poucos, o direito ao voto, melhores condições de trabalho e a oportunidade de ocupar espaços antes exclusivos aos homens.
No Brasil, faz apenas 93 anos que as mulheres conquistaram o direito a voto. O desquite só foi permitido em 1977, antes, só se poderia pedir a anulação ou separação judicial. Foi com a lei do divórcio que a mulher passou a ter direitos sobre os filhos.
A data, antes de ser um dia comercial, é um dia político, voltado para pensar em quão frágil e recente são os direitos femininos.
Hoje, o papel da mulher não é mais vinculado apenas ao cuidado da casa, mas também ao mercado de trabalho. Muitas mulheres são as principais provedoras de suas famílias, evidenciando uma transformação significativa nas dinâmicas sociais. A crescente presença feminina em cargos de liderança e sua relevância como provedoras refletem a conquista de igualdade de gênero em diversos setores. No ISBET, temos o orgulho de contar com 177 colaboradoras, sendo que 14 delas ocupam cargos de liderança, o que reforça o impacto da inclusão feminina no mercado de trabalho.
Uma pesquisa feita pelo Ministério do Trabalho informa que no ano de 2024, 43.380.636 mulheres trabalharam no Brasil, o Censo 2022, feito pelo IBGE revela que 34,1% das mesmas são as principais responsáveis por manter seus respectivos lares.
A luta das mulheres no mercado de trabalho é um reflexo das conquistas ao longo do tempo e das barreiras ainda existentes. Elas enfrentam desafios diários para garantir que seus direitos sejam respeitados e, ao mesmo tempo, alcançam importantes postos de liderança. Com esforço e determinação, muitas têm conquistado seu espaço, influenciando diretamente as políticas públicas e organizacionais, o que resulta em um mercado de trabalho mais justo e igualitário.
A formação para jovens e estagiárias é essencial, pois garante que as novas gerações, especialmente as mulheres, tenham acesso a oportunidades de crescimento profissional. Além disso, a educação para o trabalho é uma ferramenta poderosa que permite que essas jovens, muitas delas em situação de vulnerabilidade social, desenvolvam suas habilidades e ganhem experiência no mercado de trabalho. Portanto, no ISBET, trabalhamos para fornecer a essa futura geração as ferramentas necessárias para alcançar o sucesso profissional. Consequentemente, elas têm a chance de melhorar suas perspectivas de carreira e contribuir de forma significativa para o mercado de trabalho. Em resumo, a formação é um passo fundamental para garantir que as jovens tenham uma trajetória de sucesso no futuro.
No ISBET, temos o compromisso de promover a inclusão real das mulheres no mercado de trabalho. Através de nossos programas de aprendizagem e estágio, oferecemos oportunidades de formação sem custos para jovens em situação de vulnerabilidade social. As empresas parceiras do ISBET financiam essas oportunidades, garantindo o acesso das jovens ao mercado de trabalho, sem custos para elas, e gerando impacto positivo tanto para as jovens quanto para as empresas.
O Dia das Mulheres é um momento para celebrarmos as vitórias das mesmas ao longo dos anos, mas também para refletir sobre os desafios que ainda persistem. No ISBET, seguimos comprometidos em proporcionar oportunidades de desenvolvimento para mulheres, garantindo que elas possam alcançar seu pleno potencial no mercado de trabalho. A presença crescente de mulheres em posições de liderança e como provedoras de suas famílias é uma prova de suas conquistas.
Para se cadastrar em nossas vagas e currículos, acesse:
O Carnaval é uma das festas mais esperadas do ano, mas é importante lembrar que a diversão precisa vir com responsabilidade. A prevenção no carnaval deve ser uma prioridade para todos, especialmente para os jovens. O período festivo pode ser uma oportunidade de celebrar, mas também traz riscos à saúde, como o aumento da propagação de doenças e o consumo de substâncias ilícitas.
Por isso, é essencial que todos adotem cuidados básicos para proteger a saúde, garantindo que a festa não se transforme em uma lembrança ruim. A Lei 10.097/2000, por exemplo, nos lembra da importância de agir com responsabilidade em diferentes momentos da vida. Esse é um bom momento para os jovens refletirem sobre suas escolhas e cuidarem de sua saúde.
Durante o Carnaval, as aglomerações e a proximidade com outras pessoas aumentam as chances de transmissão de doenças contagiosas. Prevenção no carnaval contra gripes, resfriados e infecções de pele deve ser uma preocupação constante. A vacinação é fundamental, e estar em dia com vacinas como as de hepatite, gripe e tétano pode reduzir o risco de complicações.
Além disso, é importante seguir práticas de higiene, como lavar as mãos com frequência, evitar compartilhar copos ou utensílios pessoais e usar o preservativo durante relações sexuais. A prevenção no carnaval também inclui o uso de proteção solar para evitar queimaduras, além de hidratar-se frequentemente para combater o calor intenso.
Os jovens, em particular, devem ter um cuidado redobrado durante o Carnaval. O consumo de bebidas alcoólicas deve ser moderado, pois o excesso de álcool pode afetar o julgamento e aumentar o risco de acidentes. Não há nada errado em se divertir, mas o abuso de substâncias pode prejudicar a saúde física e mental.
Além disso, a escolha de onde ir e com quem estar também deve ser feita com atenção. Evitar locais inseguros ou perigosos é uma forma de garantir que o Carnaval seja apenas uma celebração de alegria e diversão. A prevenção no carnaval também envolve respeitar os próprios limites e tomar decisões responsáveis.
O uso de substâncias ilícitas é um dos maiores riscos durante o Carnaval. Muitas vezes, os jovens podem ser pressionados por amigos ou pela tentação de experimentar drogas, como maconha, ecstasy ou cocaína. No entanto, o uso dessas substâncias pode ter efeitos devastadores para a saúde, prejudicando tanto o corpo quanto a mente.
As drogas podem causar sérios danos, como dependência, problemas cardíacos e psicológicos, além de aumentar o risco de comportamentos impulsivos e violentos. Portanto, a melhor forma de curtir o Carnaval é sem o uso de substâncias ilícitas. A prevenção no carnaval também envolve tomar decisões conscientes e não se deixar influenciar por pressões externas.
Aqui estão algumas dicas essenciais para garantir que o Carnaval seja divertido e seguro:
O Carnaval é uma festa cheia de alegria, mas também exige responsabilidade, especialmente quando se trata de saúde e segurança. A prevenção no carnaval deve ser uma prioridade para todos os jovens, garantindo que a diversão seja vivida com respeito à saúde e aos outros. Ao adotar cuidados simples, como o uso de preservativo, hidratação e moderação no consumo de álcool, é possível curtir a festa de forma segura e sem prejuízos.
Lembre-se: a verdadeira diversão vem de momentos inesquecíveis, e para que esses momentos sejam positivos, é necessário agir com responsabilidade e cuidado. Aproveite o Carnaval com saúde e consciência!
Jovens interessados podem se cadastrar para o programa jovem aprendiz de maneira simples. Basta acessar os links e preencher o cadastro:
Ao se inscrever, os jovens têm a oportunidade de iniciar sua carreira profissional, sendo apoiados em seu desenvolvimento contínuo.
A doação de sangue é um ato de solidariedade que tem o poder de salvar vidas e mudar realidades. Ao doar, você contribui para a manutenção de diversos tratamentos médicos, especialmente em casos de urgência. Por meio desse simples gesto, é possível beneficiar até quatro pessoas, o que demonstra a grandiosidade dessa ação. O impacto da doação de sangue não se limita apenas ao indivíduo que recebe, mas também a quem doa, ao se sentir parte de algo maior, com um papel ativo na preservação da vida.
A doação de sangue no Brasil é crucial para manter os hemocentros abastecidos e prontos para atender às necessidades diárias dos hospitais e clínicas. Durante o ano de 2024, o país registrou aproximadamente 2,6 milhões de doações, um número importante, mas ainda insuficiente diante da crescente demanda. As transfusões são necessárias em tratamentos como cirurgias complexas, em casos de hemorragias, anemias graves, entre outros. Isso torna a doação de sangue um compromisso essencial para todos.
Além de salvar vidas, a doação de sangue também oferece benefícios para quem doa. Estudos mostram que doar sangue pode reduzir o risco de doenças cardíacas e melhorar a saúde geral. Isso ocorre porque o corpo se regenera, estimulando a produção de novas células sanguíneas e proporcionando um “descarte” de excessos que poderiam gerar complicações. Portanto, ao doar, você não só auxilia no tratamento de pacientes, mas também cuida da sua própria saúde.
A doação de sangue é simples, rápida e realizada de maneira segura. No entanto, existem alguns requisitos que os doadores devem atender. Para realizar a doação de sangue, o indivíduo precisa ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 kg e estar em boas condições de saúde. Além disso, é fundamental ter dormido pelo menos 6 horas nas 24 horas anteriores e não estar em jejum. A triagem pré-doação, realizada por profissionais, garante que a transfusão será segura tanto para o doador quanto para o receptor.
Durante a triagem, é feita uma entrevista confidencial para identificar possíveis riscos de doenças transmissíveis pelo sangue. Caso o candidato seja aprovado, a coleta é realizada rapidamente, com total acompanhamento profissional.
Embora a doação de sangue seja essencial, nem todos podem doar. Indivíduos com histórico de doenças transmissíveis, como Hepatite ou HIV, não têm autorização para doar. Mulheres grávidas ou amamentando também ficam temporariamente inaptas. Além disso, pessoas com condições cardíacas ou respiratórias graves, diabetes com complicações ou que passaram recentemente por tratamentos médicos intensivos, como quimioterapia, não têm permissão para doar.
Esses cuidados asseguram que a doação de sangue aconteça de maneira segura e eficiente para todos os envolvidos. Para obter mais informações sobre os requisitos e esclarecer dúvidas, consulte sempre as diretrizes atualizadas do Ministério da Saúde.
A cada doação, você tem a oportunidade de impactar positivamente a vida de várias pessoas. Seja em um momento de emergência, como após um acidente, ou durante um tratamento prolongado, a doação de sangue é vital. Não subestime o poder do seu gesto. Com apenas 15 minutos do seu tempo, você pode fazer toda a diferença na vida de alguém.
Seja uma pessoa que transforma vidas. A doação de sangue não é apenas um gesto altruísta, mas também uma forma de promover o bem-estar e a saúde de quem precisa. Por isso, tome a decisão de ajudar, faça uma doação e incentive outros a fazerem o mesmo. Ao doar sangue, você se torna um verdadeiro herói da vida real.
Para saber mais sobre locais de doação de sangue e os procedimentos, acesse o site do Ministério da Saúde ou procure um hemocentro em sua região. Não espere mais: doe sangue e salve vidas.
Participar do programa Jovem Aprendiz no ISBET pode ser a chave para a sua entrada no mercado de trabalho, enquanto continua a sua educação formal. O ISBET oferece um programa estruturado que permite que você ganhe experiência prática e, ao mesmo tempo, se capacite com um acompanhamento completo. Para participar, basta se cadastrar no nosso portal isbet.org.br/curriculo, buscar vagas no isbet.org.br/vagas e conhecer os detalhes dos nossos programas.
A flexibilidade da jornada de trabalho e a organização do seu tempo são cruciais para o sucesso de quem participa do programa. Ao se tornar um Jovem Aprendiz, você adquire valiosa experiência, ao mesmo tempo em que constrói uma carreira sólida e equilibrada com os estudos.
Com a gestão adequada do tempo, é possível não apenas ser um bom profissional, mas também manter o bom desempenho escolar e planejar um futuro brilhante. A jornada do Jovem Aprendiz é desafiadora, mas totalmente possível com organização e foco.
Com a divulgação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024, muitos estudantes ficam com dúvidas sobre onde e como se inscrever para garantir uma vaga na faculdade. Felizmente, diversos programas oferecem oportunidades de ingresso no ensino superior, como o Prouni, o Sisu, o Fies e o Quero Bolsa.
O Prouni (Programa Universidade para Todos) oferece bolsas de estudos integrais (100%) e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior para estudantes de baixa renda que fizeram o Enem. Nesse contexto, as instituições participantes distribuem as bolsas com base na nota do Enem e, assim, oferecem vagas em diferentes cursos.
As inscrições para o Prouni 2025 serão feitas exclusivamente pela internet, através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O período de inscrição será de 24 a 28 de janeiro de 2025. As inscrições são gratuitas, e o candidato deve acessar o site, preencher os dados necessários e escolher as opções de cursos e universidades em que deseja concorrer. É importante ficar atento às regras de elegibilidade, como a comprovação de renda e a nota mínima do Enem.
O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) é um programa do Ministério da Educação que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, como universidades e institutos federais, para os candidatos que fizeram o Enem. Dessa forma, o Sisu utiliza a nota do Enem para selecionar os candidatos de acordo com as vagas disponíveis nas instituições participantes. Assim, ele se diferencia por seu processo transparente e eficiente, que conecta os candidatos às vagas mais compatíveis com suas notas.
As inscrições no Sisu 2025 ocorrerão entre os dias 17 e 21 de janeiro. O processo de inscrição também é feito exclusivamente pela internet, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Durante a inscrição, os estudantes podem escolher até duas opções de curso e instituição. O sistema seleciona candidatos com base nas notas do Enem e nas vagas disponíveis, atualizando a classificação periodicamente.
O FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) oferece financiamento a juros baixos para estudantes que desejam cursar uma graduação em faculdades e universidades privadas. Assim, o FIES facilita o acesso ao ensino superior para aqueles que não têm condições de pagar a mensalidade de uma faculdade, desde que atendam aos requisitos de renda estabelecidos pelo programa. Portanto, ele se torna uma excelente opção para quem busca educação superior, mas precisa de um apoio financeiro para realizar esse sonho.
As inscrições para o Fies 2025 ocorrerão de 4 a 7 de fevereiro de 2025, e serão realizadas exclusivamente pela internet, também através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Para se inscrever, o candidato deve preencher os requisitos de renda e escolher o curso e a instituição desejados. Vale lembrar que o FIES exige que o candidato tenha feito o Enem e tenha obtido uma nota mínima, além de comprovar sua situação de renda para ter acesso ao financiamento.
O Quero Bolsa não é um programa governamental, mas uma plataforma que oferece descontos em mensalidades de cursos em instituições privadas de ensino superior. Nesse sentido, o site funciona como um intermediário entre estudantes e universidades, facilitando a busca por vagas com preços mais acessíveis por meio de parcerias com as instituições.
O estudante se inscreve no Quero Bolsa diretamente no site da plataforma. Ele escolhe o curso e a instituição de sua preferência e, ao ser aprovado na seleção, recebe um desconto na mensalidade. A inscrição é gratuita e pode ser feita durante o ano todo, com diversas opções de cursos e bolsas de estudo em universidades e faculdades parceiras.
Agora que você já conhece os principais programas de acesso ao ensino superior, é hora de se organizar para garantir sua vaga na faculdade. O Prouni, o Sisu, o FIES e o Quero Bolsa oferecem diferentes modalidades de ingresso e financiamento, cada um com suas próprias regras e datas de inscrição.
Fique atento às datas, aos requisitos e, principalmente, ao que cada programa oferece. Dessa forma, você poderá fazer a escolha mais adequada ao seu perfil e às suas necessidades. Por fim, boa sorte na sua jornada para o ensino superior!
Agora que você sabe como se inscrever na faculdade, é hora de garantir sua experiência profissional! Para se tornar um Jovem Aprendiz no ISBET, cadastre-se diretamente no portal oficial da instituição. O processo é simples e pode ser feito no site isbet.org.br/curriculo/. Ao preencher o cadastro, você acessa uma das principais plataformas de inclusão e qualificação profissional, voltadas para pessoas que buscam ingressar no mercado de trabalho. O ISBET oferece uma ampla gama de cursos e oportunidades, garantindo que os aprendizes se preparem bem para os desafios de suas funções, com um foco no aprendizado técnico e no desenvolvimento de habilidades comportamentais.
Ao se inscrever no ISBET, você recebe um acompanhamento personalizado, com foco na sua formação e preparação para o mercado de trabalho. Além disso, a instituição adota metodologias inclusivas, atendendo diferentes necessidades, como a adaptação de cursos e a promoção de um ambiente acessível. Esse é um passo essencial para quem deseja conquistar uma vaga no programa Jovem Aprendiz, com um respaldo educacional que prioriza a inclusão.
Quer ser jovem aprendiz ou estagiário? Acesse o portal do ISBET e saiba mais: https://isbet.org.br/
A tão aguardada nota do ENEM 2024 foi divulgada no dia 13 de janeiro! Agora, é hora de entender como calcular sua pontuação, consultá-la e usá-la para conquistar uma vaga no ensino superior ou aproveitar outras oportunidades de desenvolvimento acadêmico e profissional.
O ENEM utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI) para calcular as notas de cada estudante. Em vez de uma simples contagem de acertos, a TRI considera, portanto, a dificuldade das questões. Assim, acertos em questões mais difíceis possuem maior peso no cálculo final, o que torna a avaliação mais precisa e justa.
As notas são atribuídas em uma escala que vai de 0 a 1000 pontos, para as seguintes áreas do conhecimento:
Após as provas, o INEP calcula a pontuação individual usando a TRI. O cálculo analisa seu desempenho nas questões objetivas e na redação, somando os resultados de cada área. O Sistema de Participante revelará a pontuação final de cada estudante.
Agora que a nota foi divulgada, você pode acessar o Sistema de Participante do ENEM para consultar suas pontuações:
Passos para consultar sua nota do ENEM 2024:
A nota estará disponível imediatamente, e você poderá verificar seu desempenho em todas as partes do exame.
Sua nota do ENEM 2024 pode ser um importante passaporte para o ensino superior, além de ser um critério de seleção para diversos programas de bolsas e financiamento. Confira como você pode usar a sua pontuação:
Além disso, sua nota pode ser utilizada para programas de Jovem Aprendiz, estágios e outras iniciativas de capacitação, como os programas do ISBET.
A média do ENEM não é calculada de maneira simples. O INEP utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que leva em consideração o desempenho do estudante nas questões de diferentes níveis de dificuldade. O resultado final é uma pontuação ajustada, com base na combinação de suas respostas.
Não existe uma “média” padrão, pois o cálculo varia de acordo com a pontuação em cada área. No entanto, a média final do ENEM reflete, de forma geral, como o estudante se saiu nas provas objetivas e na redação, levando em consideração, assim, a metodologia da TRI. Portanto, ao analisar a pontuação, é importante considerar como cada área contribui para o resultado final.
Com a nota do ENEM 2024, você pode concorrer a diversos programas que facilitam o ingresso no ensino superior. Aqui estão os principais:
O Quero Bolsa é uma plataforma que facilita a busca por bolsas de estudo em universidades privadas. Utilizando a sua nota do ENEM, o estudante pode acessar descontos de até 75% nas mensalidades dos cursos de graduação.
O Quero Bolsa também oferece a oportunidade de se matricular diretamente nas instituições participantes, com processos simplificados e condições especiais de pagamento.
O conceito de “boa média” no ENEM varia dependendo do curso e da universidade desejada. Em geral:
Cada universidade tem sua própria média de corte, ou seja, o desempenho mínimo necessário para conseguir uma vaga. Por isso, é importante pesquisar sobre os cursos e as notas exigidas.
O INEP aplica o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) anualmente para avaliar o desempenho dos estudantes ao final do ensino médio. Além de servir para o ingresso nas universidades, o ENEM também pode ser usado como critério para programas de financiamento, bolsas e até mesmo para algumas vagas de emprego e estágio.
O exame inclui provas objetivas e uma redação, cobrindo as áreas de Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e Redação.
Muitas pessoas se perguntam se ser jovem aprendiz ou estagiário pode atrapalhar os estudos, especialmente durante o ensino médio ou a preparação para o ENEM. Na realidade, essa experiência pode ser uma aliada, desde que o estudante saiba equilibrar suas responsabilidades. Muitos programas de jovem aprendiz têm carga horária reduzida, o que permite ao estudante organizar melhor seu tempo e continuar focado nas aulas e nos estudos.
Além disso, o trabalho oferece a chance de desenvolver habilidades importantes, como comunicação e trabalho em equipe, que complementam o aprendizado acadêmico. O estágio também é uma excelente oportunidade de aplicar o que se aprende na teoria, ajudando a consolidar o conhecimento de forma prática e significativa.
Portanto, ser jovem aprendiz ou estagiário não apenas não atrapalha os estudos, mas, na verdade, enriquece a formação do estudante. Além disso, essa experiência proporciona habilidades valiosas que contribuem para o desenvolvimento acadêmico e pessoal. Com o tempo, o estudante adquire uma compreensão prática do que aprende na teoria, o que torna sua jornada mais completa. Dessa forma, ele se torna mais preparado para os desafios do futuro, tanto no ambiente acadêmico quanto no profissional.
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