Segundo levantamento da UNICEF com base na Classificação Nacional de Atividades Econômicas, os empregos verdes no Brasil já somam 6,8 milhões. Isso equivale a 9 em cada 100 vínculos formais do país. Desses, 2 milhões são ocupados por adolescentes e jovens de 14 a 29 anos, 30% de toda a força de trabalho do setor sustentável. O problema, segundo a própria UNICEF, não é falta de vaga: é falta de caminho claro até ela. Além disso, cursos voltados para o setor sustentável estão concentrados nos grandes centros urbanos. Assim, jovens de regiões periféricas ficam sem acesso à qualificação que esse mercado pede.
O que conta como emprego verde no Brasil
A UNICEF mapeou 69 das 673 classes de atividade econômica do país como setor verde. São atividades ligadas a energia renovável, gestão de resíduos, construção sustentável, agricultura de baixo impacto e afins. Ou seja, não é um nicho pequeno: já são quase 7 milhões de vínculos empregatícios. Porém, os grandes centros urbanos concentram 53% dessas vagas, mesmo tendo apenas 43% de todos os empregos formais do país. Capitais como Cuiabá, Florianópolis e Rio Branco já têm cerca de 20% dos seus vínculos de trabalho no setor verde.
Por que jovens ficam de fora dos empregos verdes no Brasil, mesmo com vaga disponível
O relatório é direto sobre as barreiras: falta de cursos acessíveis fora dos grandes centros, dificuldade de mobilidade e exclusão digital. Além disso, aparece com frequência a carência de experiência profissional entre os candidatos, um ponto recorrente em qualquer discussão sobre primeiro emprego. Como resume a chefe de Educação da UNICEF no Brasil, “adolescentes e jovens querem acessar empregos sustentáveis […] mas têm dificuldade de se capacitar e se candidatar”. Ou seja, a vaga verde existe, mas nos empregos verdes no Brasil o caminho até ela é que está incompleto.
Além disso, entre as recomendações da própria UNICEF para fechar essa lacuna estão ampliar o acesso à educação técnica voltada ao mercado verde. Outra recomendação é criar programas de mentoria profissional no setor. Ou seja, esse é exatamente o tipo de estrutura que um programa de aprendizagem bem desenhado já oferece.
O que as empresas ganham ao contratar para vagas verdes com apoio de um programa de aprendizagem
Para a empresa que já atua ou está migrando para operações mais sustentáveis, contratar jovem aprendiz para empregos verdes no Brasil resolve dois problemas de uma vez. Primeiro, preenche vaga que hoje é difícil de suprir só com candidato experiente. Segundo, cumpre parte do compromisso ESG com impacto social real, formando quem provavelmente não teria acesso a essa qualificação de outra forma.
Isso conecta diretamente com o que já mostramos sobre programas de aprendizagem e ESG. O pilar Social do ESG não se sustenta só em discurso. Ele precisa de ponte real entre oportunidade e quem historicamente não teve acesso a ela.
Como o ISBET conecta jovens aos empregos verdes no Brasil
O Programa de Aprendizagem do ISBET seleciona e acompanha jovens aprendizes ao longo de todo o contrato, incluindo funções ligadas a operações mais sustentáveis dentro das empresas parceiras. Isso ajuda a preencher exatamente a lacuna que a UNICEF identifica: o jovem chega com potencial, mas sem o caminho de qualificação e mentoria que o mercado verde exige. Por isso, o acompanhamento estruturado é o que transforma esse potencial em experiência real.
Perguntas frequentes sobre sustentabilidade e trabalho jovem
Quantos jovens brasileiros trabalham em empregos verdes hoje?
Segundo a UNICEF, 2 milhões de adolescentes e jovens de 14 a 29 anos ocupam vagas em setores classificados como verdes, o equivalente a 30% de toda a força de trabalho desse setor no Brasil.
Por que, com tantas vagas verdes, ainda falta gente qualificada?
A UNICEF aponta que cursos voltados para o setor sustentável estão concentrados em grandes centros urbanos, o que soma-se a dificuldades de mobilidade, exclusão digital e falta de experiência profissional prévia entre os candidatos jovens.
Quais regiões concentram mais empregos verdes no Brasil?
Grandes centros urbanos concentram 53% das vagas do setor verde, mesmo tendo apenas 43% de todos os empregos formais do país. Capitais como Cuiabá, Florianópolis e Rio Branco chegam a ter cerca de 20% dos seus vínculos de trabalho no setor.
Como o ISBET ajuda jovens a entrar no mercado de trabalho verde?
O Programa de Aprendizagem do ISBET seleciona e acompanha jovens em funções ligadas a operações sustentáveis nas empresas parceiras, oferecendo o caminho de qualificação e mentoria que a UNICEF identifica como a principal lacuna hoje.
O ISBET ainda oferece programa de estágio?
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.
Quer contratar jovens aprendizes para funções ligadas à sua operação sustentável? Fale com o ISBET e veja como funciona.
Adriano
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