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Os erros que as empresas ainda cometem com o jovem aprendiz e o que eles custam

Os erros que as empresas ainda cometem com o jovem aprendiz e o que eles custam

Erros com jovem aprendiz: jovem repõe folhas na copiadora enquanto uma colega passa pelo corredor ao fundo

Os erros com jovem aprendiz que mais pesam para a empresa começam antes da contratação, no momento em que o programa é tratado como uma cota a ser fechada.

Porém, a própria lei aponta outro caminho. O artigo 428 da CLT define o contrato de aprendizagem como um contrato especial que pressupõe formação técnico-profissional metódica, com atividades teóricas e práticas organizadas em tarefas de complexidade progressiva. Ou seja, a lei espera aprendizado, e não só um nome a mais na folha.

Por isso, vale olhar os cinco erros abaixo com olhar de gestor. Além disso, todos são comuns, todos têm custo e nenhum exige orçamento novo para ser corrigido.

Resposta rápida:

O principal dos erros com jovem aprendiz é tratar o programa como cota. Depois, os outros quatro vêm daí: contratar sem plano de atividades, deixar o jovem sem tutor, mantê-lo em tarefas repetitivas e não planejar o fim do contrato. Como resultado, o custo aparece em baixo engajamento, desligamentos e uma vaga que não forma ninguém.

Erro 1: tratar o programa como cota

Em primeiro lugar, o erro é enxergar o programa só como obrigação. Na verdade, a cota existe e precisa ser cumprida, como mostra o texto sobre como cumprir a cota de aprendizagem, e descumpri-la tem consequências, como explica o conteúdo sobre multa por não contratar jovem aprendiz.

No entanto, cumprir a cota é o ponto de partida. Nesse caso, quando ele vira o objetivo final, o jovem chega sem função definida, e a empresa gasta tempo com um contrato que não devolve nada em troca. Para isso, o artigo sobre o programa além da obrigação legal mostra como mudar essa lógica.

Erro 2: contratar sem plano de atividades

Isso porque, sem plano, o jovem vira quebra-galho. Assim, cada gestor pede uma coisa, e ninguém garante que o que ele faz na empresa conversa com o que ele estuda na formação teórica.

Na prática, basta um documento simples. Primeiro, liste as atividades dos primeiros 90 dias, o que o jovem deve aprender em cada etapa e quem revisa o trabalho. Assim, a rotina fica clara para os dois lados.

Erro 3: deixar o jovem aprendiz sem tutor

Em terceiro lugar, entre os erros com jovem aprendiz, está achar que o jovem se adapta sozinho. Por isso, sem uma pessoa de referência, as dúvidas ficam sem resposta e o primeiro mês, que decide muita coisa, passa em branco.

Além disso, o gestor também precisa estar preparado. O texto sobre liderança pronta para aprendizes detalha o que combinar com quem vai conduzir o dia a dia, e o de como acolher jovens aprendizes mostra o que organizar na chegada.

Erro 4: manter o jovem em tarefas repetitivas

Tarefa repetitiva até pode fazer parte do começo. Porém, o problema aparece quando ela é a única coisa que o jovem faz durante meses. Afinal, a lei fala em complexidade progressiva, e o aprendiz percebe rápido quando a rotina deixou de crescer.

Como resultado, o engajamento cai. O conteúdo sobre engajamento de jovens aprendizes mostra sinais de alerta e formas simples de reverter esse quadro.

Erro 5: não planejar o fim do contrato

O contrato de aprendizagem tem prazo, como explica o texto sobre o prazo do contrato de aprendizagem. Mesmo assim, muitas empresas só pensam no desfecho quando faltam poucas semanas.

Por fim, decidir cedo faz diferença. Se houver interesse em manter o jovem, é preciso entender o que muda na contratação, como detalha o artigo sobre como efetivar o jovem aprendiz. Por outro lado, se não houver, vale abrir a próxima vaga de aprendizagem a tempo de manter o programa.

Resumo dos erros com jovem aprendiz e como corrigir

ErroComo apareceComo corrigir
Tratar como cotaVaga sem função definidaDefinir o objetivo do programa
Sem plano de atividadesAssim, cada gestor pede uma coisaMontar o plano dos primeiros 90 dias
Sem tutorDúvidas sem respostaIndicar uma pessoa de referência
Tarefas repetitivasRotina igual há mesesAumentar a complexidade aos poucos
Sem planejar o fimDecisão em cima da horaDecidir com antecedência

Em resumo, os cinco erros com jovem aprendiz têm uma raiz comum: falta de estrutura. Para empresas que querem organizar isso, o ISBET oferece, segundo a página Contrate Jovem Aprendiz, apoio na organização do programa, no encaminhamento e na contratação dos jovens, na capacitação teórica obrigatória e na gestão durante toda a jornada. Além disso, o texto sobre investimento em jovem aprendiz também ajuda a medir o retorno.

Perguntas frequentes

Qual é o maior dos erros com jovem aprendiz nas empresas?

Tratar o programa só como cota. Isso porque, quando o objetivo é fechar número, faltam plano de atividades, tutor e acompanhamento, e o contrato perde o sentido formativo que a lei pede.

Contratar jovem aprendiz para cumprir a cota é errado?

Não. Cumprir a cota é uma obrigação legal para as empresas de médio e grande porte. Porém, o erro está em parar aí e não oferecer formação, atividades coerentes e acompanhamento ao longo do contrato.

O jovem aprendiz pode ficar só em tarefas operacionais?

As atividades práticas devem acompanhar a formação teórica e crescer em complexidade ao longo do contrato. Por isso, repetir a mesma tarefa durante meses é um sinal de que o programa precisa de ajuste.

Quem acompanha o jovem aprendiz dentro da empresa?

A empresa deve indicar alguém da equipe para orientar o dia a dia, e a entidade formadora acompanha a parte teórica. Assim, com um tutor definido, o jovem sabe a quem recorrer e o gestor tem um ponto de contato claro.

O ISBET ainda oferece programa de estágio?

Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.

Quer contratar jovens aprendizes com o ISBET?

Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.

Empresas interessadas: isbet.org.br/contrate-jovem-aprendiz/

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