Estágio vira experiência profissional: o que muda para os jovens
O reconhecimento do estágio como experiência profissional está mais próximo de se tornar realidade. O Projeto de Lei 2.762/2019 foi aprovado no Senado e, agora, segue para sanção presidencial.
Com isso, o cenário para estudantes que buscam o primeiro emprego pode mudar de forma significativa. Afinal, uma das maiores barreiras enfrentadas hoje é justamente a exigência de experiência prévia.
O que diz o projeto aprovado
O texto aprovado altera a Lei do Estágio (Lei 11.788/2008). A partir disso, o estágio passa a ser oficialmente considerado como experiência profissional.
Além disso, o projeto prevê que o poder público irá regulamentar como essa experiência poderá ser utilizada, inclusive em concursos públicos.
Nesse sentido, a proposta busca corrigir um problema antigo. Muitos candidatos enfrentam um paradoxo: precisam de experiência para trabalhar, mas não conseguem trabalhar sem experiência.
Um avanço importante para o primeiro emprego
Atualmente, o desemprego entre jovens ainda é um dos grandes desafios do Brasil. Por isso, reconhecer o estágio como experiência profissional representa um avanço importante.
Ao mesmo tempo, essa mudança valoriza o esforço de estudantes que já atuam em ambientes corporativos durante sua formação.
Ou seja, o estágio deixa de ser visto apenas como aprendizado e passa a ter um peso real na trajetória profissional.
O papel do estágio na formação dos estudantes
Embora seja uma atividade educacional supervisionada, o estágio já acontece dentro das empresas. Na prática, o estudante vivencia rotinas, responsabilidades e desafios reais.
Dessa forma, ele desenvolve habilidades técnicas e comportamentais essenciais para o mercado de trabalho.
Segundo a relatora do projeto, essa vivência prepara o jovem para sua carreira. Portanto, reconhecer o estágio como experiência profissional é também reconhecer a realidade do dia a dia desses estudantes.
Impactos para empresas e processos seletivos
Com a possível sanção da lei, empresas também precisarão ajustar seus critérios de contratação. Afinal, o estágio passará a ter mais relevância nos currículos.
Além disso, processos seletivos tendem a se tornar mais inclusivos. Isso porque mais candidatos poderão comprovar experiência desde cedo.
Consequentemente, o mercado se torna mais acessível e democrático.
E os concursos públicos?
Outro ponto importante envolve os concursos públicos. O projeto determina que o poder público irá definir em quais situações o estágio poderá contar como experiência exigida.
Embora alguns editais já aceitem essa prática, a regulamentação tende a padronizar esse entendimento.
Assim, o reconhecimento do estágio como experiência profissional pode ampliar oportunidades também no setor público.
ISBET: preparando jovens para o mercado
No ISBET, o estágio sempre foi visto como uma etapa essencial na formação profissional. Por isso, a instituição atua diretamente na preparação e no acompanhamento dos jovens.
Entre as principais ações, estão:
- Orientação profissional contínua
- Desenvolvimento de habilidades comportamentais
- Acompanhamento durante o estágio
- Conexão com empresas parceiras
Além disso, o ISBET entende que o estágio como experiência profissional fortalece a empregabilidade e amplia oportunidades para milhares de jovens.
Um novo olhar para o início da carreira
Por fim, a possível sanção desse projeto representa uma mudança importante na forma como o mercado enxerga o início da carreira.
Agora, o estágio ganha ainda mais valor e reconhecimento.
Dessa maneira, jovens passam a ter mais chances reais de inserção no mercado de trabalho.
E, acima de tudo, o primeiro passo deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma oportunidade concreta de crescimento.
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
- Cadastro de currículo: novosite.isbet.org.br/login/
- Cadastro em vagas: isbet.org.br/vagas/